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Pug morre aos 7 anos e ganha um velório com direito a caixão e coroa de flores

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Funeral de Dexter
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Funeral de Dexter



Dexter Beville, um pug de 7 anos, morreu no último dia 27 em Allentown, cidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. O cãozinho recebeu uma despedida à altura do amor que recebeu em vida, com um velório luxuoso. 

Em postagem que viralizou no Facebook, Tim Beville Jr, um pastor norte-americano, escreveu “Corra livre, Dexter”. Nas fotos, uma grande imagem de Dexter aparecia ao fundo. Logo à frente, tinha um caixão aberto com o cãozinho deitado, morto. Ao redor, várias coroas de flores.

“Obrigado a todos que vieram hoje à noite para se despedir de Dexter!”, acrescentou Tim em seu post, dando a entender que o velório contou com convidados. 

Dexter, que também era conhecido como “Bruiser”, nasceu em 2014, filho do falecido Galaxy e Leinda Rockmore, segundo o obituário. Ele veio para a família de Tim com 9 semanas de idade e viveu por muitos anos felizes.

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Fonte: IG PET

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Luisa Mell nega roubo de cachorro e diz que vai processar quem espalhou notícia

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Luisa Mell
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Luisa Mell



Sobre as falsas acusações de “roubo de uma Borzoi” que circulam nas redes sociais: trata-se ação penal contra Gabriela Sertorio Bueno de Camargo, onde mais de 140 cães, incluindo uma cadela da raça Borzoi foram apreendidos pela POLÍCIA em cumprimento a uma ordem judicial de busca e apreensão no canil da Gabriela Bueno, depois de denúncias de criação irregular de cães e tráfico de drogas. A Borzoi estava há dias, sozinha, em um quarto escuro e sem janela quando a polícia chegou. Quem determinou quais cães seriam apreendidos foram as autoridades públicas, tendo o Instituto Luisa Mell apenas cumprido determinações das autoridades policiais.

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A justiça tentou por mais de 1 ano encontrar Gabriela Bueno para que se defende-se nos autos da ação penal (processo 1510414-41.2018.8.26.0587) que reponde por tráfico de drogas, maus-tratos de mais de 140 animais, exercício irregular da profissão de médico veterinário, pois no local que não era uma clínica veterinária, foram encontradas cadelas suturadas com linha de pesca, anestésicos e tesouras cirúrgicas, além de foto da Gabriela que não é veterinária em uma cesária. Sem sucesso depois de mais de um ano na tentativa de encontrá-la, a juíza entendeu que ela sabia da ação e a deu como citada esse mês.

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Gabriela vem há meses perseguindo as autoridades policiais e as pessoas do Instituto Luisa Mell. Já foi condenada liminarmente a manter distância e na semana passada, condenada a remover das redes sociais diversas acusações caluniosas, como a que uma Borzoi teria sido roubada, mas ainda não foi localizada pelo oficial de justiça (processo 1001516-91.2021.8.26.0587).

Gabriela tentou ainda uma liminar em um habeas corpus na justiça em maio desse ano, pedido que foi negado pelo Tribunal de justiça de São Paulo que, após analisar liminarmente o processo, entendeu manter a ação penal contra ela.

O Instituto Luisa Mell sempre esteve à disposição das autoridades policiais e está tomando todas as medidas judiciais contra as pessoas que vem espalhando acusações mentirosas e criminosas contra nós, incluindo a própria ré, Gabriela Sertorio Bueno de Camargo.

Fonte: IG PET

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