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Homens com cachorro em app de namoro são ‘mais propensos a amar’, diz estudo

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Fotos com cachorro deixa homens mais interessantes para as mulheres
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Fotos com cachorro deixa homens mais interessantes para as mulheres

Homens que usam fotos com cachorros em fotos de aplicativos de namoro têm maior probabilidade de estar procurando um relacionamento sério e a longo prazo, isso é o que diz um novo estudo conduzido pela professora Maryanne Fisher, uma psicóloga evolucionista da Saint Mary’s University, no Canadá.

A pesquisa, que certamente agradará as mulheres que já passaram por relacionamentos “sem sal” foi publicada na revista Evolutionary Psychological Science. Fisher analisou 750 perfis, de homens e mulheres, perguntando aos entrevistados se eles estavam procurando por relacionamentos de longo prazo ou apenas aventuras de curto prazo.

Para os homens que procuravam algo sério, uma média de oito em cada 10 tinham uma foto de um aplicativo de namoro com um cachorro.  Em comparação, apenas cinco em cada 10 homens à procura de uma aventura posavam com um cão para alguma foto.

No geral, o mais comum é que homens com o perfil mais “aventureiro” estavam mais dispostos a exibir “seus peitos [sem camisa], motocicletas, barcos e peixes que pescaram durante um final de semana”, disse a psicóloga ao The Times de Londres.

Fisher acredita que as fotos com cachorro sinalizam subconscientemente para as mulheres solteiras que um homem é confiável e responsável. “Manter um cachorro vivo é um grande investimento. É um investimento financeiro, mas também é preciso passear com o pet, cuidar dele e mantê-lo vivo. Ao mostrar essas fotos, talvez eles estejam pensando: ‘OK, mulheres, vocês verão isso e deduzirão que estou disposto a fazer as mesmas coisas em nosso relacionamento’”, disse.

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Mulheres solteiras consideram homens com cachorros mais propensos a querer um relacionamento sério
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No entanto, a psicóloga que não se pode simplesmente determinar se os homens incluem as fotos com os cachorros porque “inconscientemente sabem que os cães são a melhor maneira de atrair as mulheres”, mas os homens solteiros às vezes usam cachorros em fotos de aplicativos de namoro para tornar os perfis mais atraentes.

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“Algumas pessoas falam sobre ‘se apaixonar’; na minha área, falamos sobre ‘estratégias de acasalamento’”, explicou Fisher. Em muitos casos, os homens pegam emprestados cachorros que não são deles para tirar fotos e enganarem as acompanhantes, fazendo-as acreditar que eles são “pais de cachorros”.

Novos dados revelaram que os homens que aparecem com cachorros em suas fotos de aplicativos de namoro têm maior probabilidade de estar procurando por algo a longo prazo
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Novos dados revelaram que os homens que aparecem com cachorros em suas fotos de aplicativos de namoro têm maior probabilidade de estar procurando por algo a longo prazo

Em entrevista ao The Times, um homem admitiu que roubou o cachorrinho de um amigo apenas para tirar a foto para por em um aplicativo. “Eu adicionei um ao meu perfil porque… é apenas uma coisa certa ter uma foto com um cachorro. Todo mundo sabe que as pessoas querem te passar e você tem que estar à frente do jogo”, confessou o homem que não teve o nome revelado.

Pesquisas já comprovaram que mulheres de fato têm maior probabilidade de “curtir” o perfil de um homem se ele tiver uma foto com um cachorro. Em uma pesquisa realizada em 2002, realizada por uma marca de alimentos para pets, 63% dos entrevistados afirmaram que ter um cachorro fofo no perfil os ajudou a encontrar um relacionamento online.

Enquanto que 39% dos entrevistados afirmaram que olhavam as outras fotos dos perfis de alguém para tentar encontras a foto com o cachorro, mais até do que da própria pessoa.

Fonte: IG PET

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Guia de Raças: conheça o Akita Americano, um cachorro leal e protetor

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Paciente com crianças, apesar de as fêmeas se darem melhor do que os machos, que tendem a se aborrecer
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Paciente com crianças, apesar de as fêmeas se darem melhor do que os machos, que tendem a se aborrecer

A origem do Akita Americano é semelhante à do Akita japonês, mais conhecido como Akita Inu. A história conhecida conta que no início do século 17, o imperador japonês baniu um nobre rebelde, que ficou exilado na região da província de Akita.

