POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operação Férias Frustradas para combater tráfico internacional de drogas

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Curitiba/PR – A Polícia Federal está cumprindo nesta manhã (16/10) dois mandados de busca e apreensão, nos endereços de duas investigadas, e um mandado de prisão preventiva contra uma delas, em razão de investigação criminal que apura tráfico internacional de drogas. Os mandados são cumpridos na cidade de Curitiba e foram expedidos pela 13ª Vara da Justiça Federal da cidade.

 

Investigações apontam que pessoas são cooptadas para se passarem por turistas, mas que na verdade transportam drogas em malas embarcadas em voos internacionais, partindo do Aeroporto Afonso Pena, na cidade de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Essas pessoas são conhecidas popularmente como “mulas”.

 

A ação desta manhã é decorrente dos desdobramentos de um inquérito policial instaurado a partir da prisão em flagrante de uma estudante, no dia 14 de fevereiro de 2020, a qual tentou embarcar no Aeroporto Afonso Pena com destino à Portugal com aproximadamente 4,8Kg de cocaína, despachados em sua bagagem, mas foi presa em flagrante e levada para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

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Uma das investigadas agiu como aliciadora da pessoa presa em flagrante, enquanto que a outra, cuja prisão preventiva foi decretada, providenciou o pagamento de todas as despesas da “mula”, a entrega da mala com a droga, a remuneração pela viagem e ainda orientou a estudante a como se portar para evitar chamar a atenção da Polícia Federal.

 

Ambas responderão criminalmente pelos crimes de tráfico internacional de drogas e associação para o tráfico, cujas penas somadas podem chegar a 25 anos de prisão.

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Curitiba/PR

(41)3251-7809

[email protected]

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POLÍCIA FEDERAL

PF investiga irregularidades em contratação realizada por Órgão público no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou hoje (20/10) a Operação “Folha de Conto”, com o objetivo de investigar o desvio de recursos públicos por empresa contratada pelo DNIT para a prestação de serviços de supervisão das obras na BR 262, no Espírito Santo.

A operação contou com a participação de cinco policiais federais, sendo realizado o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, em Belo Horizonte/MG, na sede da empresa investigada.

 

ENTENDA O CASO

 

De acordo com as investigações, a empresa contratada pelo DNIT apresentava ao Órgão comprovantes de serviços prestados com informações falsas. As medições dos serviços de fiscalização eram fraudadas através da inserção de dados falsos sobre a quantidade de prestadores de serviços da empresa e o número de veículos empregados no trabalho.

Após identificação de irregularidades na execução do contrato, foi realizada fiscalização que emitiu Nota Técnica estimando um prejuízo de cerca de R$ 615 mil (a preço inicial) causado pela empresa investigada junto à autarquia contratante.

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Apura-se ainda, se as testemunhas dos fatos investigados foram ameaçadas para que prestassem informações inverídicas à Polícia Federal.

CRIMES INVESTIGADOS

Se comprovadas as informações até o momento levantadas, os investigados responderão pelo delito de peculato, art. 312 do Código Penal , cuja pena varia de 2 (dois) a 12 (doze) anos de reclusão, e ameaça, art. 147 do Código Penal, cuja pena varia de (01) um a 6 (seis) meses de detenção.

Art. 312 – Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio:

Pena – reclusão, de dois a doze anos, e multa.

Art. 147 – Ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto e grave:

Pena – detenção, de um a seis meses, ou multa.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo

Telefone: (27) 3041-8051/8029

 

*** O nome da operação é um trocadilho com folha de ponto, pois na verdade a empresa investigada apresentava folha de ponto com informações falsas à autarquia federal contratante do serviço, ou seja, incluía nas medições encaminhadas ao órgão público contratante folhas de ponto de funcionários que não estavam de fato prestando serviços no local.

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