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Vídeo: Bolsonaro faz passeio de moto em homenagem ao Dia das Mães

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Sem máscara, Bolsonaro faz passeio de moto em homenagem ao Dia das Mães
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Sem máscara, Bolsonaro faz passeio de moto em homenagem ao Dia das Mães

O presidente Jair Bolsonaro realizou um passeio de motocicleta em Brasília (DF) na manhã deste domingo (9) em homenagem ao dia das mães. Centenas de motociclistas e apoiadores participaram da tour, anunciada por Bolsonaro na última quinta-feira (6) em sua live. O evento causou aglomeração em meio à pandemia.

Nesta ocasião, Bolsonaro voltou a aparecer sem máscara, mas utilizou capacete, equipamento obrigatório para circular em motocicleta . Na sexta-feira (7), o presidente da República participou da inauguração de uma rodovia que liga os estados do Acre e Rondônia, onde tanto ele quanto os garupas não utilizavam capacete. O trecho ainda estava interditado.

Bolsonaro cometeu duas infrações gravíssimas ao mesmo tempo durante a inauguração do trecho. O ato irregular é penalizado com a suspensão imediata da CNH, multa de R$ 293,47 e a apreensão da motocicleta.

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PF resgata empregada doméstica em condições análogas à escravidão

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PF resgata empregada doméstica em condições análogas à escravidão
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PF resgata empregada doméstica em condições análogas à escravidão

Uma mulher foi resgatada de condições análogas à escravidão em São José do Rio Preto nesta sexta-feira, dia 18, em operação conjunta do Ministério Público do Trabalho (MPT) e Polícia Federal (PF). A empregada doméstica trabalhava há pelo menos duas décadas sem registro e remuneração em um condomínio fechado. Durante a operação, um dos patrões foi preso.

De acordo com a PF, a mulher começou a trabalhar para a família ainda na adolescência, não recebia salário regular e tinha uma jornada de trabalho de segunda à segunda. Ela ainda era levada em viagens com os patrões, ocasiões em que era obrigada a trabalhar sem nenhuma contrapartida.

A empregada doméstica não tinha comunicação com o mundo externo, segundo a polícia. O caso foi descoberto em abril deste ano, em denúncia à Polícia Militar. Depois da notificação, o casal e a vítima foram até a delegacia. Na ocasião, a empregada contou que não tinha registro, acesso aos seus documentos pessoais ou convívio social há pelo menos 20 anos.

Em sua defesa, os padrões afirmaram à polícia que faziam os pagamentos pelo trabalho direito para a mãe da funcionária, mesmo que não houvesse formalização. Após a ação da PM, eles chegaram a fazer o registro formal da funcionária enquanto o caso era investigado pelo MPT.

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Na sexta-feira, durante a operação de resgate, a vítima contou aos policiais que, além das restrições, passou a ser alvo de ameaças constantes. A funcionária vai receber as verbas indenizatórias de demissão, incluindo 13º e férias, além de FGTS e multa e seguro-desemprego. Ela está sendo atendida pela assistência social da prefeitura de São José dos Campos.

O homem preso responderá pelo crime de redução de trabalhador à condição análoga à escravidão, tipificado pelo artigo 149 do Código Penal. O caso será remetido ao Ministério Público Federal.

Outros casos

Em abril, uma idosa de 63 anos que viveu mais de quatro décadas trabalhando em regime análogo à escravidão foi resgatada no Rio de Janeiro. Segundo informações da secretaria de Assistência Social da prefeitura do Rio, o reencontro com a família aconteceu após dois meses de acolhimento da vítima em um abrigo da prefeitura. A mulher começava a trabalhar às 7 horas todos os dias, cuidava de seis cachorros, limpava o quintal e ia à rua fazer compras. Nas últimas quatro décadas, três gerações de uma mesma família passaram pelos cuidados dela. Sem ganhar nada por isso.

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Em junho passado, uma empregada doméstica de 61 anos foi resgatada pelo Ministério Público do Trabalho e pela Polícia Civil de SP vivendo em um depósito em condições degradantes e análogas à escravidão em Alto de Pinheiros, bairro nobre na Zona Oeste de São Paulo.

Você viu?

A dona da casa, Mariah Corazza Üstündag, era gerente global sênior de uma grande marca de cosméticos. Ela foi presa em flagrante e liberada após pagar R$ 2,1 mil de fiança. Segundo informações do Ministério Público do Trabalho (MPT), o marido, Dora Üstündag, 36 anos, só não foi preso porque não estava no local do flagrante.

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