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Séries e realities com cães e gatos contam a vida de aficionados por pets

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Séries contam a vida de pessoas aficionadas por pets; conheça 4
Divulgação / Netflix

Séries contam a vida de pessoas aficionadas por pets; conheça 4

É inegável: os apaixonados pelos animais de estimação amam consumir os mais variados conteúdos sobre cães e gatos. Ou até mesmo conhecer histórias de pessoas que, assim como eles, fariam de tudo para agradar os pets e deixá-los o mais confortáveis possível. 

Para os “pais” e “mães” de pet, nada melhor do que assistir histórias reais ou ficcionais que expressam como o amor pelos bichinhos pode levar as pessoas a realizarem feitos inimagináveis e instigantes. Relatos de pessoas que foram salvas pelos cães, ou que se dedicam plenamente aos animais. 

Cat People

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A série da Netflix reúne diversas histórias inspiradoras de amor entre gatos e tutores. Contando com seis episódios, a produção documental irá retratar a relação de pessoas com os bichanos, algumas que, inclusive, se tornaram famosas por conta dos pets. É o caso de Moshow, o “cat rapper”, que agrega milhares de seguidores nas redes sociais exibindo fotos e vídeos dos seus gatos, que posam para as câmeras vestindo gorros, correntes e acessórios. 

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Outro caso também abordado na série é de um grupo de protetores de animais que atuam na ilha grega de Siros, com população de cerca de 25 mil habitantes e aproximadamente 3 mil gatos. Além disso, ‘Cat People’ irá mostrar a história de Samantha, adestradora que treina os felinos para se apresentarem em shows musicais. 

Apenas Cães

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Disponível na Netflix, a série relata alguns depoimentos emocionantes entre cães e seus donos. ‘Apenas Cães’ já conta com duas temporadas completas, a primeira com seis episódios e a segunda com quatro. Desse modo, em aproximadamente 50 minutos, o público irá conhecer histórias de cachorros que salvaram a vida dos tutores ou o contrário.

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Um dos episódios, por exemplo, conta a história de Corrine, jovem com epilepsia, e de Rory, cão treinado para detectar crises epiléticas. Há na série, ainda, a crônica de um padre brasileiro apaixonado por vira-latas. Amor este que inspirou outras pessoas na criação de uma rede solidária, ocupada em encontrar novos lares para os bichinhos. 

Intervenção Canina

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A produção irá acompanhar o cotidiano de Jas Leverette, treinador de cães que promete educar animais que parecem irrecuperáveis. Para o adestrador, nenhuma raça apresenta comportamentos que não possam ser corrigidos. Logo no primeiro episódio é narrada a trajetória de Lady Macbeth, uma pitbull agressiva que acaba de ser adotada e tem atitudes violentas com todos os amigos do novo tutor. 

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Jas Leverette é fundador de um dos centros de treinamento canino mais famosos dos Estados Unidos, chamado Cali K9. A série, no entanto, gerou controvérsias entre o público: enquanto um grupo de pessoas realizou um abaixo assinado para renovar ‘Intervenção Canina’, outro fez uma petição para que a série fosse cancelada. Os dois grupos divergem em relação aos métodos utilizados pelo adestrador. Por enquanto, ainda não há novidades sobre a renovação.

É o Bruno!

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Lançada em 2019, a série “É o Bruno!”, recebeu uma indicação ao Emmy na categoria de Melhor Série de Comédia ou Drama de Curta Duração. Nela, acompanhamos Malcolm Bartello (Solvan Naim), morador do Brooklyn que se dedica inteiramente a cuidar do cão de estimação Bruno, além de lutar para que a vizinhança cuide do bichinho com o devido respeito. 

A produção expõe várias situações comuns na rotina de fissurados por cães, como ficar ofendido se alguém erra o nome do pet ou brigar com pessoas que não recolhem as fezes dos animais. Malcolm vive para propiciar as melhores condições possíveis para Bruno: prepara a refeição todas as manhãs, escova os dentes do bichinho, o leva para passear e ensina truques. 

Fonte: IG PET

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Guia de Raças: conheça o Akita Americano, um cachorro leal e protetor

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Paciente com crianças, apesar de as fêmeas se darem melhor do que os machos, que tendem a se aborrecer
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Paciente com crianças, apesar de as fêmeas se darem melhor do que os machos, que tendem a se aborrecer

A origem do Akita Americano é semelhante à do Akita japonês, mais conhecido como Akita Inu. A história conhecida conta que no início do século 17, o imperador japonês baniu um nobre rebelde, que ficou exilado na região da província de Akita.

