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Polícia apreende no Rio uma tonelada de maconha escondida em carga de melancias

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Polícia Rodoviária Federal/Divulgação

Maconha estava escondida em carga de melancia

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu aproximadamente uma tonelada de maconha escondida no meio de uma carga de melancia, na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), em Vigário Geral, na zona norte do Rio de Janeiro.

De acordo com a PRF, os tabletes da droga estavam sob as melancias. O motorista, de 42 anos, morador de Tupã (SP), disse que estava levando as frutas para a Centrais de Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Ceasa), em Irajá. A apreensão ocorreu neste sábado (28).

Leia também: Itália libera cultivo doméstico de cannabis

O homem, no entanto, entrou em contradição, o que levou os policiais a revistarem a carga. Ele acabou confessando que buscou o entorpecente em Cascavel (PR) e que, na Ceasa, entregaria a droga para outra pessoa. A maconha abasteceria comunidades da zona norte do Rio.

A ocorrência foi encaminhada para a Polícia Federal, segundo a PRF. O homem foi indiciado por tráfico de entorpecentes, cuja pena prevista varia de cinco a 15 anos de reclusão. Seu nome ainda não foi divulgado.

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Grupo Amaggi e líderes de mais 37 empresas brasileiras e estrangeiras pedem ao governo o fim do desmatamento ilegal na Amazônia

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O vice-presidente da República, General Hamilton Mourão, recebeu nesta terça-feira(07), uma carta manifesto de Empresário brasileiros.

O movimento é liderado no País pelo presidente da empresa mato-grossense Amaggi, Judiney Carvalho de Souza, e líderes de outras 37 grandes empresas brasileiras e estrangeiras e de quatro entidades setoriais do agronegócio, do mercado financeiro e da indústria, enviaram, uma carta-manifesto ao presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, o vice-presidente Hamilton Mourão.

No documento, manifestam preocupação com o desmatamento, pedem providências e recomendam que a retomada da economia siga o rumo do baixo carbono.

A carta será enviada nesta terça-feira (7) aos presidentes do Supremo Tribunal Federal, José Antonio Dias Toffoli, da Câmara, Rodrigo Maia, do Senado, Davi Alcolumbre, e ao procurador-geral da República, Augusto Aras.

É a primeira vez, no Governo de Jair Bolsonaro, que líderes empresariais se manifestam coletivamente e pedem ações socioambientais efetivas.

Os empresários não acreditam que uma campanha brasileira no exterior vai reverter a situação e alguns dizem que será apenas gasto de dinheiro público.

Os termos do documento procuram não ser conflituosos e não confrontar o Governo, mas as mensagens são claras.

Os empresários se declaram preocupados com as reações negativas de investidores brasileiros ao desmatamento da Amazônia, reafirmam seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e listam os eixos de ação que consideram fundamentais — do combate “inflexível e abrangente” ao desmatamento ilegal na Amazônia e nos outros biomas brasileiros, à inclusão das comunidades locais e à valorização da biodiversidade.

Diz o documento que o grupo “acompanha com atenção e preocupação o impacto nos negócios da atual percepção negativa da imagem do Brasil no exterior em relação às questões socioambientais na Amazônia”.

E segue: “Essa percepção negativa tem um enorme potencial de prejuízo para o Brasil, não apenas do ponto de vista reputacional, mas de forma efetiva para o desenvolvimento de negócios e projetos funda- mentais para o país”.

Pesquisas de imagem do Brasil no exterior indicam a má reputação do Governo Jair Bolsonaro com três desdobramentos, na seguinte ordem: o desmatamento da Amazônia, a falta de respeito e apoio aos povos indígenas e à forma como a crise da Covid-19 vem sendo enfrentada.

Há três semanas, carta assinada por 29 instituições financeiras que gerenciam US$ 3,7 trilhões em ativos alertou o Governo brasileiro que ou cortem o desmatamento ou enfrentará a dúvida de investidores sobre colocar recursos no Brasil.

A lista cresceu. Agora já são 32 investidores com patrimônio alcançando US$ 4,5 trilhões.

A sucessão de ameaças à retirada de investimentos, de boicote aos produtos brasileiros e de o acordo Mercosul-União Europeia não decolar acendeu a luz amarela ao empresariado.

Recentemente, um empresário líder na exportação de maçãs, de Santa Catarina, declarou, em entrevista ao Canal Rural, estar encontrando dificuldades em vender a supermercados europeus, em função do desmatamento, e estava buscando novos mercados na Rússia, Índia e até em Bangladesh, cita Marcello Brito, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), uma das quatro grandes entidades setoriais que assinam a carta.

 

Otavio Ventureli(assessorias)

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Durante entrevista nesta terça(07) no Palácio da Alvorada Bolsonaro infectado pelo covid 19 falou perto de jornalistas e depois tirou a máscara

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Durante o anúncio de que foi infectado pelo novo coronavírus, feito no Palácio da Alvorada, nesta terça-feira(07) o presidente Jair Bolsonaro não manteve distanciamento dos repórteres, que posicionaram os microfones a poucos centímetros do presidente.

Mesmo com o uso de máscara, especialistas recomendam um afastamento de pelo menos 1,5 metro.

No fim da entrevista na qual fez o anúncio do diagnóstico, o presidente se afastou dos jornalistas e tirou a proteção facial.

“Espera um pouco que vou afastar aqui para vocês verem minha cara. Estou bem, tranquilo, graças a deus”, disse o presidente após tirar a máscara do rosto para seguir a entrevista.

“Vamos tomar cuidado em especial com os mais idosos. Os mais jovens que forem acometidos do vírus, fiquem tranquilos porque para vocês a possibilidade de algo mais grave é próximo de zero”, afirmou.

Pessoas infectadas expelem o novo coronavírus enquanto falam, espirram ou tossem. Gotículas maiores e saliva e aerossóis, partículas líquidas menores que podem ficar suspensas no ar e ser inaladas por pessoas nas proximidades, podem carregar o vírus ativo, segundo estudos publicados recentemente.

Testes têm demonstrado que máscaras caseiras feitas de diversos tipos de tecido podem funcionar como uma barreira para conter a disseminação das partículas, mas nenhuma delas é capaz de fornecer proteção completa, principalmente com relação às partículas menores que podem passar pelo tecido com maior facilidade.

Bolsonaro seguiu defendendo que as medidas de distanciamento social impostas por governos locais em diversas partes do país para conter o avanço da pandemia pelo Brasil teriam efeitos piores do que os da Covid-19.

O exame que detectou a presença do vírus no presidente foi feito na noite desta segunda-feira (6).

 

Otavio Ventureli(de Brasilia)

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