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Meio Ambiente é ponto de coleta de tampinhas de plástico para ajudar animais abandonados

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10/09/2020    7

A secretaria municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável de Várzea Grande (SEMMADRS) se tornou mais um ponto de coleta do projeto de apoio aos animais abandonados, Tampatinhas Cuiabá. A partir de agora, servidores, contribuintes e a sociedade em geral, poderão contribuir, juntado e doando tampinhas plásticas.

Através da coleta de tampas plásticas e da venda delas para reciclagem, será possível realizar castrações em animais de rua, abandonados, vítimas de maus tratos e também de bichinhos pertencentes às famílias carentes que não teriam como arcar com os custos do procedimento.

Podem ser doadas desde tampinhas de garrafas pet, passando por tampas de produtos de limpeza, de xampu, de pasta de dente, de hidratantes, de óleo de cozinha, de requeijão, de margarina, de sucos, de maionese, de molhos prontos e de condicionador de cabelo, por exemplo. A única orientação é de que antes do descarte nos pontos de coleta, as tampinhas sejam lavadas para evitar a proliferação de odores e bactérias.

A ONG, criada no mês passado, já conta com quase 20 unidades coletoras espalhadas por diversos pontos em Várzea Grande e Cuiabá.

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A secretária municipal, Helen Farias Ferreira, juntamente com sua equipe de Educação Ambiental, teve conhecimento do projeto e fez o convite para implantar a caixa coletora do Tampatinhas.

 “Além do objetivo central, que é promover a qualidade de vida de animais de rua, gatos e cachorros, há um grande mutirão em prol da consciência ambiental, foco da nossa Pasta. Apoiar e promover uma causa como essa é trabalhar pela educação ambiental. Com o projeto podemos retirar do mundo centenas de quilos de plástico e esterilizar animais que estão vivendo nas ruas, abandonados e vítimas de maus tratos. Evitando crias que terão o mesmo destino: as ruas, os maus tratos. Castrar é colocar fim a um ciclo de abandono”.

A idealizadora do projeto, Kelly Rondon, explica que o Tampatinhas tem duas grandes preocupações: a causa animal e ambiental. “A situação de abandono gera um descontrole populacional. Uma gata fêmea pode gerar até 20 filhotes em um ano, e aquelas que estão em situação de rua não recebem cuidados adequados. Sua saúde acaba sendo prejudicada podendo até morrer. Além disso, os números de animais de rua vítimas de maus tratos são alarmantes. Uma das principais e mais éticas alternativas para driblar essa situação, é a castração desses animais. Além de diminuir o abandono, a castração reduz em até 90% o risco do surgimento e desenvolvimento de tumores e infecções em machos e fêmeas. Para essa ação, estaremos ainda, retirando do meio ambiente quilos e mais quilos de materiais que podem ser reciclados, que se acumulam com facilidade nos leitos e margens de rio, córregos e nascentes e gerar renda”.  

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Kelly conta que para castrar um gato são necessários 200 quilos de tampinhas para atingir o valor de uma castração. Já para um cachorro, são 400 quilos.

Os dados levantados pelo Instituto Pet Brasil (IPB), em 2019, apontam que a maior população de animais domésticos é composta por cães e gatos. São mais de 54 milhões de cachorros e 24 milhões de gatos, sendo outros 140 milhões, vivendo em situação de rua, segundo o IBGE.

 

Por: Marianna Peres – Secom/VG

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Lei torna a Banda Municipal de Várzea Grande Patrimônio Cultural

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18/09/2020    2

A prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, e a Câmara Municipal, aprovaram a Lei de número 4.633/2020 que transforma a Banda Municipal ‘Maestro Manoel Teixeira de Oliveira’ patrimônio imaterial da cultura várzea-grandense. O tombamento da Banda se faz justo em razão de seu valor histórico e cultural, passando a constituir um patrimônio municipal, como argumenta a prefeita. A Banda foi criada em março de 1984.

A Banda retornou em 2017 e se tornou uma das grandes atrações do Natal Feliz, ação promovida pela prefeitura que traz entretenimento e diversão para as famílias, de forma totalmente gratuita. Ainda como efeito do tombamento, e sua consequente integração ao Patrimônio Histórico Municipal, a Banda Municipal de Várzea Grande passa a receber do Poder Executivo todas as condições necessárias para sua conservação e preservação como bem público, agregando valor afetivo à população e impedindo que venha a ser destruída ou descaracterizada.

O maestro Uelinton Santos, explica que a nova lei foi e está sendo muito comemorada, pois independentemente das gestões futuras e dos músicos que estiverem fazendo parte da nova instituição, a Banda seguirá cumprindo com sua vocação, que é a de levar alegria, conhecimento e cultura para toda Várzea Grande.

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“Em outubro de 2002, ainda na gestão do então prefeito Jayme Campos, a Banda passou a se chamar ‘Maestro Manoel Teixeira’. Se transformou referência na cidade e bastante elogiada e esperada nos eventos do Município. Na Gestão da prefeita Lucimar a banda  foi resgatada, por ter ficado uns 10 anos sem atuação e agora recebe toda a atenção merecida, pertencendo à cultura local”.

Como pontua o secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande, Silvio Fidelis, o tombamento é a primeira ação a ser tomada para a preservação dos bens culturais, na medida em que impede legalmente a sua destruição.  “No caso de bens culturais, preservar não é só a memória coletiva, mas todos os esforços e recursos já investidos para sua construção, como ocorreu para o resgate da Banda Municipal. No caso específico de Várzea Grande, há um incentivo continuo à musicalidade. Começou com a reordenamento da Banda e hoje se efetiva com ações concretas no dia-a-dia da educação”. 

Como explica o secretário, as oficinas de música fazem parte da grade do Ensino em Tempo Integral, o ETA, presente hoje em 22 escolas municipais. No contra turno escolar crianças e adolescentes têm o contato com música, o que contribuiu, sobremaneira, no aprendizado. “A Banda está presente em todas as atividades cívicas de nossa cidade e a música promove mudanças positivas na percepção de vida dos nossos alunos. Temos certeza de que todo esse aprendizado, uma vez absorvido, passa a fazer parte da rotina de cada um, e melhor, é partilhado no seio familiar e na comunidade”.

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A superintendente municipal de Cultura, Maria Alice de Barros Silva, lembra que a Banda faz parte da história da cidade desde a década de 80. “Seu tombamento é um ato de reconhecimento de sua importância histórica e cultural e garante a preservação e salvaguarda da memória cultural das músicas e ritmos de Várzea Grande”.

De 2017 para cá, a Banda vem inovando seu repertório de músicas, hoje transita sob aplausos entre grandes clássicos da MPB, bem como de canções românticas internacionais, como sucessos em trilhas de filmes e de novelas, e fomenta o ritmo local, com acordes de rasqueado, que levantam o público, seja qual for a apresentação.  “Levamos entretenimento e alegria. Ofertamos boa música para fazermos uma viagem no tempo, sempre promovendo valores o resgate musical”.

 

Por: Marianna Peres – Secom/VG

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