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Turistas desrespeitam isolamento de cidade sem casos da Covid-19

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São Tomé das Letras
Foto: Reprodução/Internet

Em São Tomé das Letras (MG), única cidade da região sem casos confirmados de Covid-19, turistas invadiram cachoeiras da cidade

Um grupo de turistas “invadiu” as cachoeiras da cidade de São Tomé das Letras, única cidade do Sul de Minas Gerais sem casos registrados do novo coronavírus (Sars-CoV-2). 

Mesmo com os pedidos das prefeituras para que o isolamento continue, pontos de aglomerações foram registrados em pelo menos outras quatro cidades do Sul de Minas neste fim de semana.

Em São Tomé das Letras (MG), fiscais da prefeitura foram de cachoeira em cachoeira para impedir a permanência dos visitantes, que vieram de várias cidades da região e também do interior de São Paulo.

No Distrito de Macaia, em Bom Sucesso, uma faixa pediu para que o isolamento fosse respeitado, mas não foi o que aconteceu. A aglomeração aconteceu na orla da represa e registrada durante a tarde e também na noite de sábado.

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Aglomeração de pessoas é registrada em Jaboticatubas, na Grande BH

Em Jaboticatubas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, moradores mandaram imagens preocupados com a aglomeração de pessoas, sujeira e carros dentro do rio, em São Sebastião do Campinho.

A Prefeitura de Jaboticatubas disse que o local é uma passagem, estrada que passa dentro do rio. A gestão informou ainda que estuda uma forma de isolar o lugar e também já pediu ajuda da Polícia Militar para fiscalizar a área aos fins de semana.

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Jardins verticais do Minhocão serão removidos pela Prefeitura

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Minhocão
Agência Brasil

Jardins verticais do Minhocão serão removidos por falta de cumprimento de acordo pela Prefeitura

Após cinco anos, parte dos sete jardins verticais que ocupam as paredes de alguns edifícios localizados ao longo do Elevado Presidente João Goulart, mais conhecido como ” Minhocão “, serão removidos. A retirada de quatro dos jardins começou na quinta-feira (16) e vai seguir pelas próximas semanas. A Prefeitura de São Paulo vai pagar R$ 1,077 milhão para desmontar as estruturas, que estão ressecadas pela falta de manutenção do programa.

A gestão do atual prefeito Bruno Covas (PSDB) descumpriu o acordo de manutenção que previa o pagamento de custos como água e luz, estimados entre R$ 400 e R$ 1 mil mensais para cada prédio.

No entanto, com a falta do cumprimento, condomínios desligaram o sistema de irrigação das plantas. O caso foi à Justiça e a decisão foi favorável aos condôminos. Apenas três decidiram manter as instalações.

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O acordo que implementou os jardins verticais previa a compensação ambiental e foram instalados pela empresa Movimento 90º. O acordo previa a manutenção e o ressarcimento de custos adicionais por três anos e durante seis meses seria pago pelas incorporadoras, enquanto os meses seguintes seria de responsabilidade da prefeitura. O que não ocorre há quase dois anos.

Após o desligamento de irrigação, moradores se queixaram da presença de insetos e laudos técnicos preocuparam o Edifício Bonfim, que teve a negativa do Corpo de Bombeiros durante uma vistoria, que aponta riscos de incêndio por causa do jardim, com multa de R$ 200 mil por atraso na remoção.

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