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Guia de Raças: Bichon Havanês, um companheiro alegre e divertido

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O havanês se dá muito bem com crianças e outros animais
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O havanês se dá muito bem com crianças e outros animais

Acredita-se que os ancestrais do Bichon Havanês tenham origem na região ocidental do Mediterrâneo e tenham sido trazidos por oficiais do exército espanhol como um presente para famílias de alta classe de Havana, capital de Cuba, ainda no século 18. Após uma série de cruzamentos, já no século 19, nascia o Bichon Havanês como é conhecido até os dias de hoje.

Entre as raças que deram origem a esse cãozinho estão as raças como  Maltês e Bichon Frisé , especula-se também que façam parte da mistura cães da raça Poodle e Tenerifes. O Bichon Havanês é a única raça de cachorros de origem cubana e foi muito popular entre os membros da aristocracia do país por muitos anos.

Em meados do século 20, a raça começou a perder popularidade entre a alta classe, graças a uma nova padronização de raças, que seguia um estilo mais norte americano. O Bichon Havanês passou então a fazer parte das famílias mais humildes e de muitas que fugiram do país durante a revolução de Fidel Castro. Hoje, com a baixa popularidade – entre outros problemas sociais e políticos, o Bichon Havanês corre o sério risco de desaparecer completamente de Cuba.

O curioso é que, após o país de origem da raça tê-lo abandonado e o deixando em risco de extinção, por adotar o estilo dos Estados Unidos, no país do Tio Sam o Havanês se tornou muito popular, chegando a ser uma das 30 raças de cachorro mais procuradas do país. O reconhecimento oficial do Bichon Havanês nos Estados Unidos, pelo American Kennel Club, veio apenas em 1996.

Personalidade do Bichon Havanês

O Bichon Havanês é a única raça de origem Cubana
Jimi Malmberg/Unsplash

O Bichon Havanês é a única raça de origem Cubana

Um cãozinho companheiro, alegre e divertido. Por ser pequeno, o Havanês pode se adaptar bem a ambientes menores, como apartamentos,  mas o ideal para ele são mesmo os ambientes maiores, para que possam correr e brincar à vontade.

A raça se dá muito bem com crianças e outros animais de estimação, especialmente outros cães. Eles adoram estar junto ao resto da família, por isso não são muito indicados para tutores que não terão tempo para dar a atenção que eles precisam.

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A socialização é muito importante para a raça, pois podem acabar se tornando cães muito tímidos. Além disso, mesmo sendo muito pequenos, eles são bastante protetores e não tendem a latir muito, a menos que sintam que alguma ameaça.

Os pelos longos escondem um corpo forte e musculoso, por isso praticar atividades físicas como  caminhadasbrincadeiras com esse pet é sempre algo necessário. Para quem procura um animal cheio de energia, companheiro e de tamanho pequeno, o Bichon Havanês é uma ótima opção.

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Saúde e higiene

Com pelos longos, lisos e de camada dupla que dão um ar mais “cheio” ao pet e ajudam a protege-lo do calor. Caso o tutor escolha por deixar os pelos do pet mais longos,  é importante escová-los ao menos três vezes por semana, para evitar a formação de nós e emaranhados.

Os banhos devem ser dados ao menos um a cada 15 dias, com produtos indicados para cães de pelos longos, como o Bichon Havanês. Entre um banho e outro, é necessário ter atenção aos olhos e orelhas do pet, que precisam ser limpos para evitar o acúmulo de sujeira – lenços úmidos ou gazes são boas opções.

Problemas oculares, como lágrimas,  e de ouvido, como otite canina  e surdez podem afetar o Bichon Havanês. É importante realizar a limpeza ao menos uma vez por semana e, caso o tutor note o acúmulo de cera ou secreções escuras, deve procurar um médico veterinário o quanto antes. Realizar uma tosa na região dos olhos também é indicado, para evitar que os pelos atrapalhem a visão do pet, ou mesmo que machuquem o globo ocular.  

Problemas como displasia também podem afetar o Bichon Havanês, mas, no geral, é uma raça que não tem tantos problemas de saúde, sendo indicado, como qualquer outra raça, que se faça um acompanhamento com visitas regulares ao veterinário.

