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Alunos comprovam em vídeos ou fotos o que aprenderam durante a aula

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A tecnologia se tornou uma aliada para professores e alunos da Escola Estadual Aline Maria Teixeira, localizada no município de Juruena (a 920 quilômetros a noroeste da capital). Nas atividades propostas pelas aulas online pela plataforma Microsoft Teams ou WhatsApp, os alunos enviam um vídeo ou fotos confirmando a realização dos exercícios. A riqueza de detalhes dos vídeos ou mesmo das fotos enviadas não só confirmam o aprendizado do conteúdo proposto como também surpreendem pela qualidade técnica.

A diretora Suetânia Rios Pagnussatt destaca que os alunos com acesso à internet estão participando com envio de fotos e vídeos de forma frequente. “A criatividade dos alunos é muito grande e isso mostra como estão empolgados e aprendendo o conteúdo”, comemora.

Um dos vídeos que fez sucesso entre os alunos é de uma aluna que, numa atividade da disciplina de arte, misturou as cores em pratos, mostrando na prática como funcionam as cores primárias e secundárias. A equipe gestora aprovou o vídeo.

“A aluna e o pai preferiram fazer o vídeo até porque é uma estudante especial e está gostando das aulas online. Ela é muito participativa tanto na plataforma como no grupo de WhatsApp usado para tirar dúvidas”, salienta a diretora.

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Suetânia explica que a professora pediu que fizesse a experiência com a mistura das tintas primárias e mostrasse os resultados com as cores secundárias que surgiriam a partir das misturas. Outros colegas também fizeram vídeos confirmando que aprenderam o conteúdo.

Os vídeos curtos são ferramentas também dos professores que explicam o conteúdo. Em seguida, é proposto para que os alunos façam em casa e confirmem o aprendizado através de vídeo ou mesmo fotos enviadas pelo WhatsApp.

“Nós profissionais estamos encontrando diferentes meios para que o conhecimento chegue aos nossos alunos, mas ainda estamos tendo dificuldades com a participação da família em disponibilizar um tempo para a educação dia filhos. Nesse momento de pandemia, o apoio familiar é essencial para formarmos um elo forte tendo como o   beneficiário é o aluno”, assinala.

Apostila

A EE Aline Maria Teixeira tem 511 alunos matriculas no ensino fundamental e a maior parte utilizam o material impresso – grande parte são alunos da zona rural onde não há acesso a internet. Quando conseguem ter acesso a wi-fi, os alunos enviam o retorno das atividades nos grupos de WhatsApp da turma ou mesmo no privado do professor.

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Fonte: GOV MT

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TVAL produz documentário sobre a maior queimada da história do Pantanal

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Equipe da TVAL levará ao mundo a história do maior incêndio do Pantanal

Foto: Anderson Sartori / TVAL

A maior planície alagada do planeta está em chamas e as consequências disso ainda são desconhecidas, mas serão registradas. A TV Assembleia (TVAL) está produzindo um documentário para contar, sob diferentes narrativas e muitas imagens, os impactos dos incêndios que até agora consumiram 20% de toda a biodiversidade do Pantanal. O material será gravado em três etapas para reproduzir parte da tragédia registrada este ano.

O repórter Anderson Sartori sugeriu a realização do documentário após uma provocação da jornalista Lina Carvalho, que conhecendo a paixão do colega por documentários e pela natureza, sugeriu a realização de um projeto especial. Pronto, foi semeada a semente e Anderson levou a proposta para o superintendente da TVAL, Jaime Neto.

A equipe fez sua primeira inserção há duas semanas, quando uma diligência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), da Câmara dos Deputados e do Senado Federal visitou o Pantanal para ver de perto as queimadas e ouvir os relatos da população local. Anderson Sartori, o cinegrafista Maximino Cruz, o operador de drone Roberto Kilila e o motorista Ronaldo Marques de Almeida percorreram a Transpantaneira de Poconé (a 102 km da Capital) até Porto Jofre, na divisa dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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Com apoio de um drone, a imagens aéreas mostram a devastação do fogo até mesmo sobre as áreas úmidas. “Fiz muitas matérias no Pantanal e nunca vi assim. Você não vê água, não sei se um dia o Pantanal voltará a ser como antes”, descreve Maximino Cruz, que há 35 anos trabalha como cinegrafista.

Desafios – O jornalista Anderson Sartori diz que o objetivo do documentário é disponibilizar ao mundo as imagens e a história deste que já é considerado o maior incêndio do Pantanal. “É premissa da TV pública produzir conteúdos que possam desdobrar alguns assuntos com mais tempo e o documentário é um dos caminhos para levar informações mais aprofundadas para a comunidade”, afirma Anderson Sartori.

Além dos aspectos naturais e o dia a dia de quem está lidando com o combate ao fogo, o documentário também vai apresentar os impactos sociais e econômicos da queimada no Pantanal a partir da perspectiva de quem vive lá e também de pesquisadores e políticos. “Vimos pousadas destruídas, o ecoturismo será afetado diretamente”, exemplifica Anderson.

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Para isso, a intenção é registrar a queimada, o que já foi realizado, o início das chuvas e depois, quando o Pantanal estiver cheio, gravar como será a reconstrução deste ciclo, visto que naturalmente o bioma é composto do revezamento entre a seca e a cheia de sua planície. Como o material está sendo produzido em Full HD, que garante qualidade de ponta às imagens, a equipe também precisará de uma estrutura especial para editar o documentário e apoio para realizar mais duas viagens.

A intenção é finalizar o documentário ainda no primeiro semestre de 2021. “Estamos trabalhando nos intervalos das pautas diárias e entre uma ida e a outro ao Pantanal para fazer entrevistas, pesquisar e adiantar a seleção de imagens”, explica Sartori.

Fonte: ALMT

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