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Mulher gasta quase 30 mil reais por ano com pombos de estimação

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Ela gasta quase 30 mil por ano com os pombos de estimação
Kennedy News and Media

Ela gasta quase 30 mil por ano com os pombos de estimação

Uma jovem chamada Meggy Johnson, de 23 anos, de Louth, Lincolnshire (Inglaterra) gasta por volta de £ 4 mil, equivalente a cerca de R$ 29 mil por ano com roupinhas exclusivas, brinquedos e, claro, alimentação e cuidados com os pombos de estimação, que levam uma vida de luxo.

Meggy descobriu uma forte admiração por pombos em 2016, quando estava passeando com a cadela de estimação e a pet, já falecida, a alertou sobre um ninho em uma cerca, no ninho havia dois filhotes de pombo, um já estava morto e o outro bem debilitado.

Ela decidiu levar a pequena ave para casa e a alimentou com uma seringa, passando a chamar a pomba de Moose. Já em 2019, um homem levou até ela uma outra filhote, dentro de um saco plástico e, novamente, ela não pode deixar de cuidar da ave, e a chamou de Sky.

As pombas de estimação são muito bem criadas e contam com roupinhas exclusivas e um quarto só para elas. “Eles parecem super legais, mas os looks também são muito práticos porque pegam o cocô deles e ajudam a manter a casa limpa”, disse ao jornal Metro.

Meggy conta que gasta entre £ 300 e £ 400 (por volta de R$ 2,2 e R$ 2,9) por mês e que acredita que todos os animais merecem uma chance, especialmente pombos, por terem uma má reputação entre as pessoas.

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Além de Moose e Sky, ela também cuida de dois pombos resgatados, Clee e Snowy. Clee foi encontrada em abril, que foi encontrada na parede da garagem de um homem que a ligou para a visar da ave e Snowy, que chegou à família em outubro de 2020, que foi encontrada em um estacionamento de hospital. Ambas estavam bem feridas e não poderiam mais voar.

Agora, o casal é tão mimado quanto os pássaros que vivem com Meggy e têm sua própria coleção de ursinhos de pelúcia e brinquedos macios junto com uma cama de tenda. Meggy é conhecida por resgatar aves e costuma ser avisada quando alguém encontra alguma em situação de risco.

Sky e Moose, os primeiros pombos de estimação de Meggy. Foto: Kennedy News and Media

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Meggy espera que as pessoas comecem a pensar de forma diferente sobre os pombos. Foto: Kennedy News and Media

Clee em sua pequena cama. Foto: Kennedy News and Media

Meggy levando Clee e Snowy para um passeio - eles não podem voar por terem sofrido lesões nas asas quando filhotes. Foto: Kennedy News and Media

“Algumas pessoas dizem, ‘Eca, pombo’ e os chamam de ‘ratos voadores’, e isso é algo que, como amante de pombos, realmente me perturba, mas a maioria das pessoas tem a mente mais aberta”, conta.

Meggy afirma que pombas são ótimas e que merecem mais atenção, inclusive como pet. “O vínculo que você consegue com eles é incrível – eles atendem pelo nome e nos seguem como um cachorro. Eles são os melhores animais de estimação, são tão engraçados”.

Os pombos de estimação têm brinquedos e passeiam em seus próprios carrinhos. “Quando você dá comida na mão, eles ficam mais confiantes. Você pode se sentar com eles, e eles virão, pularão em você e se sentarão em seu ombro”, completa.

Fonte: IG PET

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Enforcador pode fazer mal aos cães? Adestrador explica o uso do equipamento

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Existem enforcadores de variados modelos e materiais
André L. Almeida

Existem enforcadores de variados modelos e materiais

O enforcador é um equipamento bastante utilizado por profissionais em adestramento canino e, muito devido ao nome, se tornou mal visto por muitas pessoas que entendem a ferramenta como uma forma de “torturar” os animais durante os treinamentos ou mesmo durante passeios.

A confusão acontece pela forma como é utilizado que, em muitos casos, é causado pela falta de conhecimento e prática por parte do tutor ou até mesmo do adestrador, e não diretamente relacionado ao enforcador em si.

O enforcador,  assim como qualquer outro equipamento, precisa de um conhecimento prévio  por parte de quem utiliza, que deve apresentar ao cão de maneira correta e simplificada. Assim, o animal associa o equipamento e o uso a algo que seja bom para ele e que reforça ou inibi determinados comportamentos.

Isso envolve o que é conhecido como “reforço positivo e negativo” e “punição positiva e negativa”. O adestrador comportamental André Almeida explica que não existe uma distinção entre “adestramento do bem” e “adestramento do mal”.

