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Conheça Tom Zé, a calopsita que passeia por São Paulo em uma mochila adaptada

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paulinha portes leva passarinho tom zé em mochila
Acervo pessoal

A calopsita Tom Zé passou a acompanhar a dona, Paulinha Portes, graças a uma mochila adaptada especialmente para ele

Tutortores de animais com rotinas intensas e que passam muito tempo fora de casa têm preocupação redobrada com pets, já que os bichinhos ficam sozinhos em casa durante longos períodos. Não é o caso de Tom Zé, uma calopsita  que ganhou atenção principalmente de quem frequenta o centro histórico da cidade de São Paulo com olhos atentos.

O motivo: sua dona, a assistente de produção Paulinha Portes, o leva sempre consigo em uma mochila adaptada especialmente para ele, com visão panorâmica. Foi a maneira que ela encontrou para manter o amigo pássaro sempre por perto.

Antes da pandemia, os dois costumavam fazer longos passeios pelo Minhocão, em casas de amigos e em restaurantes que permitem a entrada de animais em São Paulo Tom Zé também ajuda a produtora a fazer compras no supermercado e até a acompanha em um cafezinho na padaria preferida dela.

O dia a dia de Tom Zé, das andanças e aventuras até momentos de cantoria em casa, é registrado e postado pela dona em um perfil no Instagram . “Tom é um carinha muito sociável, adora receber e estar no meio de pessoas. Tem uma personalidade bem forte e é super amigável, além de fotogênico”, define Paulinha, em entrevista ao Canal do Pet.


Paulinha explica que Tom Zé foi um presente de namoro. “Ele [Tom Zé] foi escolhido por mim em um criadouro. Eu queria o mais despachado e cantor”, lembra. Apesar de ter sido vendido como manso, a dona conta que demorou pelo menos um mês para conseguir ganhar a confiança da calopsita e acariciá-la. “Ele morria de medo de humanos e atacava qualquer aproximação com as mãos. Começamos a proximidade no ombro e aí fluiu”, diz.

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Uma publicação partilhada por tomzepassarinho (@tomzepassarinho) a 10 de Ago, 2018 às 9:58 PDT


Tom Zé não foi o primeiro pássaro que Paulinha teve. Ela já criou um  galo e uma outra calopsita. A criação desses dois outros bichinhos eram similares a de Tom Zé, de forma mais livre possível. O galo chegava a atravessar a rua ao lado de Paulinha, enquanto a outra  calopsita passeava pela cidade em seu ombro.

Paulinha tentou fazer o mesmo com Tom Zé, mas uma série de viagens de trabalho fizeram com que o pássaro passasse mais tempo com a mãe dela, a “avó” do pássaro. “Ela não tem o mesmo manejo que eu e não teve coragem de sair com ele. Acabou que Tom Zé ficou medroso. Minha mãe mora a 65 km daqui e como não tenho carro, nem sempre arrumo um boa carona em que caiba a  gaiola dele, minhas coisas e eu”.

Ela conta que a primeira tentativa de deslocamento mais confortável foi com uma sacola de mão. “Era quadrada e devia servir para hamsters , não sei bem. Então não era tão confortável. Tom Zé mal cabia lá e ficava todo corcunda, tadinho”, relata.

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Café da manhã com humanos

Uma publicação partilhada por tomzepassarinho (@tomzepassarinho) a 25 de Nov, 2018 às 6:53 PST


Até que um dia, uma “tia” de Tom Zé mandou uma foto de uma mochila para Paulinha. Pensou que seria uma boa ideia adaptá-la para levar a calopsita por aí. Apesar de ter adorado a mochila, a peça tinha um muito preço acessível.

“Um ano depois encontrei a mesma mochila por um preço melhor. Eu tinha acabado de concluir um trabalho e decidi me presentear com ela. Foi a melhor coisa que fiz”, conta.

Ao levar seu melhor amigo para todos os lugares, Paulinha sente que não só seu laço com Tom Zé melhorou, mas também a sua própria forma de encarar seus trajetos. “Precisei reduzir a velocidade ao caminhar para ele não chacoalhar tanto e comecei a dar mais atenção para as aves que estão ao redor”, explica.

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“quem é esse cara na minha mochila?”

Uma publicação partilhada por tomzepassarinho (@tomzepassarinho) a 17 de Jun, 2020 às 3:05 PDT


Existem pessoas que não olham com bons olhos a locomoção de Tom Zé na mochila, mesmo que ela seja totalmente adaptada para ele. De acordo com a tutora, muitos afirmam que ela está tirando a liberdade da calopsita.

“Teve gente que já falou que estou aprisionando o pássaro dessa forma, mas nem todo criador é uma pessoa legal e consegue pensar no que o pet precisa”, diz. Para ela, a mochila representa o contrário. É a maneira que ela encontrou de conseguir fazer com que Tom Zé pudesse ver o mundo, além de ser o que o transporta com segurança.

