POLÍCIA FEDERAL

PF identifica e impede entrada de foragido no país

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Belo Horizonte/MG – Na noite de quarta-feira (2/9), retornou ao país de origem um italiano, de 61 anos. Ele possui em seu desfavor Difusão Vermelha da Interpol por crime de fraude contra a administração pública da Tunísia.

O italiano chegou ao país na madrugada de segunda-feira, 31 de agosto, pelo Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins/MG, quando, em fiscalização migratória de rotina feita pela Polícia Federal, foi identificado como procurado internacional. Segundo consta na Difusão Vermelha demandada pela Tunísia, o foragido teria importado mármore da Itália para aquele país, fraudando documentos fiscais para pagar menos impostos de importação. Existe contra ele um mandado de prisão válido até 31/12/2023. Por não haver tratado de extradição entre Brasil e Tunísia, foi impedida a entrada do procurado no país.

Seguindo todos os protocolos de cuidados do Ministério da Saúde em face da pandemia do Covid-19, a Polícia Federal continua trabalhando para a manutenção da lei e da ordem, preservando o Estado Democrático de Direito.

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Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais

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Contato: (31) 3330-5270

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra mais uma fase da Operação Snack Zero

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Vila Velha/ES – A Policia Federal deflagrou nesta quinta-feira (1°/10) mais uma etapa da Operação SNACK ZERO, com objetivo de investigar suspeita de desvio de recursos públicos direcionados à merenda escolar (recursos repassados pela União).

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, no município de Cachoeiro de Itapemirim/ES, que resultaram na apreensão de mídias e equipamentos como discos rígidos, celulares e pen drives, cujo conteúdo será extraído e submetido a análise.

A investigação apura suspeita de desvio de recursos repassados pela União para uso no programa de merenda escolar. Investiga-se o conluio entre empresários, que atuam no fornecimento de gêneros alimentícios, para prévia combinação de preços a serem ofertados em procedimentos licitatórios (modalidade em que o Estado figuraria como vítima), e suspeita-se também de conluio entre alguns destes empresários e funcionários públicos, para fornecimento de mercadorias em desacordo com o estabelecido nos contratos e, consequente, desvio de recursos públicos.

Os crimes investigados são o de fraude ao caráter competitivo de procedimento licitatório (art. 90 da lei 8666/93), corrupção ativa e passiva (arts. 317 e 333 do Código Penal). As penas cominadas aos crimes chegam aos doze anos de reclusão.

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O nome da operação (SNACK ZERO) é uma alusão a esta suspeita de fornecimento de gêneros alimentícios em desacordo com o previsto em contrato.

 

 


Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo
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