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Pela causa animal: 4 dicas para criar uma vaquinha de sucesso

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Dificuldades financeiras não é motivo para o abandono de um animal de estimação
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Dificuldades financeiras não é motivo para o abandono de um animal de estimação

Todo apaixonado por animais que tem um bichinho em casa sabe o amor e o carinho que nascem desta relação, os animais de estimação são considerados verdadeiros membros da família, como “filhos pet”. No entanto, mesmo que mais de 140 milhões de lares brasileiros contem com a presença de um pet, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), muitas vezes os animais acabam sendo abandonados por seus donos e uma das principais justificativas é a falta de recursos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 30 milhões de animais perderam suas casas no Brasil, algo que foi agravado devido à pandemia de Covid-19, pelos custos elevados, por falta de informação ou, até mesmo, pelo falecimento de seus tutores, vítimas da doença .

Por sorte,  existem muitas ONGs e pessoas que dedicam suas vidas a tornarem a vida destes animais melhor e a encontrar um novo lar para eles. Contudo, os custos para esse trabalho são muito elevados e, em sua grande maioria, acabam recorrendo a campanhas de arrecadação on-line, as populares “vaquinhas”.

Visando ajudar os criadores de campanha a trazerem mais visibilidade para os seus projetos e impulsionar a solidariedade, Flávio Milesi, cofundador do Vakinha, elencou algumas dicas para que as vaquinhas consigam arrecadar mais recursos, ajudando os criadores a continuar seus projetos.

Como criar uma campanha de sucesso

Cães e gatos são abandonados todos os dias no Brasil
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Cães e gatos são abandonados todos os dias no Brasil

Transmita a mensagem de forma clara e com riqueza de informações: é natural que, ao subir uma campanha, o texto seja redigido com base na perspectiva do criador da vaquinha. Contudo, a comunicação muitas vezes pode ser ineficaz, uma vez que os potenciais doadores não têm a clareza sobre o que se trata.

Por isso, ao desenvolver a vaquinha, é importante ter quatro perguntas – e suas respostas – em mente: “qual a relevância das contribuições?”; “qual o propósito da campanha?”; “para onde os recursos serão destinados?” e “o que o doador ganha ao se comprometer com a causa?”. Assim, o senso de empatia e seriedade é transmitido no ato e aqueles que se depararem com sua vaquinha se sentirão mais seguros em realizar a uma doação.

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Saiba contar sua história

O ser humano é apaixonado por um bom enredo e busca, constantemente, fontes de identificação com histórias e as causas animais sempre possuem um forte apelo emocional. Por isso, é importante que a história contada seja retratada de forma criativa e chamativa. Mas, atenção, isso não significa que se deva mentir ou aumentar para ganhar “pontos” com o público, mas sim abordar o tema de forma empática, sincera e chamativa. Para isso, é interessante apostar em slogans, imagens e até mesmo hashtags para engajar cada vez mais.

Aposte em diferentes canais de comunicação

Uma vez que a campanha está ativa no site, é hora de trazer mais visibilidade a ela e, para isso, as redes sociais podem ser verdadeiras aliadas, pois têm grande potencial de atingir as massas. Por isso, não tenha vergonha de divulgar a sua vaquinha em diferentes plataformas e pedir para que os doadores compartilhem. Quanto mais pessoas tomam conhecimento da causa, maiores as chances de atingir a meta mais rapidamente.

Invista em formatos diferentes

Outra dica interessante é não se limitar apenas à comunicação textual. Criar formatos lúdicos, interativos ou mais visuais, como animações, mini documentários e fotos dos pets, por exemplo, podem ser uma ferramenta poderosa, pois geram ainda mais a sensação de identificação com a causa.

Fonte: IG PET

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Cálculo matemático simples compara a idade de um cão à do tutor, mas há exceções

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A idade canina não pode ser comparada diretamente com a idade humana, mas há uma média comparativa básica
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A idade canina não pode ser comparada diretamente com a idade humana, mas há uma média comparativa básica

É comum acreditarmos que para  cada ano de vida de humano, o equivalente a sete anos caninos  se passam, mas essa máxima está longe de ser verdadeira. Existem diversas formas para se calcular a idade canina, em comparação a humana, mas vários quesitos devem ser levados em consideração.

