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PF investiga associação criminosa responsável por comércio ilegal de armas de fogo

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Palmas/TO – A Polícia Federal deflagrou na terça-feira (11/2) a Operação Tiro no Pé II, visando desarticular associação criminosa envolvida no uso de documentos falsos perante o Núcleo de Controle de Armas da Polícia Federal em Palmas/TO e no comércio ilegal de armas de fogo.

Aproximadamente 15 policiais federais cumprem três mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal de Palmas SJ/TO, nesta capital.

A investigação complementa o que já havia sido apurado na deflagração da Operação Tiro no Pé, em julho de 2019, quando um investigado foi preso e diversos outros indiciados por uso de documentos falsos em requerimentos de aquisição de armas de fogo perante o Núcleo de Controle de Armas da Polícia Federal em Palmas/TO. Nesta fase, uma loja de armas também está sob investigação por ter, supostamente, realizado comércio irregular de arma de fogo.

A operação de hoje também conta com o apoio do Exército Brasileiro, responsável por autorizar e fiscalizar o comércio de armas de fogo.

Os investigados devem responder pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documento particular falso, associação criminosa e comércio ilegal de arma de fogo, o último com pena de 6 a 12 anos de reclusão.

* Não será realizada coletiva de imprensa.

 

Comunicação Social – Polícia Federal em Tocantins
E-mail: [email protected]
Fones: (63) 3236-5440
(63) 9 9204-3219

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PF encontra mensagens com ameaças a ministros do Supremo

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A Polícia Federal (PF) informou hoje (17) que encontrou mensagens com ofensas e ameaças aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) na internet. O conteúdo dos diálogos está mantido em sigilo e foi obtido por meio de monitoramento de rotina, realizado nas últimas semanas na Deepweb, sites com conteúdos ilegais e anônimos da internet. 

Segundo a PF, as mensagens se tratam de ameaças genéricas e não indicam indícios do planejamento de qualquer tipo de atentado contra o STF. As investigações continuam para identificar as pessoas envolvidas no caso. 

A PF também informou que as todas as informações obtidas foram enviadas ao ministro do Supremo Alexandre de Moraes, relator de um inquérito aberto pelo presidente da Corte, Dias Toffoli, no ano passado, para apurar ameaças aos ministros pela internet. 

Em março de 2019, Toffoli determinou a abertura de um inquérito para apurar notícias falsas (fake news) que tenham a Corte como alvo.

A medida foi tomada “considerando a existência de notícias fraudulentas, conhecidas como fake news, denunciações caluniosas, ameaças e infrações revestidas de ânimos caluniantes, difamantes e injuriantes, que atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo Tribunal Federal (STF), de seus membros e familiares.” 

Na ocasião, a medida foi contestada pela então procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Para a ex-procuradora, caberia ao Ministério Público realizar tais investigações e não ao Judiciário.

Edição: Fábio Massalli

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Edital de 5G já está aberto para contribuições da sociedade

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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu nesta segunda-feira (17/2) a Consulta Pública nº 9, sobre o Edital de Licitação das faixas de radiofrequências que permitirão a implementação da tecnologia de quinta geração (5G) no Brasil. As contribuições da sociedade podem ser feitas até o dia 2 de abril e, nesse período, haverá uma audiência pública em Brasília/DF, em data a ser definida.

Este será o maior leilão de frequências na história da Anatel. O Edital propõe a licitação das faixas de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz e traz, como novidade, a inclusão de mais 100 MHz na faixa de 3,5 GHz.

A área técnica da Agência confirmou a viabilidade para a inclusão dessa faixa, que poderá prever o ressarcimento às operadoras de satélite que hoje operam na chamada “banda C estendida”, que coincide com esses 100 MHz.

Com a adição de mais banda em 3,5 GHz – principal faixa para o desenvolvimento do 5G –, será possível atender de maneira mais abrangente as demandas que foram apresentadas, destacando-se as das Prestadoras de Pequeno Porte (PPP), que poderão fazer parte do desenvolvimento dessa nova tecnologia.

Os compromissos associados a todas as faixas foram propostos com o objetivo de aumentar a infraestrutura de banda larga fixa e o acesso aos serviços móveis em áreas de menor interesse comercial, conforme delineado pelo Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações (PERT).

Com relação às possíveis interferências causadas pelo 5G na recepção da TV aberta por satélite (TVRO, do inglês Television receive-only), a proposta aprovada adota um modelo semelhante ao utilizado para a faixa de 700 MHz, com a criação de um grupo coordenado pela Agência e de uma entidade terceira e independente para operacionalizar a solução. A proposta alinha-se à política pública definida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) por meio da Portaria 418/2020.

Para o presidente da Anatel, Leonardo Euler de Morais, o edital propõe compromissos de investimentos e não, apenas, arrecadatórios, “o que possibilitará mais infraestrutura, com maior nível de serviços e, consequentemente, mais benefícios aos consumidores e à economia nacional”, explica Morais.

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