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Para procuradores da Lava Jato, decisão do STF foge do ‘repúdio à impunidade’

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José Cruz/ABr

Sede do Ministério Público Federal

A força-tarefa da Lava Jato de Curitiba fez críticas contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que acabou com a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Apesar de frisaram que o entendimento do Supremo deve ser respeitado, os procuradores demonstram preocupação com o risco de impunidade para acusados de crimes de colarinho branco.

“A decisão do Supremo deve ser respeitada, mas como todo ato judicial pode ser objeto de debate e discussão… A decisão de reversão da possibilidade de prisão em segunda instância está em dissonância com o sentimento de repúdio à impunidade e com o combate à corrupção, prioridades do país”, afirma nota divulgada pelos procuradores na noite desta quinta-feira.

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A Lava-Jato estima que pelo menos 38 condenados no Paraná serão beneficiados pela decisão. Além de Lula, o ex-ministro José Dirceu, que cumpre pena no presídio de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba , também poderá ser solto.

No comunicado, a Lava Jato prevê que a operação sofrerá impacto em seu trabalho de combate à corrupção .

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“A existência de quatro instâncias de julgamento, peculiar ao Brasil, associada ao número excessivo de recursos que chegam a superar uma centena em alguns casos criminais, resulta em demora e prescrição, acarretando impunidade. Reconhecendo que a decisão impactará os resultados de seu trabalho, a força-tarefa expressa seu compromisso de seguir buscando justiça nos casos em que atua”, afirmou nota da Lava Jato .

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Mais um óbito por COVID-19 é confirmado em Cuiabá

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O prefeito Emanuel Pinheiro e o secretário municipal de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho lamentam profundamente mais um óbito por COVID-19 de residente da capital.

A vítima é um homem de 52 anos, que começou apresentar sintomas no dia 15/05 e estava internado no Hospital Santa Casa desde o dia 20/05. Ele era cardiopata, diabético tinha doença hepática. Foi a óbito na madrugada deste domingo.

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Sem as medidas de isolamento, estaríamos com até 1,4 mil casos, afirma Emanuel

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O prefeito Emanuel Pinheiro afirma que, caso o Município não tivesse adotado as medidas de isolamento social desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), Cuiabá poderia ter neste momento até 1,4 mil casos confirmados. Conforme boletim da Secretaria Municipal de Saúde, o número hoje é de 692 casos confirmados de residentes no município. 

“Estamos crescendo uma média de 7%, por semana, de casos confirmados, mas com uma baixíssima taxa de óbitos. Esse número, que hoje está em 655, se fosse as medidas adotadas pela Prefeitura, poderia estar com 1,2 mil ou até 1,4 mil casos. Poderíamos estar como algumas capital que, agora, por exemplo, o sistema entrou em colapso, com centenas de morte por Covid-19”, argumentou Pinheiro. 

Segundo o chefe do Executivo, com base em apontamentos técnico-científicos, o trabalho realizado na cidade hoje tem o objetivo de achatar a curva de infecções. De acordo com ele, ao realizar esse processo é possível causar o adiamento do pico de contaminação, até que o mesmo seja pulverizado, evitando dessa forma que o sistema de saúde pública da capital entre em colapso. 

“Graças as medidas da Prefeitura com o apoio da maioria da população, estamos fora desse contexto de descontrole total. Trabalhamos com esse planejamento para que haja esse achatamento da curva e para que aquilo que o sistema de saúde tem à disposição seja o suficiente para salvar vidas. Com isso,vamos manter esse controle que estamos tendo após 90 dias de pandemia na nossa Capital”, completou o gestor. 

Para assegurar que Cuiabá continue no caminho certo no enfrentamento ao coronavírus, o prefeito Emanuel Pinheiro anunciou nesta semana que, a partir de agora, o Executivo também passa a utilizar como base em suas decisões as recomendações da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Uma delas, é o monitoramento das alterações epidemiológicas, pelo período de 14 dias, a cada nova etapa implantada no combate ao contágio. 

Além das medidas da OPAS, a Prefeitura já utiliza como suporte os dados técnico-científicos da equipe de saúde do Município, bem como as recomendações de biossegurança da Organização Mundial da Saúde (OMS) e Ministério da Saúde. “É mais um reforço que nos ajudará a continuar tomando as decisões corretas e protegendo a população de uma doença perigosa e quem neste momento, não possui vacina”, finalizou Pinheiro.

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