Fonte: IG PET

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Guia de Raças: conheça o Akita Americano, um cachorro leal e protetor

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Paciente com crianças, apesar de as fêmeas se darem melhor do que os machos, que tendem a se aborrecer
Red Dragonsoul/flickr

Paciente com crianças, apesar de as fêmeas se darem melhor do que os machos, que tendem a se aborrecer

A origem do Akita Americano é semelhante à do Akita japonês, mais conhecido como Akita Inu. A história conhecida conta que no início do século 17, o imperador japonês baniu um nobre rebelde, que ficou exilado na região da província de Akita.

O rebelde passou a encorajar os barões da região a criarem uma nova raça de cães de grande porte e versáteis para a caça. Inicialmente chamados de Matagi Akitas, eram cães usados para a caça de grandes animais, como ursos e javalis, posteriormente sendo usados também como cães de briga.

Ter um Akita já foi restrito para a nobreza, mas com o passar do tempo a raça por perdendo popularidade e passou a ser cão de companhia para pessoas comuns da sociedade.

A distinção entre as duas raças começou durante o período da Segunda Guerra Mundial,  quando os cães da raça Akita passaram a ser capturados por oficiais da polícia japonesa – o que quase levou a raça à extinção. Alguns cães remanescentes foram cruzados com cachorros da raça Pastor Alemão, dando traços únicos ao que viria a ser chamado de Akita Americano.

O primeiro Akita foi levado para os Estados Unidos pela escritora e ativista Helen Keller, após o fim da Segunda Guerra Mundial. A raça foi reconhecida pelo American Kennel Club em 1972. Com o passar dos anos, a raça foi recebendo aprimoramentos, sendo hoje bem diferente do Akita Inu, embora o Akita Americano seja também conhecido como “Grande Cão Japonês”.

A personalidade do Akita Americano

Carinho e tranquilo com a família
heymagpie/flickr

Carinho e tranquilo com a família

Este é um cachorro bastante inteligente e muito apegado aos tutores, leal, carinhoso e protetor. Assim como é protetor com os membros da família, ele é também com o território, sendo um cão bastante desconfiado e alerta com pessoas e animais estranhos.

Ter um Akita Americano é uma ótima opção para quem deseja ter um pet amigável e companheiro, mas é preciso socializa-lo bem desde cedo, ou pode se tornar um problema para ter um novo animal no futuro, caso ele venha a entender o novo membro como uma possível ameaça, se bem socializado, não haverá problemas e conviverá bem com outros animais. Com crianças ele se dará muito bem, sendo muito paciente e brincalhão.

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O Akita Americano não é de latir com muita frequência, apenas quando percebe reais motivos para isso, o que o torna também um ótimo cão de guarda para a casa. Este cão cheio de energia precisa de um ambiente com espaço amplo e bastante atividade física para gastar energia, por isso, ao pensar em ter um cachorro da raça, o tutor deve ter em mente que precisará de tempo disponível para passear com ele ao menos uma vez ao dia.

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A raça pode ter também um perfil um pouco destruidor. Brincadeiras e atividades ao ar livre também vão ajudar a gastar a energia acumulada e evitar que o cão fique entediado. É importante oferecer brinquedos e mordedores para o pet, isso ajudará a evitar que ele mordisque os móveis da casa.

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Uma característica interessante é que, assim como os gatos, o Akita Americano tem o habito de esconder as fezes. Um cãozinho preocupado com a limpeza do ambiente, algo que na natureza dificulta que presas (ou predadores) consigam detectar a presença do animal.

Higiene e saúde

O Akita Americano tem uma pelagem longa, macia e de camada dupla. A camada inferior sendo densa e macia, um pouco mais curta, e a camada externa de comprimento médio e reta. É importante escová-los ao menos uma vez por semana, para a eliminação dos pelos mortos e para evitar a formação de nós. 

Duas vezes ao ano o Akita Americano passa pelo processo de troca de pelagem, sendo necessário intensificar os cuidados durante o período, tosas ocasionais são uma opção para facilitar.

Banhos precisam ser dados ao menos uma vez ao mês ou em eventuais necessidades, tendo cuidados com os produtos utilizados no banho, evitando que o pet tenha possíveis reações alérgicas – é válido consultar um médico veterinário.

Como é comum em cães de grande porte, o Akita Americano pode ser afetado pela displasia coxofemoral,  outros problemas de saúde também podem atingir a raça, como o  hipotireoidismo e a atrofia progressiva da retina, principalmente em cães com idade mais avançada.

Visitas regulares ao médico veterinário são fundamentais para prevenir que doenças mais sérias possam atingir o animal.

Fonte: IG PET

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