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Mano e Mafalda: conheça os pets de Reynaldo Gianecchini

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os cachorros do ator Reynaldo Gianechinni
Reprodução/Instagram/@reynaldogianecchini

Conheça os cachorros do ator Reynaldo Gianechinni

Reynaldo Gianecchini  das novelas todo mundo conhece, mas os seguidores do ator nas redes sociais também sabem que ele é pai de pet ao estilo bem coruja. O ator recheia sua conta no Instagram com fotos da rotina e também diversos  cliques pra lá de fofos ds buldogues Mano e Mafalda. 

Enquanto Mano é mais animado, aparecendo ao lado do dono até durante os exercícios fisícos, Mafalda costuma ser clicada descansando pela casa, bem dorminhoca mesmo. E como bom pai, Gianecchini está sempre grudadinho com os seus cachorros , principalmente durante o período de isolamento social. 

 Uma casa mais alegre

Mano é o filho mais velho e já está com o ator há quatro anos. Mafalda veio completar a família há mais ou menos um ano para, segundo Gianecchini em entrevista ao Gshow, “deixar a casa ainda mais alegre”. 

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Também nesse papo, ele contou que teve um amor à primeira vista pelos dois pets e que os cachorrinhos são sua grande companhia quando está longe das gravações. Pelos registros nas redes sociais de brincadeiras e momentos juntos, não temos dúvida! 

Ele disse ainda que cuidar de Mano e Malfada é como se fosse um treinamento para quando ele tive seus filhos, já que é uma relação que demanda uma dedicação especial, além de muito amor. 

Sucesso nas redes sociais

 Os mais de cinco milhões de seguidores do ator no Instagram acompanham a rotina da casa. São muitas fotos dos cachorros descansando, interrompendo uma sessão de exercício ou se divertindo pelos cômodos. 

Datas importantes também são compartilhadas! Durante a quarentena Mano completou 4 anos e o aniversário dele não passou em branco. A foto do ator com o aniversariante e Mafalda fazendo estripulias no colo dele somou mais de 92 mil visualizações. 


Confira os melhores momentos da duplinha famosa. 

Fonte: IG PET

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Aves silvestres: saiba quais os cuidados necessários para ter uma em casa

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As cacatuas são aves silvestres que vivem bem em espaços domésticos
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As cacatuas são aves silvestres que vivem bem em espaços domésticos

Já pensou em ter uma ave como  animal de estimação ? Além de serem super amigáveis, elas são boas companhias para quem quer um bichinho mas não tem tempo de levá-lo para passear,  como o s cães, ou tem alergia, como pode ocorrer com gatos.  

Se você pensa em ter um pássaro de estimação, a única maneira de tê-los legalmente é adquirindo em um criadouro ou loja especializada e autorizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama). Desta forma você não favore o comércio ilegal de animais e de espécies em extinção. 

“Lembre-se, nunca retire uma ave da natureza para tê-la como animal de estimação. Procure sempre um local confiável para sua aquisição”, diz o veterinário especializado em animais silvestres, Carlos Moraes. Em entrevista ao Canal do Pet, o especialista tirou algumas dúvidas que você pode ter antes de comprar ou adotar o bichinho. Confira.

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Espaço 

Se você pensa em ter uma ave dessas, é necessário muita pesquisa antes. Isso evita frustrações futuras e até mesmo a necessidade de doação ou abandono por parte do criador. Detalhe, quando abandonamos um animal exótico na natureza ele por não fazer parte da nossa fauna, isso desequilibra o meio ambiente. 

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As aves exóticas (aquelas que não fazem parte da fauna brasileira) costumam ser as preferidas dos criadores. As mais populares são o canário-belga, o periquito-australiano, cacatua e a calopsita. 

Em relação ao espaço, o especialista explica que varia de acordo com o tamanho da ave. “Um canário-belga, por exemplo, demanda um ambiente menor em comparação ao espaço de uma cacatua. A dica é, seja qual for a ave que você tenha, seja empático. Você seria feliz vivendo naquele ‘apartamento’ que sua ave tem?”, explica. 

Outra forma de se criar esses animais é em ambiente aberto. Para isso é necessário manter corretamente e em dia o corte da asa, feito por um veterinário, para que ele não escape. 

“O animal domesticado não consegue sobreviver na natureza, devido a sua humanização. Outro fator importante para ressaltar é que o corte da asa serve para que o animal não levante voo a uma altura muito alta. A dica é que a ave deve voar a uma altura razoavelmente baixa e sem cair no chão, o que evita as lesões em musculatura do peitoral ou quebra do bico, que são comuns nos atendimentos no consultório”, acrescenta. 

Se a ave não for criada ao ar livre, a limpeza do recinto onde ela vive deve (gaiola ou viveiro) deve ser feita diariamente. Pelo menos uma boa faxina uma vez por semana, que consiste em retirar a ave do local e limpar poleiros, grades, chão ou fundo de gaiola. Para isso, pode utilizar produtos específicos para desinfecção e aguardar o tempo de secagem para retornar com a ave ao local.

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Alimentação 

Assim como o espaço, a alimentação das aves varia de acordo com cada espécie. Já existe rações disponíveis em lojas especializadas. É como ração para cães e gatos (em bolinhas), porém de tamanho específico para cada espécie. 

“Sementes também devem ser fornecidas dependendo do pássaro e evite as vendidas a granel devido ao risco de fungo nos grãos que pode ser letal para as aves. E no caso de corujas e gaviões, a alimentação é feita a base de carne, já que são espécies carnívoras”, diz Moraes. 

Comportamento e cuidados veterinários

Não existe uma regra geral em relação a aves. Algumas são bem falantes e barulhentas, outras cantam o dia inteiro, outras são mais reclusas e quietas.  São tantas as espécies, que é necessário o entendimento de cada uma delas. Por isso antes de decidir por uma espécie é importante pesquisar sobre seu comportamento.

A orientação é que você leve a ave a cada seis meses para o veterinário. Um pássaro bem cuidado, pode viver até os 80 anos. “Você precisa ter consciência que ela não sobreviverá sem a sua ajuda, por tanto, todo o cuidado para cada ave é especial e elas dependem unicamente e exclusivamente do seu tutor”, encerra. 

Fonte: IG PET

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