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Onix Plus 1.0 zero quilômetro ou Cruze Sedan 1.4 seminovo: qual compensa mais?

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Iniciamos o ano com o lançamento de uma nova série no iG Carros. Desde a última semana, a coluna “Vitrine” é publicada com a comparação dos custos de se manter um carro zero quilômetro contra um seminovo de categoria superior compartilha seu espaço. O primeiro texto da série colocou Voyage e Jetta frente a frente para um embate. Neste novo capítulo, trouxemos dois modelos da Chevrolet: Onix Plus Premier (R$ 74.090) e Cruze Sedan LTZ de 2018 (R$ 75.500).

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Conforto e Segurança

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O Chevrolet Cruze é feito na Argentina e costuma bater de frente com Civic e Jetta no ranking de vendas

Se você compra carro pelo tamanho, saiba que o Chevrolet Cruze tem 4,66 metros de comprimento, 1,80 m de largura e 2,70 m de entre-eixos. No porta-malas, há espaço suficiente para levar 440 litros de carga.

Como um veículo de categoria inferior na comparação com o Cruze, o Onix Plus é menor. São 4,47 metros de comprimento (- 19 cm), 1,73 m de largura (- 7 cm) e 2,60 m de entre-eixos (- 10 cm). No porta-malas, uma surpresa! O novo Onix Plus tem espaço para 469 litros, superando por muito os 440 litros do cruze (29 litros de diferença).

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Feito em Gravataí (RS), o Chevrolet Onix Plus já lidera as vendas de seu segmento

Uma boa notícia é que tanto o Onix Plus Premier quanto o Cruze Sedan LTZ oferecem seis airbags (frontais, laterais e de cortina), luzes de condução diurna, câmera de ré para manobras, controle de estabilidade e tração e assistente de partida em rampas. Os pais de família também ficarão felizes de saber que ambos contam com ancoragem Isofix para fixação de cadeirinhas de bebê.

A partir dos números, concluímos que o Cruze é naturalmente maior que o Onix Plus. Afinal, estamos falando de um sedã médio contra um compacto. Mas o lançamento de 2019 não faz feio, e entrega maior capacidade de carga no porta-malas. Vale lembrar que ambos integram o sistema MyLink de assistência e segurança.

Equipamentos

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O Chevrolet Onix Plus conta com central multimídia com espelhamento de celular, além de conectividade wi-fi

Os modelos também são equiparáveis na quantidade de equipamentos. O Cruze traz bancos de couro de série, item que só aparece no Onix Plus no pacote Premier III. Sem ele, o sedã compacto terá bancos de tecido com alguns detalhes em couro.

O Cruze traz sistema start-stop, acionamento remoto do motor e central multimídia com GPS no sistema nativo. Para utilizar a navegação no Onix Plus, o motorista terá que recorrer apenas ao espelhamento da tela do celular (Android Auto e Apple CarPlay) via Waze e Google Maps. O Cruze também tem funções de pareamento, mas o Onix é o único de sua categoria com Wi-Fi a bordo.

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Os planos em parceria com a Claro começam em R$ 29,90, alternando entre 2 e 30 GB de capacidade de conexão. Além disso, ainda há carregador de celular por indução ao centro do console do sedã compacto.

Dirigibilidade e mecânica

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Apesar do motor 1.0 de três cilindros, o Chevrolet Onix Plus é um dos mais ágeis de sua categoria

O motores de Onix e Cruze pertencem à mesma família Ecotec . O sedã compacto tem propulsão 1.0 turbo de três cilindros de 116 cv de potência a 5.500 rpm e 16,8 kgfm de torque, com câmbio automático de seis velocidades. A marca diz que o modelo pode acelerar de 0 a 100 km/h em 10,9 segundos.

O Cruze é bem mais potente. Seu motor 1.4 turbo desenvolve 153 cv de potência a 5.200 rpm e 24,5 kgfm de torque, com o mesmo câmbio de seis velocidades. Neste caso, pode atingir 100 km/h em 9 segundos. A relação peso/potência do Cruze é de 8,6 kg/cv, enquanto a do Onix Plus é de 9,6 km/l. Logo, não é uma diferença tão gritante assim.

Entretanto, o Onix volta a ser um bom negócio se compararmos os números de consumo. De acordo com o Inmetro, o compacto pode aferir 11,9 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada com gasolina e 8,3 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada com etanol. Já o Cruze pode marcar 11,2 km/l na cidade e 14 km/l na estrada com gasolina, além de 7,6 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol. Se você gosta de rodar com o combustível de cana-de-açúcar, o Onix Plus chega a ser até 10% mais econômico que o Cruze.

IPVA

Considerando o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores de 4% para Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo (os mais caros do Brasil), o proprietário terá que pagar R$ 2.928 pelo Onix Plus Premier e R$ 3.445 pelo Cruze. A variação é de 15%, com diferença de mais de R$ 500.

Seguro

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Saiba quanto você gastará no seguro de Onix Plus Premier e Cruze Sedan LTZ; adiantamos que a diferença é grande

De acordo com um levantamento da corretora Meu Seguro Auto, a cotação para o Onix Plus Premier é de R$ 2.196 para um paulistano de 30 anos, casado e com filhos pequenos. Já o Cruze tem seguro na faixa dos R$ 3.566 para este mesmo perfil, com variação de 38% e diferença de R$ 1.370.

