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Nova séde do 24º BPM em Cuiabá será inaugurada na manhã desta quarta e receberá o nome do Major Thiago Martins

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O governador Mauro Mendes, o secretário de Segurança Pública,  Alexandre Bustamante, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Mendes, inauguram na manhã desta quarta-feira (29), às 10h, a nova sede do 24º Batalhão da PMMT, no bairro Distrito Industrial, em Cuiabá.

O prédio, que abrigará a nova sede do Batalhão da PM, é uma aquisição do Governo do Estado com investimento no valor de R$ 3,766 milhões, possui área total de 3.600 m², dos quais 516,85 m² de área construída no pavimento térreo e 485,90 m² no pavimento superior.

A nova sede trará o espaço adequado para o efetivo de mais de 100 policiais militares, que atuam na unidade, responsáveis pela segurança de 55 bairros da região e na cobertura de cerca de 60 km² de zona rural da Capital. 

Além da nova unidade, os PMs que atuam no 24º BPM também estão presentes em duas companhias de segurança – nos bairros Pedra 90 e São João Del Rei.

O nome do novo prédio do 24º Batalhão da PM é uma homenagem póstuma ao major Thiago Martins de Souza, falecido em abril de 2021, em decorrência da covid-19.

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Na solenidade, os familiares do policial militar estarão presentes e serão homenageados pelo governador e pelo comandante-geral da instituição.

 

Otavio Ventureli(da redação com Ascom)

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Fungicida carbendazim é proibido pela Anvisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (08), por unanimidade, a proibição, em todo o país, do uso do fungicida carbendazim em produtos agrotóxicos. 

 Por ser largamente utilizado por agricultores brasileiros nas plantações de feijão, arroz, soja e de outros produtos agrícolas, a fim de evitar danos ao meio ambiente, devido à queima ou ao descarte inadequado, a eliminação do produto será realizada de forma gradual. Por outro lado, a importação, tanto do produto técnico como do formulado, será proibida de imediato, a partir da publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC). 

Para a produção, na versão formulada, a proibição começará a valer dentro do prazo de três meses, já para a comercialização, a proibição terá início no prazo de seis meses, contados a partir da publicação, que deverá ocorrer nos próximos dias. 

A Anvisa dará prazo de 12 meses para o início da proibição da exportação desses produtos

A determinação de suspensão do carbendazim já havia sido feita de forma cautelar no dia 21 de junho, durante reunião extraordinária da diretoria colegiada da Anvisa. Entre os argumentos para a proibição do produto está a suspeita de  de mutagenicidade, carcinogenicidade, toxicidade para o desenvolvimento e toxicidade reprodutiva.

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Apesar de estar entre os 20 agrotóxicos mais utilizados no Brasil, o carbendazim é proibido em países da Europa, na Austrália e nos Estados Unidos há muitos anos.

Fonte: AgroPlus

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