O rebelde passou a encorajar os barões da região a criarem uma nova raça de cães de grande porte e versáteis para a caça. Inicialmente chamados de Matagi Akitas, eram cães usados para a caça de grandes animais, como ursos e javalis, posteriormente sendo usados também como cães de briga.

Ter um Akita já foi restrito para a nobreza, mas com o passar do tempo a raça por perdendo popularidade e passou a ser cão de companhia para pessoas comuns da sociedade.

A distinção entre as duas raças começou durante o período da Segunda Guerra Mundial,  quando os cães da raça Akita passaram a ser capturados por oficiais da polícia japonesa – o que quase levou a raça à extinção. Alguns cães remanescentes foram cruzados com cachorros da raça Pastor Alemão, dando traços únicos ao que viria a ser chamado de Akita Americano.

O primeiro Akita foi levado para os Estados Unidos pela escritora e ativista Helen Keller, após o fim da Segunda Guerra Mundial. A raça foi reconhecida pelo American Kennel Club em 1972. Com o passar dos anos, a raça foi recebendo aprimoramentos, sendo hoje bem diferente do Akita Inu, embora o Akita Americano seja também conhecido como “Grande Cão Japonês”.

A personalidade do Akita Americano

Carinho e tranquilo com a família
heymagpie/flickr

Carinho e tranquilo com a família

Este é um cachorro bastante inteligente e muito apegado aos tutores, leal, carinhoso e protetor. Assim como é protetor com os membros da família, ele é também com o território, sendo um cão bastante desconfiado e alerta com pessoas e animais estranhos.

Ter um Akita Americano é uma ótima opção para quem deseja ter um pet amigável e companheiro, mas é preciso socializa-lo bem desde cedo, ou pode se tornar um problema para ter um novo animal no futuro, caso ele venha a entender o novo membro como uma possível ameaça, se bem socializado, não haverá problemas e conviverá bem com outros animais. Com crianças ele se dará muito bem, sendo muito paciente e brincalhão.

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O Akita Americano não é de latir com muita frequência, apenas quando percebe reais motivos para isso, o que o torna também um ótimo cão de guarda para a casa. Este cão cheio de energia precisa de um ambiente com espaço amplo e bastante atividade física para gastar energia, por isso, ao pensar em ter um cachorro da raça, o tutor deve ter em mente que precisará de tempo disponível para passear com ele ao menos uma vez ao dia.

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A raça pode ter também um perfil um pouco destruidor. Brincadeiras e atividades ao ar livre também vão ajudar a gastar a energia acumulada e evitar que o cão fique entediado. É importante oferecer brinquedos e mordedores para o pet, isso ajudará a evitar que ele mordisque os móveis da casa.

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Uma característica interessante é que, assim como os gatos, o Akita Americano tem o habito de esconder as fezes. Um cãozinho preocupado com a limpeza do ambiente, algo que na natureza dificulta que presas (ou predadores) consigam detectar a presença do animal.

Higiene e saúde

O Akita Americano tem uma pelagem longa, macia e de camada dupla. A camada inferior sendo densa e macia, um pouco mais curta, e a camada externa de comprimento médio e reta. É importante escová-los ao menos uma vez por semana, para a eliminação dos pelos mortos e para evitar a formação de nós. 

Duas vezes ao ano o Akita Americano passa pelo processo de troca de pelagem, sendo necessário intensificar os cuidados durante o período, tosas ocasionais são uma opção para facilitar.

Banhos precisam ser dados ao menos uma vez ao mês ou em eventuais necessidades, tendo cuidados com os produtos utilizados no banho, evitando que o pet tenha possíveis reações alérgicas – é válido consultar um médico veterinário.

Como é comum em cães de grande porte, o Akita Americano pode ser afetado pela displasia coxofemoral,  outros problemas de saúde também podem atingir a raça, como o  hipotireoidismo e a atrofia progressiva da retina, principalmente em cães com idade mais avançada.

Visitas regulares ao médico veterinário são fundamentais para prevenir que doenças mais sérias possam atingir o animal.

Fonte: IG PET

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