POLÍCIA FEDERAL

Polícia Federal passa a utilizar o novo Microscópio Eletrônico de Varredura

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Brasília/DF – A Polícia Federal concluiu as providências necessárias para a instalação, no último dia 12 de outubro, de seu novo Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV).​​

Desde 2004 a PF utiliza o MEV para auxiliar as atividades periciais. Esse valioso instrumento de pesquisa viabilizou análises detalhadas de resíduos físicos e de elementos resultantes do disparo de arma de fogo, bem como é ferramenta muito útil para determinação da composição química de diversos resíduos relacionados a locais de crime.

O primeiro Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV) da Polícia Federal foi utilizado por 16 anos na produção de centenas de laudos. Com o passar do tempo, entretanto, suas configurações e resultados ficaram defasados, tornando-se premente a atualização da tecnologia no âmbito da Perícia Criminal Federal. 

O principal uso do equipamento é a análise detalhada de resíduos inorgânicos em escala nanométrica​. Em especial, a aplicação do MEV viabiliza a definição da composição química de amostras, especialmente aquelas resultantes de disparos de arma de fogo, mas não somente nesses casos. Sua utilização possibilita ao Perito a correlação entre as amostras de local de crime e aquelas colhidas junto a suspeitos e/ou outras pessoas ou locais de interesse, possibilitando que o mesmo determine se há ou não presença do mesmo elemento entre as amostras analisadas.​

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Historicamente, o Instituto Nacional de Criminalística, da Diretoria Técnico-Científica da PF utiliza esse equipamento na produção de laudos relacionados a investigações de homicídio ou autoextermínio.

 

Comunicação Social da PF
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POLÍCIA FEDERAL

PF desmantela organização voltada ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

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Corumbá/MS – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 02/12, a Operação Areia Branca, com vistas a desarticular uma organização criminosa voltada ao tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

Aproximadamente 77 policiais federais cumprem 5 mandados de prisão preventiva e 19 mandados de busca e apreensão nas cidades de Corumbá/MS, Campo Grande/MS, Vitória/ES, Serra/ES e Itapemirim/ES, além do sequestro de mais de R$ 11 milhões em bens móveis e imóveis da organização criminosa. Os mandados foram expedidos pela 5ª Vara Federal de Campo Grande/MS.

As investigações tiveram início em 2018 após a Polícia Federal receber informações acerca da atuação de um traficante internacional, listado à época como um dos seis narcotraficantes mais procurados no Brasil, o qual estava foragido na Bolívia e de lá comandava o envio de aproximadamente 3 toneladas mensais de cocaína para o Brasil, a partir da região do Chapare boliviano. O investigado principal e sua esposa, também foragida das autoridades brasileiras, foram localizados e presos durante as apurações.

As informações obtidas pela PF apontaram que a droga chegava em solo brasileiro principalmente por meio de aeronaves de pequeno porte e, posteriormente, era transportada em caminhões que seguiam para cidades do interior do país. A cocaína destinada à Europa era embarcada ilegalmente em portos brasileiros dentro de navios de carga.

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Durante as investigações, também foi possível vincular o comando da organização criminosa como o responsável por diversos carregamentos de cocaína, entre eles um flagrante realizado em 6/11/2017, com a apreensão de 529 kg de cocaína, em Viana/ES, e a prisão de duas pessoas que transportavam a droga em uma carreta com carga de milho.

Ainda no curso da investigação, houve outra grande apreensão de cocaína, num total de 458 kg, realizada em 23/4/2018, na cidade de Carauari/AM, oportunidade em que se efetuou a prisão em flagrante de quatro pessoas transportando o entorpecente em uma aeronave vinda da Bolívia.

O nome da operação faz referência a um areeiro em Corumbá/MS, de propriedade da organização criminosa, que servia de fachada, entre outras empresas, para a lavagem de ativos decorrentes do tráfico internacional de drogas.

A Polícia Federal reforça que a atual pandemia não afetou as investigações e ações da instituição, principalmente na repressão aos crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro nas regiões de fronteira.

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Em razão da situação de pandemia da COVID-19, foi planejada uma logística especial de prevenção ao contágio, com distribuição de EPIs a todos os envolvidos na missão, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas, investigados e seus familiares.

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Mato Grosso do Sul

Fone: (67) 3368-1105
E-mail: [email protected]

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