Depreciação

Com apenas três meses de mercado, o Chevrolet Onix Plus ainda não tem estudos de desvalorização publicados pelas agências. Já o Cruze tem desvalorização média de 5,9% ao ano, seguindo o arranjo da tabela Fipe. Entretanto, é bem fácil encontrar o modelo abaixo dos valores determinados nos classificados online. Vale garimpar!

Conclusão

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Chevrolet Onix Plus é muito mais barato de manter e tem o mesmo nível de equipamentos do Cruze LTZ

O Chevrolet Onix Plus é um produto revolucionário que aproximou a categoria dos sedãs compactos aos médios. Com o IPVA 15% mais em conta e seguro 38% inferior na comparação com o Cruze, fica difícil recomendar o modelo de luxo. Mesmo sendo menor, há espaço suficiente para levar quatro adultos com conforto no Onix, além do ótimo porta-malas com capacidade superior a de sedãs médios.

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Isso também não desqualificaria a compra do Cruze , uma vez que o modelo é igualmente seguro e conta com alguns recursos interessantes, como sistema de permanência em faixa e alerta de colisão frontal. Sem dúvidas, uma compra que será resolvida no gosto pessoal.

Fonte: IG CARROS
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Royal Enfield testa modelo que deve substituir as 500 cc

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Royal Enfield Bullet 500: Antecessora das surpresas da marca indiana, possivelmente ainda para 2020

Com a chegada do novo motor 650 cc, a Royal Enfield deixou de recolher pedidos para as Bullet 500, Classic 500 e a Thunderbird 500, com o motor antigo. Pouco tempo depois, oficializou o fim da linha para elas e fez uma série especial de despedida. Entretanto, flagras do site indiano  Autocar India apontam que a marca já está trabalhando em uma nova motocicleta que pode ocupar o espaço deixado pelas finadas.

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O foco, com a continuidade da linha 500 cc será, antes de tudo, adequar-se às regras de emissões de poluentes mais recente. Os novos modelos darão continuidade ao projeto que é um dos mais longevos no universo das duas rodas, uma vez que se originou em 1932 e não contou com tantas mudanças ao longo de todo esse tempo. A nova Royal Enfield deverá seguir com o banco inteiriço, as tampas laterais quadradas e o paralama traseiro grande.

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Seu motor monocilíndrico de 499 cc de cilindrada, refrigerado a ar, que antes produzia 27,2 cv e 4,2 kgfm, poderá, entretanto, ver seu rendimento ser ligeiramente alterado, em um novo acerto de mistura ar-combustível — para ser aprovado nas emissões de poluentes.

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Concepção quase centenária deve sofrer apenas algumas mudanças menores no exterior, para conferir um pouco mais de modernidade

Se não mudar em relação às Bullet 500 e Classic 500 que saíram de linha nos outros componentes mecânicos, as suspensões seguirão o padrão e o garfo telescópico com tubos de 35 mm de diâmetro e curso de 130 mm na dianteira, junto a dois amortecedores a gás na traseira. O curso de 80 mm e o ajuste na pré-carga das molas foram pensados para dar mais conforto. Com 190 kg de peso total, o chassi tubular tipo diamante faz, por sua vez, com que tenha rigidez.

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Já o painel da nova Royal Enfield pode permanecer com dois instrumentos redondos que ficam embutidos sobre a mesa superior da suspensão dianteira, onde também está o farol, duas luzes de posição e a chave de ignição. Nele, estão contidos velocímetro analógico com hodômetro total e as luzes-espia. Entre elas, três indicadores do sistema de injeção de combustível, do ABS e de alerta de reserva no tanque de combustível.

Fonte: IG CARROS

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Projeto de lei com texto aprovado quer o fim dos carros a gasolina

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Projeto busca estimular matrizes energéticas mais sustentáveis que o combustível fóssil; veja os detalhes

Rio – A partir do primeiro dia de janeiro de 2030, novos veículos movidos a gasolina ou diesel serão proibidos no Brasil. Parece mentira, mas não é. Pelo menos não totalmente. O fim dos veículos capazes de rodar com combustíveis fosseis é o que propõe o Projeto de Lei 304/2017, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que teve seu texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na última semana.

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De acordo com a proposta do senador piauiense, a partir de 2030 só poderão ser vendidos por aqui veículos movidos a biocombustível, o que inclui o já conhecido etanol e o biodiesel. Além, é claro de modelos abastecidos diretamente das tomadas por eletricidade, que ainda engatinham por aqui. Nem híbridos serão permitidos, segundo projeto. 

Em 2040, a limitação interromperia a circulação de todos os veículos movidos a combustíveis fósseis e não só os novos. Os únicos modelos livres de tal impedimento, segundo o Projeto de Lei, seriam os veículos de coleção, oficiais ou diplomáticos.

Exemplo

Apesar de parecer radical, a proposta de Nogueira está no mesmo caminho de iniciativas vistas em países desenvolvidos. No Reino Unido e na França, por exemplo, esse tipo de veículo não será mais comercializado a partir de 2040.

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A proposta, que tramita desde 2017, ainda depende de avaliação na Comissão de Meio Ambiente, responsável por ponderar eventuais impactos na mudança de matriz energética, assim como a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Só depois disso, o projeto irá para sanção de deputados, senadores e, por último, pelo Governo Federal.

Fonte: IG CARROS

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