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Polícia Federal combate comércio de ouro irregularmente extraído de terras indígenas em Roraima

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Boa Vista/RR – A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (02/09), a operação Célula de Fizzer*, com o objetivo de desarticular uma associação criminosa que estaria envolvida em um esquema de comércio ilegal de ouro oriundo da Terra Indígena Ianomâmi, que teria como destino compradores em São Paulo.

São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Boa Vista/RR e um em São José do Rio Preto/SP. Os mandados foram expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal em Roraima, após representação da Autoridade Policial e manifestação favorável do MPF.

As investigações começaram em janeiro deste ano, quando um homem foi abordado pela PF no aeroporto em Boa Vista/RR enquanto embarcava para São Paulo/SP com meio quilo de ouro em forma de um cordão e um “pingente”.

O inquérito policial aponta que o suspeito, que atuaria informalmente também com a confecção de joias em Boa Vista/RR, adquiriria ouro de garimpos ilegais localizados em terras indígenas e os revenderia em São Paulo/SP, onde conseguiria valores mais altos pelo metal. As investigações indicam que as negociações chegariam a envolver dez quilos de ouro clandestino por vez.

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Os alvos são suspeitos dos crimes de Usurpação de Bens da União e de Associação Criminosa, cujas penas podem chegar a 8 anos, além de multa.

*O nome da operação faz referência a um processo eletroquímico de separação do ouro de outros elementos químicos, geralmente utilizado na reciclagem de sucatas metálicas, argumento geralmente utilizado como origem do ouro encontrado com envolvidos com extração ilegal de ouro.

 

Comunicação Social
Fone: (95) 3621-1522
E-mail: [email protected]

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POLÍCIA FEDERAL

Polícia Federal investiga supostas fraudes a licitações para aquisição de camas hospitalares no Tocantins

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Palmas/TO – A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria Geral da União, deflagrou nesta sexta-feira (18) a Operação “Cama de Tut”, visando apurar supostos ilícitos relacionados à aquisição de 590 camas hospitalares pelo Governo do Estado do Tocantins.

Os investigados são suspeitos de fraudar o processo licitatório conduzido pela Secretaria Estadual de Saúde e alienar os leitos com valores aproximadamente de 227% superiores aos praticados pelo mercado e pela própria empresa que venceu o certame, conforme apurado pelos investigadores, pelo Tribunal de Contas da União-TCU e pela Controladoria Geral da União-TCU. 

Aproximadamente 30 Policiais Federais cumprem 6 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, nas cidades de Palmas/TO e São Paulo/SP.

Além da obtenção de novas provas, busca-se verificar a efetiva entrega dos bens adquiridos e o suposto pagamento de vantagens indevidas. O potencial de superfaturamento apontado pelos órgãos de controle seria de mais de 7 milhões de reais.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de fraude a licitação e peculato, cujas penas somadas podem chegar a 16 anos de reclusão.

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A Polícia Federal ressalta que, em razão da situação de pandemia da COVID-19, foi planejada uma logística especial de prevenção ao contágio, com distribuição de EPIs a todos os envolvidos na missão, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas, investigados e seus familiares.

 

Comunicação Social da Polícia Federal

Contato: (63) 3236-5440
E-mail: [email protected]

 

*** A operação “Cama de Tut” é uma referência ao luxuoso leito do faraó Tutancâmon, uma vez que as injustificadas especificações do certame limitaram o processo aquisitivo a apenas um modelo de cama hospitalar, tida como uma das mais requintadas do mercado.

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