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Empresário envolvido em escândalo do PT é preso pela DEDDICA acusado de estuprar adolescentes

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O empresário Valdebran Padilha, conhecido nacionalmente pelo ‘Escândalo dos Aloprados do PT’ em 2006, foi preso sob acusação de ter estuprado duas adolescentes em Cuiabá.

Conforme foi apurado Valdebran foi preso nesta quarta-feira (22) pela Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) e foi encaminhado para a Polinter.  

Ele é acusado de ter estuprado uma adolescente  de 15 anos em 2019. Na época, ela trabalhava como empregada em sua residência. 

A outra denúncia, envolveria uma adolescente de 12 anos, que seria sua parente. Com as denúncias dos abusos, a Justiça decretou sua prisão preventiva.  Ele passará por audiência de custódia com o juíz 14ª Vara Criminal Jurandir Florêncio de Castilho Júnior, magistrado na 14ª Criminal.

Valdebran Padilha se torno conhecido nacionalmente em setembro de 2006, quando foi preso em um hotel com R$ 1.7 milhão, que seria para pagar um dôssie contra o então candidato ao governo do estado de São Paulo pelo PSDB, José Serra.  

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O valor seria repassado para o empresário Luiz Antônio Trevisan Vedoin, que iria incluir políticos do PSDB no  ‘Escândalo das Sanguessugas’. Em novembro do mesmo ano, a direção municipal do PT de Cuiabá, o expulsou por conta do caso.  

Em 2011, Valdebram voltou a ser notícia, prisão novamente pela Polícia Federal durante a Operação Hygea, que investigou um  suposto esquema de fraude em licitações e obras da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). 

O esquema seria de contratação por valores superfaturados de organizações não governamentais (ONGs) para prestar serviços de saúde; e a contratação, sem a execução das obras, de empresas de engenharia por prefeituras de Mato Grosso.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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País do crime: Polícias Civis de Mato Grosso e São Paulo prendem nesta quarta bando que aplicava golpes pela Internet

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, em apoio à Polícia Civil de São Paulo, participa da Operação Miqueias II.

A ação policial foi deflagrada pela Delegacia de São José do Rio Preto (SP), na manhã desta quarta-feira (3), para cumprimento de mandados de prisão contra integrantes de uma associação criminosa voltada para a prática de golpes pela internet. As ordens judiciais são cumpridas na cidade de Cuiabá e Várzea Grande, em Mato Grosso.

Na Capital, os mandados são cumpridos nos bairros Imperial, Coophema, Osmar Cabral, Goiabeiras, Campo Velho, Jardim Mariana e Jardim Independência

Em Cuiabá, os alvos moram nos bairros Hélio Ponce Arruda, Novo Mundo, José Carlos Guimarães e Jardim Imperial.

Os trabalhos são coordenados pelo delegado de São José do Rio Preto, Renato Gomes Camacho, e pelo delegado Pablo Carneiro, da Delegacia de Estelionato de Cuiabá, e contam com apoio de policiais da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Gerência de Operações Especiais (GOE).

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Até o momento, nove pessoas tiveram mandados de prisão cumpridos. 

As investigações, conduzidas pela Delegacia Seccional de São José do Rio Preto, iniciaram após o registro de diversos boletins de ocorrências, com dezenas de vítimas de estelionato, mediante fraude eletrônica.

Nas investigações, foi identificado que os recebedores dos valores ilícitos estavam em Mato Grosso, sendo cumpridos mandados de busca e apreensão contra os alvos, na primeira fase da operação.

Na ocasião, o cumprimento das ordens judiciais resultou na oitiva de suspeitos, telefones celulares e equipamentos eletrônicos apreendidos, além de uma prisão em flagrante por tráfico de drogas.

Com as apreensões realizadas, foi possível trazer novas informações e provas à investigação, aprofundando as investigações e identificando uma grande organização criminosa, com repasse de valores escalonados, hierarquia, divisão de funções, atuando em um esquema criminoso que lesa muitas vítimas.

Diante dos levantamentos, chegou-se a novas figuras do esquema, sendo então identificados os possíveis chefes da organização criminosa, apontados como os destinatários finais dos valores angariados de forma ilícita.

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Otavio Ventureli(da redação com assessorias)

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