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Por demora na entrega de uma pizza cliente “machão” se acha no direito de ir ao comércio agredir funcionarios

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Um cliente irritado com a demora da entrega de uma pizza foi até o estabelecimento, no final da noite desta segunda-feira (28), em Sinop, tirar satisfação com os funcionários.

Além de atropelar a moto do entregador o suspeito agrediu brutalmente o motoboy, responsável pelo delivery do pedido. Ninguém foi preso.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada via rádio por volta das 21h30 por populares que diziam que um cidadão estava sendo agredido por um grupo de motoboys.

Ao chegar no local, os policiais se depararam com um grupo de motoqueiros bem alterados após um de seus colegas ser humilhado e agredido por um cliente que havia solicitado a entrega de uma pizza.  

As injustas agressões cometidas pelo cliente foram divulgadas. Nas imagens é possível ver o homem chegando em um veículo já atropelando a moto do trabalhador.

Em seguida ele entra no estabelecimento agredindo o motoboy com socos e lheu dando uma gravata o impedindo de respirar.  

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O fato causou revolta nos motociclistas que se uniram para tentar agredir o ‘cliente’, além de ter quebrado todo o carro usado pelo homem para derrubar o motocicleta do colega. A briga foi cessada após testemunhas os separarem e acalmarem os ânimos.  

A irmã do motoboy relatou aos policiais, que o rapaz havia saído para fazer a entrega e que o cliente o humilhou dizendo que não receberia  a pizza pois estava fria e havia demorado demais, momento em que ele retornou para o estabelecimento e foi surpreendido pelo ‘cliente’.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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Fungicida carbendazim é proibido pela Anvisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (08), por unanimidade, a proibição, em todo o país, do uso do fungicida carbendazim em produtos agrotóxicos. 

 Por ser largamente utilizado por agricultores brasileiros nas plantações de feijão, arroz, soja e de outros produtos agrícolas, a fim de evitar danos ao meio ambiente, devido à queima ou ao descarte inadequado, a eliminação do produto será realizada de forma gradual. Por outro lado, a importação, tanto do produto técnico como do formulado, será proibida de imediato, a partir da publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC). 

Para a produção, na versão formulada, a proibição começará a valer dentro do prazo de três meses, já para a comercialização, a proibição terá início no prazo de seis meses, contados a partir da publicação, que deverá ocorrer nos próximos dias. 

A Anvisa dará prazo de 12 meses para o início da proibição da exportação desses produtos

A determinação de suspensão do carbendazim já havia sido feita de forma cautelar no dia 21 de junho, durante reunião extraordinária da diretoria colegiada da Anvisa. Entre os argumentos para a proibição do produto está a suspeita de  de mutagenicidade, carcinogenicidade, toxicidade para o desenvolvimento e toxicidade reprodutiva.

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Apesar de estar entre os 20 agrotóxicos mais utilizados no Brasil, o carbendazim é proibido em países da Europa, na Austrália e nos Estados Unidos há muitos anos.

Fonte: AgroPlus

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