O rebelde passou a encorajar os barões da região a criarem uma nova raça de cães de grande porte e versáteis para a caça. Inicialmente chamados de Matagi Akitas, eram cães usados para a caça de grandes animais, como ursos e javalis, posteriormente sendo usados também como cães de briga.

Ter um Akita já foi restrito para a nobreza, mas com o passar do tempo a raça por perdendo popularidade e passou a ser cão de companhia para pessoas comuns da sociedade.

A distinção entre as duas raças começou durante o período da Segunda Guerra Mundial,  quando os cães da raça Akita passaram a ser capturados por oficiais da polícia japonesa – o que quase levou a raça à extinção. Alguns cães remanescentes foram cruzados com cachorros da raça Pastor Alemão, dando traços únicos ao que viria a ser chamado de Akita Americano.

O primeiro Akita foi levado para os Estados Unidos pela escritora e ativista Helen Keller, após o fim da Segunda Guerra Mundial. A raça foi reconhecida pelo American Kennel Club em 1972. Com o passar dos anos, a raça foi recebendo aprimoramentos, sendo hoje bem diferente do Akita Inu, embora o Akita Americano seja também conhecido como “Grande Cão Japonês”.

A personalidade do Akita Americano

Carinho e tranquilo com a família
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Carinho e tranquilo com a família

Este é um cachorro bastante inteligente e muito apegado aos tutores, leal, carinhoso e protetor. Assim como é protetor com os membros da família, ele é também com o território, sendo um cão bastante desconfiado e alerta com pessoas e animais estranhos.

Ter um Akita Americano é uma ótima opção para quem deseja ter um pet amigável e companheiro, mas é preciso socializa-lo bem desde cedo, ou pode se tornar um problema para ter um novo animal no futuro, caso ele venha a entender o novo membro como uma possível ameaça, se bem socializado, não haverá problemas e conviverá bem com outros animais. Com crianças ele se dará muito bem, sendo muito paciente e brincalhão.

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O Akita Americano não é de latir com muita frequência, apenas quando percebe reais motivos para isso, o que o torna também um ótimo cão de guarda para a casa. Este cão cheio de energia precisa de um ambiente com espaço amplo e bastante atividade física para gastar energia, por isso, ao pensar em ter um cachorro da raça, o tutor deve ter em mente que precisará de tempo disponível para passear com ele ao menos uma vez ao dia.

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A raça pode ter também um perfil um pouco destruidor. Brincadeiras e atividades ao ar livre também vão ajudar a gastar a energia acumulada e evitar que o cão fique entediado. É importante oferecer brinquedos e mordedores para o pet, isso ajudará a evitar que ele mordisque os móveis da casa.

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Uma característica interessante é que, assim como os gatos, o Akita Americano tem o habito de esconder as fezes. Um cãozinho preocupado com a limpeza do ambiente, algo que na natureza dificulta que presas (ou predadores) consigam detectar a presença do animal.

Higiene e saúde

O Akita Americano tem uma pelagem longa, macia e de camada dupla. A camada inferior sendo densa e macia, um pouco mais curta, e a camada externa de comprimento médio e reta. É importante escová-los ao menos uma vez por semana, para a eliminação dos pelos mortos e para evitar a formação de nós. 

Duas vezes ao ano o Akita Americano passa pelo processo de troca de pelagem, sendo necessário intensificar os cuidados durante o período, tosas ocasionais são uma opção para facilitar.

Banhos precisam ser dados ao menos uma vez ao mês ou em eventuais necessidades, tendo cuidados com os produtos utilizados no banho, evitando que o pet tenha possíveis reações alérgicas – é válido consultar um médico veterinário.

Como é comum em cães de grande porte, o Akita Americano pode ser afetado pela displasia coxofemoral,  outros problemas de saúde também podem atingir a raça, como o  hipotireoidismo e a atrofia progressiva da retina, principalmente em cães com idade mais avançada.

Visitas regulares ao médico veterinário são fundamentais para prevenir que doenças mais sérias possam atingir o animal.

Fonte: IG PET

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