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Nova lei tornará iguanas verdes e outros repteis ilegais na Flórida (EUA)

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Iguana verde
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Iguana verde

Uma nova lei estadual que proibe a venda e compra de 16 repteis não nativos entrará em vigou nesta quinta-feira (6), no estado da Flórida, Estados Unidos. Entre os répteis estão as iguanas verdes e tegus, dois repteis comuns das Américas Central e do Sul. As novas regras vão impactar lojas e donos desses animais de estimação, segundo informações da NBC Miami.

Aqueles que possuem iguanas verdes e tegus terão que registrar os animais, obter uma licença e ter seus repteis de estimação microchipados. A medida visa cumprir o regulamento aprovado em fevereiro para proteger espécies nativas contra espécies invasoras, que entrou em vigor nesse último fim de semana.

A Comissão de Pesca e Vida Selvagem da Flórida (FWC) estabeleceu um prazo para que sejam implementados os microchips, em todo o estado. A partir de quinta-feira (6), desses animais terão até 28 de julho para obter as licenças necessárias, adequar as gaiolas internas e marcar os animais, e até 26 de outubro para melhorar os compartimentos das gaiolas externas.

Até o momento, o FWC programou eventos que acontecerão das 10h às 16h, para a inserção dos microchips, em diferentes locais do estado.

O lagarto Tegu está entre as 16 espécies que precisarão ser identificadas com microchips
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O lagarto Tegu está entre as 16 espécies que precisarão ser identificadas com microchips

Para as lojas e negociantes de animais vivos, serão proibidas as vendas de espécies não nativas na Flórida, a partir do dia 28 de julho, exceto iguanas verdes e tegus, que exigirão uma licença de uso comercial com exceção limitada.

Segundo a comissão de vida selvagem, existem mais de 500 espécies não nativas na Flórida. A maioria foi introduzida pelo comércio de animais vivos e, em seguida, foram soltas ou escaparam para a natureza, onde se reproduziram.

Os animais sob as novas restrições incluem espécies de pítons, iguanas verdes, lagartos tegu, entre outros. A medida visa conter especies não nativas que interferem na fauna local, competindo por alimentos, trazendo novas doenças ao habitat.

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Fonte: IG PET

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Fundador do Facebook chama sua cabra de ‘Bitcoin’

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Em uma postagem no Facebook, Zuckerberg revelou recentemente seus bodes de estimação Bitcoin e Max
Bruno Gall De Blasi

Em uma postagem no Facebook, Zuckerberg revelou recentemente seus bodes de estimação Bitcoin e Max

O CEO do Facebook, detentor de redes como Instagram e WhatsApp, Mark Zuckerberg, levou internautas a loucura ao revelar que batizou uma de suas cabras como Bitcoin, nome que é dado a uma das principais criptomoedas do mundo.

Existem rumores de que o fundador do Facebook seja dono da criptomoeda, contudo ele não disse nada oficialmente sobre o assunto. Apesar de se interessar pelas moedas digitais por vários anos, chegando a propor a própria moeda, que se chamaria Libra.

Alguns usuários mais observadores relembraram que que Zuckerberg já teria supostamente matado uma de suas cabras e dado o animal de presente para Jack Dorsey, o CEO do Twitter.

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Em entrevista para a revista Rolling Stones, em 2019, Dorsey relatou uma situação em um encontro no qual tiveram uma das cabras como refeição. Nessa época, em 2011, Zuckerberg teria feito um “desafio pessoal” de comer apenas o que matasse, como forma de ser mais sustentável.

My goats: Max and Bitcoin.

Publicado por Mark Zuckerberg em  Segunda-feira, 10 de maio de 2021

Então, não está claro se suas cabras Max e Bitcoin serão criadas pelo bilionário como pets, ou se terão o mesmo destino da supostamente oferecida a Jack Dorsey.

Fonte: IG PET

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