O “adestramento positivo”, como é chamado, tem como objetivo sempre reforçar e não punir ou corrigir comportamentos indevidos, dessa forma apenas estimula o que é bom. Na aplicação cotidiana essa prática vai contra o embasamento científico que é usado como referência.

“Para citar um exemplo, quando usam esse nome, a questão de positivo e/ou negativo – baseada nos reforçadores e punidores – que têm embasamento científico é representado por sinais de ‘mais’ e ‘menos’, em que mais é adicionar algo e menos é retirar”, explica o profissional.

O uso do enforcador feito na prática por um adestrador profissional, pode ser visto em vídeo ao final da matéria
Reprodução/Youtube

O uso do enforcador feito na prática por um adestrador profissional, pode ser visto em vídeo ao final da matéria

Quando se fala em “adestramento positivo”, o que se imagina é que apenas dessa forma será algo bom, porém o “adestramento punitivo” também se divide entre positivos e negativos, acrescentando ou retirando algo.

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De forma simples, quando se fala em reforço punitivo, o adestrador não maltratará o animal, apenas deixando de dar algo que ele goste, como deixar de oferecer um petisco para indicar que um comportamento não é adequado.

Reforço ou estímulo reforçador: segundo o behaviorismo, é a consequência de um comportamento que o torna mais provável de voltar a acontecer. O reforço poderá ser positivo ou negativo.

Punição: busca diminuir a probabilidade de que determinado comportamento indesejado volte a acontecer, por meio da apresentação de estímulo aversivo, ou a retirada de um estímulo positivo logo após tal comportamento.

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“Quando o tutor pede que o pet sente, por exemplo, ele apresenta o prêmio e aguarda que o pet realize a função desejada. Enquanto o prêmio não for dado ao animal, essa é a punição negativa, pela retirada de algo bom (algo não foi dado ao cão mesmo que ele tenha feito o desejado)”, continua.

O enforcador não deve ser usado para que o animal pare de puxar durante os passeios, isso requer treinamento adequado
FreePik

O enforcador não deve ser usado para que o animal pare de puxar durante os passeios, isso requer treinamento adequado

“A punição positiva será acrescentar algo que irá diminuir a frequência de um comportamento indesejado, em muitos casos, apenas dizer ‘não!’ ao animal, ele já entende aquilo como uma punição positiva, pois é acrescentado algo para impedir um comportamento”, exemplifica.

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Em resumo, o adestrador oferece ou deixa de dar algo para o animal de acordo com o comportamento exercido, assim o pet associa determinada ação ao que está recebendo no momento. O reforçador aumenta e o punidor diminui a frequência de determinados comportamentos. Isso também deve ser definido observando a resposta que cada animal dará para determinadas ações.

Entendendo o enforcador

O uso correto do enforcador não causa nenhum mal ao cão durante o adestramento
André L. Almenda

O uso correto do enforcador não causa nenhum mal ao cão durante o adestramento

O mesmo sentido vale para o uso de equipamentos como o enforcador. A forma como o adestrador, ou tutor, o utiliza faz com que o animal associe o objeto a algo bom ou ruim. Por isso é importante que se saiba o porquê o equipamento será usado e, principalmente, como ele será usado.

“Assim como diversas outras ferramentas, se for utilizado de forma errada, será prejudicial ao animal de alguma forma. Não se pode jogar a culpa no equipamento por si só”, diz André.

O cão também precisa ser habituado ao enforcador, que não deve ser usado como um atalho para chegar aos resultados. “Muitas pessoas acreditam que os enforcadores são utilizados para impedir que o animal puxe durante um passeio e isso pode piorar muito a situação dele”, diz. “De início, o cão ficará cansado e tende a diminuir, mas para ele o passeio é algo bom e pode acabar entendendo que aquele esforço vale a recompensa”.

André acrescenta ainda que cada animal leva um tempo de aprendizado e o treinamento deve respeitar esse período. “Não se pode tentar impor a pressa do dono ou mesmo do adestrador para o animal, isso é injusto com o cão. Os problemas de um cão devem ser resolvidos no tempo certo, que é o tempo dele.  Não se pode tentar adiantar as coisas,  o pet não aprenderá nada de um dia para o outro”, avisa.

O enforcador não representa nenhum mal ao cachorro se usado de maneira correta, contudo se o tutor tentar apressar os ensinamentos e usar o equipamento para resolver problemas de maneira mais rápida, este poderá sim fazer mal e até causar lesões ao pet. Isso pode ocorrer com qualquer outro equipamento que seja usado de maneira indevida, até mesmo uma coleira comum.

No vídeo a seguir é possível ver o uso do equipamento sendo feito pelo adestrador na prática:


Fonte: IG PET

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