Além dos fatores externos, como alimentação adequada e atividades físicas, que podem elevar a vida dos animais de estimação por mais tempo, o porte e a raça dos cães também tem uma grande influência nessa questão. Um exemplo básico para isso é que cães de raças menores costumam viver mais tempo que cães maiores.

No entanto, enquanto um cão menor atinge sua maturidade mais rápido que um cão maior e, por outro lado, o cachorro maior chega à fase da velhice mais rápido que o pequeno. Em números, enquanto um pinscher atinge a maturidade em alguns meses, um Golden retriever chegará à sua fase adulta em um ou dois anos. No entanto, aos cinco o Golden já é considerado idoso, enquanto o pinscher chegará nessa fase por volta dos 10 anos de vida.

Mas também não é tão simples assim. Como explicado pela  Naomi Harvey, zoóloga da Universidade de Nottingham, que estudou como os cães são tradicionalmente avaliados pela saúde e capacidade física, ela concentrou maior foco na parte comportamental dos animais.

Para exemplificar, ela menciona os cães de raças maiores, como o Dogue Alemão, que fisicamente já podem estar “velhos”, mas com a mente ainda de um cachorro jovem e em seu auge. Embora fisicamente eles já não aguentem mais grandes caminhadas e brincadeiras mais agitadas, ainda precisam ser mentalmente estimulados.

Calculando a idade do pet

Há diversos modos para se calcular a idade de um cão em relação à idade humana. Um cão de apenas um ano é considerado um adolescente em sua puberdade, aos dois já pode ser um jovem adulto de aproximadamente 25 anos. Aos sete o pet já é considerado como um idoso e aos 12 é classificado como geriátrico.

Outros estudos, porém, também consideram questões como o DNA dos animais,  que determinam sua deterioração, crescimento ósseo, entre outros fatores que determinam a sua idade pelo envelhecimento físico.

Um  gráfico produzido pelo professor de biologia da Universidade de Bath, Christian Yates, dá uma base média comparativa entre a idade canina e a idade humana.

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Em oito anos humanos, um cão terá aproximadamente o equivalente a 64 anos
Christian Yates

Em oito anos humanos, um cão terá aproximadamente o equivalente a 64 anos

Em 2013, a BBC publicou uma espécie de calculadora  em que, baseado em dados, pode-se fazer um comparativo em relação à idade do cão e a do tutor. Lembrando que para calcular a idade dos cães também depende de alguns fatores, como o tempo que cada raça leva para atingir as fases da vida (juventude, adulta e idoso). Lembrando que esse tempo também muda de acordo com o porte.

  • Cães de raças menores têm uma juventude mais curta, porém uma vida adulta mais longa
  • Cães de raças maiores levam mais tempo para atingir a maturidade, mas chegam à velhice mais cedo
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Logo, os cães de raças menores possuem uma expectativa de vida maior do que os cães maiores.

  • Cães de porte pequeno: cada ano canino equivale a 12,5 anos humanos.
  • Cães de porte médio: cada anos equivale a 10,5
  • Cães de porte grande: cada anos equivale a 9

Como saber a idade do cachorro?

Alguns fatores também são levados em conta para determinar a idade de um cãozinho, como a arcada dentária, quando um cão perde os dentes de leite e crescem os dentes definitivos. O nível de  deterioração dos dentes caninos ajuda a determinar a fase em que o pet está, conforme os dentes vão se amarelando, ou o nível de tártaro, por exemplo.

Mas este fator também varia de acordo com a vida que o animal leva e os cuidados que se tem com a alimentação. Um cachorro que não tem uma alimentação adequada terá essa deterioração mais rápida que um cão que segue uma dieta regrada.

Por essas questões, para identificar a idade de um cachorro adotado já adulto, por exemplo, apenas um médico veterinário poderá avaliar.

Comparação 

Considerando fatores apresentados, como não apenas a idade física do pet, como a idade mental (afinal, quem tem um espírito jovem jamais envelhece, não é mesmo?), um gráfico comparativo realizado pelo American Kennel Club ajuda a determinar, de forma básica, a idade equivalente entre os cachorros e os humanos e como isso se altera ao logo da vida, de acordo com cada porte.

tabela comparativa de idade
American Kennel Club

Tabela de comparativa de idade canina e idade humana


Fonte: IG PET

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