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Caso de Polícia: Participantes do Concurso Público da Polícia Civil MT suspenso pela Justiça denunciam maus tratos em teste de aptidão física

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Pelo menos 125 candidatos que fizeram o concurso da Polícia Judiciária Civil, que foi suspenso pela Justiça Federal, expõem uma séria de lesões, que teriam sido consequências da realização do Teste de Aptidão Física (TAF), que reprovou a maioria deles. 

Em grupo de Whatsapp, criado com o objetivo de trocar informações, os concurseiros compartilharam machucados e denunciam a força utilizada na prova.

Odezio Júnior de 23 anos, que passou para escrivão, relatou que a maioria das lesões reclamadas pelos participantes ocorreram durante o exercício de abdominal remador, já que os avaliadores exigiam que eles fizessem barulho ao bater no chão.

“Várias pessoas foram muito lesionadas, isso porque o exercício do abdominal remador, exige que você encoste a cabeça e as mãos no chão, pra voltar à posição inicial. Como eles exigiam barulho, os participantes batiam com força a cabeça no chão de concreto”, explicou.

Os concorrentes alegam que o local da prova era inapropriado para a realização dos exercícios exigidos.

Por meio de um ofício enviado para Universidade Federal de Cuiabá (UFMT), eles relataram a negligência durante a execução do abdominal remador, que foi o responsável por eliminar a maioria dos candidatos.

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“A banca da UFMT exigiu no teste de abdominal remador que a posição inicial fosse observada a cabeça e mãos encostadas ao chão. Não contou, porém, com um local apropriado para a realização da prova feita em concreto e um mini colchonete não-estático, causando lesões na cabeça e mãos de vários candidatos, já que não havia amortecimento para esse exercício de alta intensidade e velocidade, já que havia o limite de 1 minuto para execução de 38 abdominais”, relata.

A UFMT,   informou que o concurso está suspenso por prazo indeterminado até a apresentação de um novo cronograma.

“O presente concurso está suspenso por prazo indeterminado, até a apresentação de novo cronograma.  Será disponibilizada, através da Área Restrita do Candidato, a gravação do Teste de Aptidão Física e após a liberação das gravações, será aberto prazo de 48 horas para interposição de recurso administrativo em face do referido teste”.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

 

 

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Mãe implora a presença de médico em UTI para acompanhar filho que sofreu acidente e recebe um “não”

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Aline Botelho, mãe de Lucas Botelho, de 18 anos, fez um desabafo nas redes sociais após o Hospital e Maternidade Santa Marcelina, em Sapezal, no Mato Grosso, não disponibilizar um médico para acompanhar seu filho em uma transferência para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do município até Cuiabá.

Lucas sofreu um grave acidente de moto na noite de quarta-feira (22) em Sapezal e chegou ao hospital desacordado, com sangramento no ouvido, febre e vômito. Segundo a mãe, a transferência era para ter ocorrido às 20h.

No post da denúncia, Aline afirma ter conseguido uma ambulância às 23h do mesmo dia para transferi-lo para a capital, porém um médico se negou a acompanhar Lucas e disse que só iria a partir das 7h30 da manhã do dia 24, quase 12 horas após o acidente.

Desesperada, a mãe entrou em contato com o prefeito de Sapezal Walcir Casagrande (PL), que “fez pouco caso”, segundo Aline, e a mandou fazer o que ela quisesse.

“O hospital não é do município e a responsabilidade é deles”, respondeu o prefeito enquanto a mãe aguardava desesperada pela remoção de Lucas.

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“Estou aflita com a situação do meu filho, é triste demais ver alguém nessa situação e o nosso prefeito fazer pouco caso”, desabafou Aline. “Estou de todas as formas implorando por ajuda nesse momento”.

Com a negativa de atendimento ao seu filho, Aline colocou o carro da família a venda na Internet na tentativa de custear o tratamento de Lucas em uma UTI.

De acordo com informações, Lucas foi transferido para a capital e está internando no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) e ainda aguarda uma vaga na UTI.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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