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Peugeot confira que o novo 208 será feito na Argentina em 2020

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Novo Peugeot 208 virá para brigar com VW Polo, Chevrolet Onix e Toyota Yaris em 2020

Executivos da marca francesa já haviam confirmado para alguns veículos de imprensa internacional que o novo Peugeot 208 será fabricado no complexo de El Palomar, na Argentina, mas ainda não havia uma palavra oficial sobre isso. Na manhã desta segunda-feira (2), a presidente do Grupo PSA do Brasil, Ana Theresa Borsari, confirma a informação em comunicado.

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“O Peugeot 208 acabou de ser apresentado na Europa e já é a expressão máxima da visão da marca em design, tecnologia e experiência de condução”, diz a presidente. “Ele resgata valores de um segmento em que sempre fomos protagonistas, trazendo a mesma força revolucionária do Peugeot 206 . Por conta disso, confirmo sua fabricação a partir de 2020 em nosso Centro de Produção em El Palomar, na Argentina.”

O modelo será vendido no Brasil ainda em 2020 como parte do novo plano estratégico de reformulação da Peugeot, mas não há qualquer informação oficial sobre versões. O novo Peugeot 208 será o primeiro produto montado sob a plataforma CMP (Common Modular Platform) na América Latina, abrindo espaço para a próxima geração do SUV 2008 e o inédito DS3 Crossback .

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Sobre versões elétricas, o gerente de produto do Grupo PSA para a América Latina, Nicolás Bonnardon, confirmou ao Autoblog Uruguay que lançar novos produtos neste segmento é uma decisão global.

Modelo atual segue em linha

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Rafael Ramalho

O 208 nacional, feito em Porto Real (RJ), continua em linha com a chegada do modelo renovado

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Em um arranjo semelhante ao do Chevrolet Onix, a chegada do novo Peugeot 208 não vai tirar o modelo atual de linha (fabricado em Porto Real, no Rio de Janeiro). De acordo com uma fonte do Argentina Autoblog, ele continuará nas lojas como uma opção mais simples e barata. A informação ainda não foi confirmada oficialmente pela fabricante.

Fonte: IG CARROS
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Veja as versões híbridas do Renault Clio, Captur e Megane com tecnologia E-Tech

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A Renault prepara o lançamento dos modelos híbridos do compacto Clio e do SUV Captur com a tecnologia E-Tech

As montadoras de automóveis estão sofrendo no mundo. Na França, o ministro das Finanças, Bruno Le Maire, afirmou que a Renaut correria o risco de desaparecer se não tivesse ajuda do seu governo. “Estamos viabilizando um empréstimo de 5 bilhões de euros visando salvar a empresa para que ela seja mais produtiva principalmente com veículos elétricos’.

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No momento, a Renault vem ampliando sua estratégia de veículos eletrificados englobando versões híbridas de baixa emissão. Neste mês de junho, chega na Europa o Clio e o Captur, dois de seus principais modelos, com tecnologia híbrido-total e hibrido plug-in respectivamente.

O Clio e Captur usam o trem de força eletrificado, chamado E-Tech, que tem dois motores elétricos montados em uma transmissão sem embreagem. Um dos motores é um pequeno acionador para dar partida no veículo no modo elétrico, e o outro é maior é usado para acionar as rodas.

Eles combinam com o motor a gasolina 1.6 de quatro cilindros. No Clio E-Tech hibrido produz 140 cv e possui uma bateria de 230 volts. No híbrido-total, a frenagem regenerativa do veículo carrega automaticamente a bateria do sistema de forma constante.

Megane
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O Mègane recebeu um novo visual na sua quarta geração e o destaque vai para a versão híbrida plug-in

Segundo a Renault, no Clio E-Tech, cerca de 80% da condução urbana pode ser feita no modo totalmente elétrico a uma velocidade máxima de até 75 km/h. A eficiência de combustível do Clio híbrido é aprimorada em até 40% em comparação com um motor apenas a gasolina.

Por sua vez, a versão plug-in do Captur E-Tech produz 160 cv e usa uma bateria de 400 volts. A Renault afirma que o SUV pode rodar até 50 km no modo totalmente elétrico, com um velocidade máxima de 135 km/h. No híbrido plug-in, a bateria pode também ser recarregada diretamente na rede elétrica.

