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5 coisas que você talvez não saiba sobre a raça pitbull

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Os cães da raça pitbull  estão entre os animais mais imcompreendidos e que mais sofrem preconceito por parte da população. É um bichinho em que as pessoas acreditam ser agressivos e nada amorosos. Mas será que os “achismos” são verídicos?

Para esclarecer os mitos que cercam essa raça conversamos com Wagner Wilson Bettega, cinotécnico da Royal Canin Brasil. Ele conta a seguir algumas curiosidades sobre os pitbulls e traz informações que você provavelmente não sabia, mas que irão esclarecer de uma vez por todas esses preconceitos.

Pitbull da raça pura
Marcelly Pacheco Del Manto

Pitbull da raça pura


1. A agressão é efeito de uma “mestiçagem”

Muitas pessoas não sabem, mas existem linhagens puras e não puras de pitbulls. De acordo com Wagner, durante os anos 90 até os dias de hoje, a raça sofreu e ainda sofre muito com a mestiçagem. “A grande maioria dos ataques registrados em nosso país, ocorrem, infelizmente, com estes mestiços, que diante dos olhos leigos, passam a ser julgados como pertencentes a raça american pitbull terrier (o pitbull puro), quando na realidade são cães sem raça definida (SRD)”.

2. Mas mesmo assim, eles são ruins por natureza?

O especialista conta que quando entramos no tema relacionado aos ataques, analisando a maioria dos casos, a falta de orientação é um dos principais fatores para que eles acontecessam. Geralmente há uma grande combinação negativa entre o tutor e o cão, onde não se tem um conhecimento completo sobre a raça, ou até mesmo em relação ao convívio com cães sem uma educação adequada para que seja um animal de estimação. Geralmente o cão já é tratado com os preconceitos que o cercam desde o início de sua jornada.

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“É uma raça, que como qualquer outra, requer cuidados com relação a educação voltada ao convívio com outros cães e animais, mas que diferente do que se pensa, se mostra muito fiel aos seres humanos”, afirma Wagner.

3. Há um poderoso mito sobre sua mordida.

Um dos grandes mitos criados com relação à raça está relacionado à sua mordida. Ao longo do tempo, criou-se uma falsa afirmação que dizia que se um pitbull mordesse alguém, ninguém conseguiria abrir a boca do cão. Além disso, criou-se o mito de que esta era a mordida mais poderosa do reino animal.

“A verdade é que como qualquer outro cão ou animal, o “peso da mordida” varia de indivíduo para indivíduo. Por exemplo, se compararmos a mordida entre cães da mesma raça, ela varia em percentuais bem consideráveis, o que configura esta questão como um grande mito. Com técnicas adequadas, a boca de qualquer cão pode ser aberta no momento de uma mordida, sem machucar a vítima e sem machucar o animal” conta o especialista.

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4. É sim uma boa raça para crianças

Ao contrário do que muitos pensam, são cães que podem sim ser bastante amorosos e ter um bom relacionamento com crianças. A agressividade não é genética, tendo muito mais a ver com a criação do animal. Portanto, o relacionamento entre ambos será benéfica, desde que o tratamento que o pitbull receber ao longo de sua vida também seja bom e amoroso.

5. Eles não são bons cães de guarda

Ao contrário do que também se pensa bastante, a raça pitbull não se desenvolveu como um bom cão de guarda. Na verdade, caracterizam-se mais como cães de esporte, ou seja, bons companheiros para se ter em uma família. Além disso, também dão ótimos animais de terapia, pois trazem todo o apoio emocional necessário para quem está sendo tratado, especialmente quando são crianças.

Além desses fatores, o especialista frisa que é fundamental que os tutores que têm interesse em adquirir um filhote da raça avaliem antes o seu perfil para entender se preenchem estes e outros pré-requisitos, para uma convivência harmônica com o animal. “É importante que procurem o universo de criadores sérios da raça no Brasil, profissionais que criem cães de raça pura, e sigam rigorosos processos para garantir o bem-estar animal”, conclui.





Fonte: IG PET

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Tudo o que você precisa saber sobre o adestramento com coleira eletrônica

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O uso da coleira eletrônica nos pets ainda é bastante controverso. Isso porque muita gente ainda acredita que o adestramento com o acessório é muito agressivo, chegando a ser até torturante para o bichinho. Porém, de acordo com o adestrador André Almeida, do Adestramento Comportamental, o método é eficiente e seguro, desde que feito de maneira correta.

De acordo com o especialista, o preconceito com o adestramento usando a coleira eletrônica é devido a maus profissionais, sem experiência o suficiente nem conhecimento da ferramenta, que utilizaram de maneira incorreta o acessório no animal.

“O colar não é utilizado para ensinar o cão, senão vira algo punitivo e o cachorro não aprende dessa forma. A informação errada passada por esses maus profissionais foi o que trouxe muitos problemas”, explica.

Cãozinho usando coleira eletrônica
Reprodução/Amazon

A coleira eletrônica é segura e eficaz para o pet, mas precisa ser usada corretamente

André conta que a coleira eletrônica era usada geralmente por pessoas que queriam uma mudança imediata no comportamento do cão. Utilizavam o acessório para causar o desconforto no animal. “Automaticamente o cachorro chorava, fugia, gritava e isso traumatizava ele. Não é a forma correta de lidar com a ferramenta”, alerta.

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Outra coisa são as formas de intensidade de choque da coleira eletrônica que também podem ser usadas de maneira incorreta. Os animais são mais sensíveis que os seres humanos e começam a sentir o equipamento em níves menores de intensidade. Geralmente ela deve ser menor do que o nível 4 ou será muito desconfortante para o pet. Os humanos podem aguentar até 20 níveis de intensidade, portanto testes nesses indivíduos não devem ser levados em conta.

Em alguns casos, em que a punição ao comportamento do cão é a única saída. Nesses casos é essencial que seja feito um reforço positivo após o choque. “Atendi uma casa em que os cães brigavam muito, toda semana eles estavam todos machucados. Entramos com a punição e quando eles paravam de brigar, reforçávamos aquele comportamento de forma positiva, com atividades prazerosas, como passeios, brinquedos, petiscos, etc”, conta.

O adestrador ainda explica que todas as raças podem fazer o adestramento com a coleira eletrônica. O que muda será a sensibilidade de cada pet. É necessário ser feita uma associação do equipamento no cão antes de começar a utilizar para ele não associar que é o acessório que faz isso. Várias opções devem ser testadas no bichinho antes de chegar nessa ferramenta. 

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O adestrador ainda fala um pouco mais sobre como a coleira eletrônica funciona no pet e algumas outras informações técnicas do equipamento no vídeo abaixo. Confira.



Fonte: IG PET

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