POLÍCIA FEDERAL

Operação Ouro Frio combate extração e comercialização ilegais de ouro no Pará

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Santarém/PA – A Polícia Federal deflagrou hoje (9/10) a Operação “Ouro Frio”, para investigar extração ilegal de ouro, desde a retirada dele em garimpos clandestinos até o processo de “esquentamento” do minério – aparência de legalidade ao produto extraído de forma irregular -, no Pará. A PF mobilizou mais de 30 policias federais para dar cumprimento a 8 mandados de busca e apreensão e sequestro de bens, nos municípios de Santarém/PA e Itaituba/PA.

A ação de hoje é desdobramento da Operação Verde Brasil 2. Esta é um conjunto de atividades estruturadas focadas na proteção e preservação da Amazônia e demais biomas e conta com apoio das Forças Armadas (Exército, Marinha e Força Aérea do Brasil). O Comando Conjunto Norte (CCN), constituído pelo Comando Militar do Norte (CMN), pelo Comando do 4º Distrito Naval e pela ALA 9, deu apoio logístico no transporte dos policiais que se deslocaram para os municípios de Santarém/PA e Itaituba/PA.

Com a deflagração da operação estima-se o bloqueio de 14 milhões de reais, *que é o valor calculado de bens usurpados da União*, além de significativo avanço no combate ao que se aponta como esquentamento de ouro.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Santarém/PA

Contato: 19-999428008

 

 

*** A expressão “Ouro Frio” faz referência a ouro de origem clandestina, sem documentação legal, sendo que no curso da investigação foram descobertas tentativas de “esquentamento” do mineral ilícito.

 

 

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POLÍCIA FEDERAL

PF combate migração ilegal de pessoas para o exterior

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou na terça-feira (27/10) a Operação TARRAFA, para combater a promoção de migração ilegal de pessoas com destino aos Estados Unidos.

Participaram da operação 16 policiais federais, dando cumprimento a quatro mandados judiciais de busca e apreensão na cidade de Pescador/MG, todos expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal de Govenador Valadares, que resultaram na apreensão de aparelhos celulares, mídias e documentos, que serão analisados para instrução da investigação.

ENTENDA O CASO

Os investigados têm como prática o envio ilegal de pessoas da região mineira do Vale do Mucuri para os EUA. Eles atuavam conforme esquema já conhecido como “Cai Cai”, no qual há a utilização de crianças e adolescentes ou até mesmo adultos se passando por adolescentes mediante o uso de documentos falsos, simulando um parentesco de pai e filho, para facilitar a entrada e permanência de maiores de idade no território norte americano. Os custos da viagem eram patrocinados por pessoas conhecidas como “Coyotes”, que posteriormente recebiam vultosos valores daqueles que conseguiam ingressar no país estrangeiro, como contrapartida pelos serviços prestados. Em muitos casos, havia a confecção de falsos registros de paternidade dos menores, para permitir que terceiros os utilizassem no esquema.

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A investigação foi originada da prisão em flagrante de dois indivíduos que tentaram tirar passaporte na Delegacia de Polícia Federal de Cachoeiro de Itapemirim/ES, utilizando documentos falsos. Com o aprofundamento das investigações, foram identificados outros suspeitos que residiriam na cidade de Pescador/MG, inclusive um cartório que pode ter fornecido documentos falsos.

CRIMES INVESTIGADOS

Os envolvidos responderão pelos crimes definidos nos artigos 232 – A, 245, § 1º e 2º, 297, 299 e 304 do Código Penal, bem como artigos 238 e 239 da Lei n° 8069/90 (Estatuto da Criança e Adolescente).

O nome da operação é uma alusão ao nome da cidade onde foram cumpridas as buscas, Pescador/MG.

                  


Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo
Telefone: (27) 3041-8051/8029

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