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Hospital de Referência à Covid-19 ajudou a zerar a fila de espera por UTIs no estado

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Desde o início da pandemia de Covid-19 no Brasil, Cuiabá já vinha se preparando. O prefeito Emanuel Pinheiro criou o Comitê de Enfrentamento ao novo coronavírus, que elaborou o Plano de Contingência COVID-19, com as diretrizes para a condução do município durante o período da epidemia.

Uma das ações mais importantes do Plano foi a transformação do antigo Pronto Socorro Municipal em Hospital Referência à Covid-19. A partir do dia 20 de março deste ano, o hospital passou a atender apenas pacientes com Covid-19 confirmados ou com suspeita da doença. “Essa decisão foi para que as pessoas com outras enfermidades não corressem o risco de se infectar com a Covid no próprio hospital, uma vez que é uma doença altamente contagiosa”, explicou o secretário municipal de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho.

Quando passou a funcionar como Hospital Referência, foram abertos na unidade 40 leitos de UTI adulto, 15 UTIs pediátricas e 170 leitos de enfermaria, todos exclusivos para pacientes de Covid-19. À medida que a doença foi avançando e os casos aumentando, a Prefeitura abriu mais 20 leitos de UTI adulto no dia 13 de julho e no dia 17 de julho entregou mais 20 leitos de UTI adulto também. Esses 40 leitos novos foram abertos graças à articulação do deputado Emanuel Pinheiro Neto, que conseguiu a doação de 40 respiradores com o Governo Federal. O Hospital de Referência passou a contar com 95 leitos de UTI apenas para pacientes com coronavírus ou com suspeita da doença.

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À época da abertura dos 40 leitos novos, Cuiabá passava por um colapso no atendimento, pois a quantidade de pacientes da capital e do interior que precisavam de UTI era maior do que o número de leitos disponíveis. “Assim que recebemos os respiradores, fizemos uma força tarefa para abrirmos o mais rápido possível esses leitos, para tentarmos salvar essas vidas. Esses 40 leitos foram essenciais para zerar a fila de UTI da Covid-19 em Mato Grosso”, comentou o secretário Pôssas.

Para o prefeito Emanuel Pinheiro, ter transformado o antigo Pronto Socorro em Hospital Referência foi uma atitude certeira. “O plano que tínhamos elaborado para esse hospital era fechá-lo, fazer uma reforma total e abrirmos o Hospital da Famíla – HFAM. O que não imaginávamos é que aconteceria uma pandemia e teríamos que mudar os rumos do nosso planejamento. Graças a Deus, tivemos a oportunidade de usar essa estrutura, que já estava pronta, para receber os pacientes com Covid e pudemos deixar o Hospital Municipal de Cuiabá – HMC para as outras enfermidades. O momento mais difícil já passou, e hoje temos cerca de 50% dos leitos de UTI adultos ocupados, 33% das UTIs infantis e 28% das enfermarias. A nossa guerra não acabou, ainda estamos enfrentando a batalha, por isso a população deve continuar com todas as medidas de distanciamento social, higienização e evitar aglomerações para que as chances de serem contaminados diminua e para que consigamos acabar com essa pandemia o quanto antes”, disse Pinheiro.

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Lei torna a Banda Municipal de Várzea Grande Patrimônio Cultural

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18/09/2020    2

A prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, e a Câmara Municipal, aprovaram a Lei de número 4.633/2020 que transforma a Banda Municipal ‘Maestro Manoel Teixeira de Oliveira’ patrimônio imaterial da cultura várzea-grandense. O tombamento da Banda se faz justo em razão de seu valor histórico e cultural, passando a constituir um patrimônio municipal, como argumenta a prefeita. A Banda foi criada em março de 1984.

A Banda retornou em 2017 e se tornou uma das grandes atrações do Natal Feliz, ação promovida pela prefeitura que traz entretenimento e diversão para as famílias, de forma totalmente gratuita. Ainda como efeito do tombamento, e sua consequente integração ao Patrimônio Histórico Municipal, a Banda Municipal de Várzea Grande passa a receber do Poder Executivo todas as condições necessárias para sua conservação e preservação como bem público, agregando valor afetivo à população e impedindo que venha a ser destruída ou descaracterizada.

O maestro Uelinton Santos, explica que a nova lei foi e está sendo muito comemorada, pois independentemente das gestões futuras e dos músicos que estiverem fazendo parte da nova instituição, a Banda seguirá cumprindo com sua vocação, que é a de levar alegria, conhecimento e cultura para toda Várzea Grande.

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“Em outubro de 2002, ainda na gestão do então prefeito Jayme Campos, a Banda passou a se chamar ‘Maestro Manoel Teixeira’. Se transformou referência na cidade e bastante elogiada e esperada nos eventos do Município. Na Gestão da prefeita Lucimar a banda  foi resgatada, por ter ficado uns 10 anos sem atuação e agora recebe toda a atenção merecida, pertencendo à cultura local”.

Como pontua o secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande, Silvio Fidelis, o tombamento é a primeira ação a ser tomada para a preservação dos bens culturais, na medida em que impede legalmente a sua destruição.  “No caso de bens culturais, preservar não é só a memória coletiva, mas todos os esforços e recursos já investidos para sua construção, como ocorreu para o resgate da Banda Municipal. No caso específico de Várzea Grande, há um incentivo continuo à musicalidade. Começou com a reordenamento da Banda e hoje se efetiva com ações concretas no dia-a-dia da educação”. 

Como explica o secretário, as oficinas de música fazem parte da grade do Ensino em Tempo Integral, o ETA, presente hoje em 22 escolas municipais. No contra turno escolar crianças e adolescentes têm o contato com música, o que contribuiu, sobremaneira, no aprendizado. “A Banda está presente em todas as atividades cívicas de nossa cidade e a música promove mudanças positivas na percepção de vida dos nossos alunos. Temos certeza de que todo esse aprendizado, uma vez absorvido, passa a fazer parte da rotina de cada um, e melhor, é partilhado no seio familiar e na comunidade”.

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A superintendente municipal de Cultura, Maria Alice de Barros Silva, lembra que a Banda faz parte da história da cidade desde a década de 80. “Seu tombamento é um ato de reconhecimento de sua importância histórica e cultural e garante a preservação e salvaguarda da memória cultural das músicas e ritmos de Várzea Grande”.

De 2017 para cá, a Banda vem inovando seu repertório de músicas, hoje transita sob aplausos entre grandes clássicos da MPB, bem como de canções românticas internacionais, como sucessos em trilhas de filmes e de novelas, e fomenta o ritmo local, com acordes de rasqueado, que levantam o público, seja qual for a apresentação.  “Levamos entretenimento e alegria. Ofertamos boa música para fazermos uma viagem no tempo, sempre promovendo valores o resgate musical”.

 

Por: Marianna Peres – Secom/VG

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