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Ainda este ano, a Renault apresentará uma versão plug-in do seu sedã médio Mègane. Ele terá a mesma configuração de motores do Captur, permitindo rodar 50 km com energia elétrica.

Os modelos híbridos fazem parte do esforço da Renault para una geração na sua gama de veículos eletrificados. Até 2022, a marca francesa venderá oito modelos totalmente elétricos. Atualmente, a montadora francesa oferece quatro modelos 100% elétricos. O compacto Renault Zoe, vendido no Brasil, os utilitário Kango ZE, a van Master ZE, além do pequeno Twizy.

Conceito para 2025

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O conceito Morphoz adota plataforma CMF-EV criada para veículos elétricos das Renault, Nissan e Mitsubishi

Este ano a Renault apresentou o conceito Morphoz, que antecipa os futuros veículos da marca, a serem lançados a partir de 2025. É um modelo SUV que é definido pela marca francesa como um elétrico de uso pessoal dotado de sistema de direção semiautônomo, com maior grau de automação se comparado aos sistemas atuais, mas que ainda não dispensa o condutor.

O Morphoz é montado sobre a plataforma modular CMF-EV, construída para uso nos futuros elétricos das marcas da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi. Oferece uma carroceria de tamanho ajustável de acordo com a configuração de uso. No modo urbano “City”, o SUV fica com 4,40 m de comprimento e traz um conjunto de baterias de 40 kWh, que garante uma autonomia de 400 km.

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Voltando ao início desta matéria, a Renault deve passar por uma atualização de sua parceria com a Nissan e Mitsubishi. Nesta semana, as três montadoras revisaram seu modelo de negócio visando uma redução de 40% nos investimentos para veículos desenvolvidos em conjunto.

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Com linhas marcantes, o Morphoz é um puro elétrico e terá uma autonomia de 400 km com uma carga

Na América Latina, a plataforma de produtos compactos será reduzidas para uma. Os planos dessa aliança foram anunciados dois dias depois de o governo francês anunciar pacote de auxílio para superar a atual crise acelerada pela epidemia do coronavírus.

Fonte: IG CARROS

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Mercedes A35 AMG:  foguete de bolso

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Mercedes A35 AMG
Carlos Guimarães

Mercedes A 35 AMG é um hatch esportivo de respeito, embora não seja tão viceral quanto os rivais BMW M2 Competition e Audi RS3

Ah, o Mercedes A35 AMG chegou em boa hora na minha garagem. Depois de um tempo em quarentena, estava sentido falta de dar uma volta, mesmo de máscara e tomando todos os cuidados necessários. Consegui pegar um pouco de estrada, nas imediações do Rodoanel, em São Paulo. Foi como o primeiro gole d´água fresca depois de uma longa caminhada no deserto. Serviu para dar ainda mais valor ao prazer ao dirigir, algo que deve estar garantido, ainda mais agora, que a questão dos carros autônomos deve ficar meio de lado, por causa da crise.

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Nada discreto, o esportivo Mercedes A 35 AMG com belas rodas de aro 19 rasga o asfalto como um ponto amarelo no meio de um mar de carros cinzas e pretos. Reduzo uma marcha dentro do túnel, antes da curva à esquerda pelas hastes do câmbio de dupla embreagem, banhada a óleo, de sete marchas. E o ronco encorpado do motor de 306 cv ecoa pelas paredes ao redor. Uma ode aos que curtem estar ao volante de hatches com sobra de fôlego, cada vez mais raros hoje em dia.

O Mercedes A35 AMG é a porta de entrada da marca que domina a Fórmula 1 atualmente. Mesmo assim, ainda estamos falando de um carro para poucos, com preço sugerido que parte de R$ 279.900, que pode assustar, mas lembre-se que o dólar já beira os R$ 6. De qualquer forma o que não falta é sofisticação e equipamentos para quem não quer saber de SUVs e pode ter um esportivo de verdade com jeito invocado e bem mais acertado que as demais versões do Classe A, em todos os aspectos.

Já começa pela tração integral 4 Matic, que distribui com perfeição a força do motor entre os eixos conforme as mais variadas condições de aderência. Com a parafernália eletrônica ligada, o carro gruda no chão, mesmo ao acelerar em curva, como se estivesse sobre trilhos. Mas, se estiver em pista fechada, é possivel desligar tudo e aproveitar todo o potencial do esportivo . Até onde conseguimos ir, ficou claro que o controle de largada funciona perfeitamente, fazendo o carro acelelar de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, tirando seu fôlego nesse pequeno espaço de tempo.

