POLÍCIA FEDERAL

PF, no âmbito da Operação Hórus, realizam nova apreensão de dois veículos e um caminhão carregados com cigarros paraguaios

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Guaíra/PR – Neste sábado, dia 17/10, durante patrulhamento de rotina em área rural de Guaíra, equipe policial composta pela PF e PMPR – COBRA/BPFRON e COE/BOPE – percebeu movimentação suspeita em zona rural da região e decidiu efetuar aproximação para averiguar melhor tal situação.

Ao chegar no local, verificou se tratar de carregamento ilícito oriundo do Paraguai. Na tentativa de abordagem, os suspeitos fugiram em meio à mata fechada da região, abandonando carregamento ilícito e veículos.

No local foram apreendidos um caminhão e duas pick-up,  com carregamento total de 120 caixas de cigarros paraguaios.

Os materiais apreendidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal de Guaíra para os procedimentos de praxe.

Fazem parte do Programa V.I.G.I.A. e desta operação interagências equipes da POLÍCIA FEDERAL, COBRA/BPFRON e COE/BOPE da PMPR, TIGRE e GOA da PCPR, BOPE/PMMS, FORÇA NACIONAL e pelo EXÉRCITO BRASILEIRO, com apoio da SEOPI – Secretaria de Operações Integradas/MJSP.

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Guaíra/PR

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Disque denúncia: (44) 3642-9131

 

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POLÍCIA FEDERAL

PF combate fraudes em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no Maranhão

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São Luís/MA – A Polícia Federal, com o apoio da Controladoria Geral da União – CGU, deflagrou nesta sexta-feira (30/10), nas cidades de São Luís/MA, e Paço do Lumiar/MA, a partir de elementos de informação colhidos na primeira fase da Operação Cobiça Fatal, deflagrada em 09/06/2020, duas operações simultâneas com a finalidade de desarticular associações criminosas voltadas a fraudar processos de aquisição de máscaras cirúrgicas descartáveis, objetivando desviar recursos públicos federais que seriam usados no enfrentamento do novo coronavírus (COVID-19), em São Luís/MA.

 

DA SEGUNDA FASE DA OPERAÇÃO COBIÇA FATAL 

A partir da oitiva de investigados e relatórios policiais que analisaram o afastamento do sigilo telemático, confirmou-se a participação de diversos servidores da Secretaria Municipal de Saúde de São Luís/MA na falsificação de documentos públicos no bojo de processo realizado para a compra de 320 mil máscaras, causando um prejuízo de mais de 1,8 milhão ao erário municipal.

Foram identificadas propostas enviadas, numa mesma data, pela empresa contratada para o e-mail particular de servidores públicos, sem qualquer assinatura, e ofertando máscaras triplas ao preço unitário de R$ 3,50, diferindo da proposta vencedora encontrada no processo apreendido, na qual a SEMUS comprou esse insumo médico ao preço unitário de R$ 9,90, e dessa mesma empresa.

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DA OPERAÇÃO OFICINA DESMASCARADA

Considerando elementos de informação indicando a repetição do modus operandi criminoso de superfaturamento na aquisição de máscaras triplas em outro processo de compra da SEMUS e a partir do compartilhamento de provas obtidas na operação COBIÇA FATAL, instaurou-se uma nova investigação. 

Durante a investigação, foram verificados pela CGU indícios de superfaturamento na compra de mais 240 mil máscaras pela Secretaria Municipal de Saúde – SEMUS de São Luís, no valor unitário de R$ 7,50. Considerando os preços médios praticados no mercado nacional em período de pandemia, tem-se um superfaturamento de mais de 100 %, podendo chegar, no caso concreto, a um prejuízo de mais de um milhão de reais.

Identificou-se, ainda, que as empresas vencedoras e que concorreram entre si pertencem ao mesmo grupo familiar.

 

DOS DADOS GERAIS

Cerca de 50 policiais federais cumprem dois mandados de prisão temporária, 17 mandados de busca e apreensão, além de 7 medidas cautelares diversas da prisão, como afastamento de função pública, e proibição de acesso a SEMUS.

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Além disso, foi determinado o sequestro de bens dos principais investigados no valor total de mais de R$ 1 milhão. As ordens judiciais foram determinadas pela 1ª Vara Federal de São Luís/MA, a partir de representação apresentada pela da Polícia Federal.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados responderão pelos crimes de corrupção ativa (art. 333, caput, do CPB), corrupção passiva (art. 317, caput, do CPB), lavagem de dinheiro (art. 1º, caput, da Lei nº 9.613/98), fraude em processo licitatório (art. 90 da Lei nº 8.666/93), superfaturamento na venda de bens (art. 96, I da Lei nº 8.666/93) e associação criminosa (rt. 288 do CPB).

A nova OFICINA DESMASCARADA faz referência à constatação de que uma das empresas vencedoras do processo de contratação investigado tinha o alvará de funcionamento de oficina mecânica e nunca tinha fornecido máscaras, nem qualquer insumo médico, até o contrato investigado.

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Maranhão

Contato: (98) 31315105 (98) 991286428

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