“Eu tento dar a melhor vida para o Tom Zé. Quero que ele esteja presente na maior parte dos momentos, preferencialmente solto”, ressalta. “Dentro de casa, a gaiola é o apartamento”.

Fonte: IG PET

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Gatos pretos dão azar? 8 Mitos e verdades sobre esse felino

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Durante a temporada do Halloween (ou Dia das Bruxas, como é chamado no Brasil) histórias antigas de fantasmas, contos assustadores, vampiros e gatos pretos tomam conta da imaginação das pessoas. Mas, afinal, por que os gatos pretos são constantemente associados ao Halloween?

Existe uma série de mitos que podem confundir os mais supersticiosos, fazendo com que tenham atitudes baseadas em pura fantasia com esses felinos. Para esclarecer de vez a relação dos gatos pretos com o Halloween, a Mars Petcare reuniu alguns mitos e verdades sobre o assunto.

Gato preto deitado em cenário de halloween
Mars Petcare

Mitos e verdades sobre gatos pretos


Gatos pretos são diabólicos

Mito! Essa fama falsa vem de tempos antigos da Idade Média, quando a caça às bruxas era tema comum na época. Geralmente, os gatos pretos podiam ser encontrados com mulheres mais velhas que viviam sozinhas, fazendo crescer no imaginário da população sua relação com as bruxas e com a feitiçaria. Desde então, essa ideia foi perpetuada em filmes, histórias e decorações de Halloween, quando vemos bruxas com seu caldeirão e um gato preto ao lado.

Gatos pretos trazem má sorte

Mito! Não existem provas de que gatos pretos trazem sorte de qualquer tipo, seja boa ou má. O que podem ser encontradas são superstições, que novamente são criadas através de histórias antigas de folclore. Mas, a verdade é que muitos tutores se consideram sortudos por terem seus gatinhos pretos e isso não é novidade.

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Gatos pretos nem sempre fotografam bem

Verdade! Até mesmo os amantes de gatos pretos sabem que seus adoráveis felinos nem sempre fotografam bem. Mas, nada tem a ver com o humor do bichano. Seu nariz fofo, olhos elétricos e rosto adorável não são captados tão bem sem iluminação adequada. Uma dica é certificar-se de haver muita luz natural, como o sol entrando pela janela, e a iluminação estar atrás do fotógrafo – não atrás do gato – no momento da foto.

Gatos pretos são inteiramente pretos e possuem olhos verdes

Mito! Quando olhamos para imagens reproduzidas dos gatos pretos vemos o pelo totalmente escuro, mas isso não é verdade, a maioria não é inteiramente preto. Se olharmos para sua pelagem, principalmente na luz solar, é possível perceber algumas partes marrons.

Geralmente essa característica depende da genética do gato e da sua quantidade de melanina. Ou seja, tudo se resume aos genes de um gato preto (quais são os dominantes ou recessivos) e a melanina.

Gatos pretos podem ser mais resistentes à algumas doenças

Verdade! Há evidências científicas que sugerem que os gatos pretos podem ser geneticamente mais resistentes a algumas doenças. Alguns pesquisadores acreditam que o gene que faz a pele do gato ficar preta também pode garantir a eles mais formas de combater doenças. Algumas pesquisas indicam, por exemplo, resistência à FIV (também conhecido como HIV felino).

Gatos pretos causam epidemias

Mito! A ideia de que se um gato preto cruzasse seu caminho mortes por pragas aconteceriam no futuro foi originada na Europa em tempos antigos e é apenas um mito, já que se um gato preto passa por você, o único significado é que ele deseja chegar a outro lugar. Atualmente, nós temos acesso a informações de como o contágio de doenças acontece e sabemos que gatos pretos não são causadores delas.

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Gatos pretos são adotados na mesma proporção que gatos de outras cores

Verdade! Ao contrário do senso comum, na realidade os gatos pretos são adotados na mesma proporção ou até mais do que gatos de outras cores. Pelo fato da genética que escurece a pelagem ser dominante, a chance de nascer um gatinho preto é maior. Por isso, temos a impressão de que eles são maioria nos abrigos para adoção, mas isso não significa que eles não são adotados e sim que estão em maior número.

A maioria dos abrigos e ONGs suspendem adoção de gatos pretos em outubro

Mito! Com os estereótipos que rondam os gatos pretos, não é surpresa que alguns abrigos e ONGs decidam suspender em outubro o processo de adoção desses felinos por medo de que coisas ruins aconteçam com eles após a adoção. Mas, atualmente, existe uma abordagem mais proativa por parte dos abrigos e ONGs para que eles sejam adotados durante o ano todo e que os mitos que circulam sejam extintos.

Um caminho utilizado nos tempos atuais é obter informações sobre os possíveis futuros tutores e conhecê-los através de conversas, entendendo se trata-se de uma adoção responsável.

Fonte: IG PET

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