Momento Saúde

Paciente morre com suspeita de H1N1 em Rondonópolis MT

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    Um paciente da Santa Casa de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, morreu nesta segunda-feira (10) com suspeita de H1N1. A identidade da vítima não foi divulgada. Além deste óbito, outras três mortes pela doença são investigadas pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT).

 

    Das mortes, três foram registradas em Rondonópolis e uma no município de Pedra Preta, a 243 km de Cuiabá. As outras mortes foram registradas no mês de maio.

    No dia 27 do mês passado, um idoso de 64 anos, que estava internado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, morreu. Segundo o laudo médico, ele estava com dificuldade para respirar.

    Já no dia 29, uma mulher, de 44 anos, morreu na Santa Casa. Ela apresentava sintomas da doença. Um dia depois, um homem que estava internado no Hospital Regional morreu com os mesmos sintomas.
A secretaria de Saúde de Rondonópolis informou que não há mais vacinas disponíveis nos postos. Ainda segundo a secretaria, mil doses foram solicitadas ao Ministério da Saúde.

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Momento Saúde

Incidência de lesões graves na medula aumenta no verão, diz médico

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A incidência de lesões graves na medula (trauma raquimedular) aumenta no verão. O alerta é da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC).

Segundo a SBC, no verão, os acidentes causados pelo mergulho em águas rasas constituem a segunda principal causa das lesões medulares. Fora da estação quente, tais acidentes ocupam a quarta posição.

Entre as vítimas deste tipo de acidente, 90% são jovens, na faixa etária de 10 a 25 anos. “Na totalidade, esses casos são graves. O [resultado] mais frequente é a tetraplegia, em que os pacientes perdem os movimentos do pescoço para baixo. E esse trauma, da lesão medular, por acidente de mergulho, pode vir ainda acompanhado por um traumatismo craniano”, ressaltou o médico André Sugawara, especialista em fisiatria da Rede Lucy Montoro de Reabilitação.

De acordo com o médico, a prevenção é o melhor caminho para evitar um acidente ao mergulhar.

As recomendações principais são: não exagerar no consumo de bebida alcoólica e jamais mergulhar de cabeça. “Não existe profundidade segura. Qualquer mergulho é passível de resultar em um traumatismo na coluna. Entre andando na água e saia andando”, aconselhou Sugawara.

Edição: Nádia Franco
Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Anvisa interdita todas cervejas produzidas pela Backer

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou todas as cervejas produzidas pela Backer cuja data de validade seja igual ou posterior a agosto de 2020. A medida foi anunciada hoje (17) pela autarquia. A decisão foi tomada após os resultados laboratoriais divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento revelarem a presença das substâncias dietilenoglicol e monoetilenoglicol em seis outras marcas de cervejas produzidas pela Backer, além da marca Belorizontina.

Inicialmente, as duas substâncias foram encontradas na Belorizontina, que é vendida como Capixaba no Espírito Santo. Quatro mortes por intoxicação após o consumo da cerveja foram confirmadas. Mais 14 pessoas estão internadas.

Segundo a Anvisa, exames podem mostrar que a fonte de contaminação nas cervejas da marca pode ser sistêmica e não apenas pontual. Considerando que outros lotes de produtos da Backer podem estar comprometidos, a agência decidiu pela medida, em caráter cautelar.

Assim, os lotes de cerveja da empresa Backer com validade igual ou posterior a agosto de 2020 não podem ser entregues ao consumidor. A orientação é para que estas cervejas não sejam consumidas caso já tenham sido adquiridas. Os comerciantes devem retirar o produto das prateleiras. No início da semana, o Ministério da Agricultura havia determinado o recolhimento de todas as cervejas da Backer das prateleiras.

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O dietilenoglicol é uma substância tóxica e que não pode entrar em contato com alimentos e bebidas. A presença da substância na cerveja está associada à ocorrência de óbitos e intoxicações em Minas Gerais. O monoetilenoglicol, embora de menor toxicidade, também tem a presença em bebidas vedada por não fazer parte da composição destas.

O monoetilenoglicol é usado para refrigerar a água usada no preparo da cerveja, mas não deve entrar em contato direto com ela. A Polícia Civil de Minas Gerais e o Ministério da Agricultura investigam como a contaminação ocorreu.

Edição: Fábio Massalli
Fonte: EBC Saúde

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