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Traficantes prometem matar quem filmou líder do tráfico com fuzis em baile funk

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Disque Denúncia / Divulgação

Cartaz de recompensa do líder do tráfico de drogas na Rocinha Johny Bravo


Quem gravou os cria no baile , assinou contrato com a morte bglh (bagulho) não vai ficar assim, e será proibido gravar nos baile da rocinha , ASS: EQUIPE BRAVO”, diz o comunicado dos traficantes da Rocinha reproduzido no Twitter e em outras redes sociais.


A ameaça pública de morte foi feita após a repercurssão de um vídeo nas redes sociais em que o líder do tráfico de drogas da favela da Rocinha, John Wallace da Silva Viana, o Johny Bravo, de 32 anos, aparece cercado por 22 traficantes formetemente armados com fuzis, metralhadoras e pistolas.

“Quem gravou a equipe do Bravo na Rocinha vai morrer pprt (papo reto), quem tava no lado de quem tava gravando vai ser caçado pra falar como a pessoa era tendeu. Ass: Diretoria”, reitera a ameaça.

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O vídeo foi grava no último final de semana em um baile funk da comunidade. O chefe do tráfico aparece sem camisa cercado pelos traficantes, enquanto frequentadores do baile observam o desfile armado.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro afirma manter investigações constantes e monitaramentos das ações do tráfico nas favelas. O Disque Denúncia oferece uma recompensa de R$ 1 mil para quem fornecer informações que colaborem com a prisão de Johny Bravo. Os interessados podem fazer a denúncia de forma anônima pelos canais:

. WhatsApp ou Telegram do Portal dos Procurados: (21) 98849-6099
. Disque Denúncia: (21) 2253-1177
. Facebook/(inbox): www.facebook.com/procurados.org
. Aplicativo “Disque Denúncia RJ”

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Militares do exército são presos por fraudar documentos de armas no DF

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Armas apreendidas pela Polícia Civil do Distrito Federal. Elas pertenciam a uma quadrilha do exército que teria fraudado  o Certificado de Registro de Arma de Fogo a Caçadores (Cacs).
Polícia Civil/Divulgação

Armas apreendidas pela Polícia Civil do Distrito Federal. Elas pertenciam a uma quadrilha do exército que teria fraudado o Certificado de Registro de Arma de Fogo a Caçadores (Cacs).

A Polícia Civil do Distrito Federal e o Exército Brasileiro prenderam nesta terça-feira (26) pelo menos nove integrantes de uma quadrilha composta por militares da ativa que teriam fraudado o Certificado de Registro de Arma de Fogo a Caçadores (Cacs), a fim de facilitar a compra de armamento para beneficiados pelo esquema.

A polícia cumpriu 26 mandados de busca e apreensão e prisões nas cidades satélites de Samambaia, Ceilândia, Riacho Fundo, Planaltina, Cidade Estrutural, Núcleo Bandeirantes e Gama, todas no Distrito Federal, e em Luziânia, em Goiás. 

Durante a operação,  diversas armas com elevado poder de fogo, como fuzis e pistolas de grosso calibre foram apreendidas. Além da Polícia Civil, viaturas da Polícia do Exército foram até endereços ligados aos militares e demais integrantes do grupo criminoso. 

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De acordo com as investigações, foram identificadas, até o momento, 18 pessoas que integram o grupo que facilita o documento de posse, porte e comercialização clandestina de armas.

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