Ao volante do novo A35 AMG

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Mercedes-Benz A35 AMG tem central multimídia com comando de voz, com tela de alta resolução no painel


Em cada acelerada um pouco mais forte fica claro o sibilar da turbina de sobrealimentação do motor. De tão bem acertado, não se nota o chamado “turbo lag”, nome do atraso para turbina começar a “encher” o motor. Entre outros recursos, há variador de fase dos comandos de válvulas tanto na admissão quanto no escape, levando aos nada desprezíveis 40,8 kgfm de torque a meros 3.000 rpm, mas logo na metade desse regime de rotação o carro já responde bem, o que garante retomadas vigososas.

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Na compação com o  Mercedes GLA 45 AMG  que avaliamos há um pouco menos de um ano, o novo A35 AMG me pareceu bem mais discreto quando o assunto é nível de ruído. Mas a vocação esportiva fica clara por outros detalhes, como os pneus 235/35R 19, que exigem cuidado ao passar por piso irregular.  E pode confiar nos freios as discos ventilados nas quatro rodas, de 350 milímetros na frente e 330 mm na traseira e com pedal de alumínio perfurado.

Com tanta disposição, a tração integral sob demanda é muito bem-vinda, uma vez que o carro tem relação entre peso e potência de 5,1 kg/cv, portanto, bem abaixo dos 7 kg/cv, o que é considerado o limite ideal para ter apenas as rodas da frente tracionado. Aliás, pode-se ajustar o modo de condução por um dos botões no console central. Por outro comando, também dá para selecionar se o câmbio vai funcionar com trocas automáticas ou manuais, pelas hastes atrás do volante multifuncional, revestido de Alcântara e com base achatada.

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Mercedes-Benz A35 AMG vem com bancos do tipo concha com largos apoios laterais

A ergonomia é boa, mas é preciso um certo tempo para se familiarizar com tantos recursos. Bom é mesmo é a nova central multimídia com tela de alta resolução, que pode ter uma série de funções comandadas por voz. O sistema funciona como a Siri da Apple, ou a Bixby dos celulares da Samsung. Basta pronunciar uma saudação, como “Olá, Mercedes”, ou “E aí, Mercedes”, para que a central pergunte o que você deseja fazer. A nova tecnologia atende até mesmo comandos muito específicos, como ligar a luz de leitura do lado esquerdo.

Os bancos do tipo concha têm largos apoios laterais para segurar o corpo nas curvas. Há teto solar panorâmico com tela escamoteável acionada por comando do tipo “um toque”. Não faltam também itens como câmera de ré de alta resolução, ancoragem ISOFIX, indicador de fadiga, freio de estacionamento elétrico e entradas USB, uma no painel e outra dentro do porta-objetos central, sob o apoio de braço. Para um carro com aspecto irreverente, senti falta de luz ambiente personalizável, como no  Mini JCW (R$ 221.990).

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Conclusão
O Mercedes A35 AMG é um hatch esportivo como poucos hoje em dia. Para quem pode, é um hatch esportivo de verdade que não vai decepcionar. Hoje em dia, tem muito poucos rivais diretos, já que o mais viceral Audi RS3 2020 (400 cv) ainda não chegou e o novo e brutal BMW M2 Competition (410 cv) está com o primeiro que veio ao Brasil esgotado.

Ficha técnica – Mercedes A 35 AMG

Preço:  R$ 279.900
Motor: 2.0, quatro cilindros, turbo, gasolina  
Potência: 306 cv a 5.800 rpm   
Torque: 40,8 kgfm a 3.000 rpm   
Transmissão: automatizado, dupla embreagem, sete marchas, tração integral   
Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / multilink (traseira)   
Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos ventilados (traseiros)   
Pneus: 235/35 R19  
Dimensões: 4,44 m (comprimento) / 1,80 m (largura) / 1,41 m (altura), 2,73 m (entre-eixos)   
Tanque: 51 litros   
Porta-malas: 370 litros   
Consumo gasolina: 9,2 km/l (cidade) / 10,9 km/l (estrada)   
0 a 100 km/h: 4,7 segundos   
Velocidade máxima: 250 km/h




Fonte: IG CARROS

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