Em conjunto com a Polícia Federal, o MP Eleitoral aprendeu Já apreendeu milhares de reais e material de campanha de cinco candidatos aos cargos de deputado federal e deputado estadual.
As ocorrências foram registradas em Macapá e Tartarugalzinho. Houve cinco prisões em flagrante, por captação ilícita de sufrágio – compra de votos.
Os presos, dois homens e três mulheres, supostamente, ligados a facções criminosas, poderão ser liberados após pagamento de fiança ou deverão aguardar audiência de custódia.
Em Macapá, a Polícia Federal apreendeu R$ 6 mil e material de campanha do candidato Pastor Didio (PRP).
O dinheiro, segundo apuração inicial, seria usado para distribuição em boca de urna e para pagar por postagens favoráveis ao Pastor Didio nas redes sociais. Um cabo eleitoral do candidato, que portava o dinheiro e o material, foi preso.
No Conjunto Macapaba, duas mulheres foram presas por suspeita de compra de votos. Em depoimento à Polícia Federal, elas declararam que anotavam dados de eleitores, como nomes, números de títulos, e pedidos que seriam atendidos em troca de votos.
Com elas, havia material de campanha de Zezinho Tupinambá, candidato a deputado estadual, e Pedro da Lua, deputado estadual, candidato a deputado federal, ambos do PSC.
O crime de compra de votos está previsto na Lei das Eleições e no Código Eleitoral e sujeita os infratores à pena de multa e à cassação do registro ou do diploma, além de outras sanções.
A maior parte das denúncias que resultou nos flagrantes foram recebidas pelo WhatsApp do MP Eleitoral: (96) 98134 5151.
Além do canal, também está disponível o telefone (96) 99109 7342 para recebimento de chamadas e mensagens pelo aplicativo. Os canais ficarão disponíveis até o fim das eleições.
Otavio Ventureli(da redação)

























