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Após denúncias, Sema fiscaliza mortes de jacarés que teriam sido provocadas por visitantes

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) fiscalizou a região de Porto Jofre, no Pantanal, após denúncia de jacarés mortos por visitantes.

A equipe de Fiscalização de Fauna percorreu a região de barco nesta quarta-feira (09.06), em Poconé, para monitorar o local das ocorrências e encontraram 9 jacarés mortos.

O grupo suspeito não se encontrava mais na região, porém a equipe vai continuar monitorando a fauna local para que crimes ambientais como esse sejam devidamente punidos e não se repitam.

O Coordenador de Fiscalização de Fauna, Jean Holz, afirma que a Sema busca fazer fiscalização cada vez mais frequente na região e que os agentes estão encarando esse caso como um fato isolado.

“Há muito tempo não tinha ocorrência dessa natureza naquela região. O jacaré é um animal silvestre muito importante e que faz parte da cadeia alimentar do Pantanal. A sua caça é proibida, prevista em lei 9.605/98 dos crimes ambientais”.

Como denunciar crimes ambientais

O cidadão pode fazer a denúncia de crimes ambientais pela Ouvidoria da Sema. As denúncias são sempre anônimas, com absoluto sigilo. A orientação é que se descreva os fatos de forma específica e com detalhes, identificando data de ocorrência, tipo da ocorrência e local.

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Para registrar uma denúncia na Ouvidoria da Sema, basta acessar um dos canais de atendimento disponíveis por telefone, e-mail ou pessoalmente.
Telefone: 0800 065 3838
E-mail: [email protected]
Endereço: Centro Político e Administrativo, Rua C, S/N, Cuiabá – MT.

*Supervisão de texto de Renata Prata

Fonte: GOV MT

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POLÍTICA MT

Comissão Especial do Zoneamento recebe representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Comissão Especial de Zoneamento Socioeconômico Ecológico recebeu, na tarde desta quarta-feira (16), o secretário-adjunto de Investimentos, Inovação e Sustentabilidade, Walter Valverde, e o superintendente de Agronegócios, Sérgio Leal, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec/MT). 

O superintendente de Agronegócios da pasta apresentou aos deputados dados sobre o desenvolvimento econômico e social do estado. Sérgio Leal destacou que as áreas de preservação já previstas na legislação alcançam 58% do estado, sobrando 42% do território para produção. E também ressaltou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso nos últimos anos. 

“A questão econômica capitaneia os avanços do estado e isso é fruto do esforço do sistema produtivo, que trabalhou na incorporação de tecnologias para aumentar a produção sem a necessidade de abrir novas áreas”, avalia Leal. “As áreas preservadas dentro das propriedades rurais somadas superam as áreas de reserva, como parques e terras indígenas. Mato  Grosso é o estado que mais produz e mais preserva, sendo líder na diminuição de desmatamento”, argumentou. 

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Para o superintendente, esses dados garantem que Mato Grosso produz de maneira sustentável. Ele avalia ainda que a minuta de novo zoneamento feita pela Secretaria de Planejamento e Gestão traz grandes restrições que atrapalham o desenvolvimento de regiões mais pobres do estado, como o Araguaia e o Guaporé. “Precisamos fazer com que as diferentes áreas do estado sejam mais homogêneas no desenvolvimento. Mato Grosso tem uma economia dinâmica e ágil, que o novo zoneamento apresentado não acompanhou”, completa Leal. 

O presidente da comissão especial, deputado estadual Dr. Eugênio (PSB), pediu que a secretaria trabalhe para fazer mudanças na minuta de novo Zoneamento Socioeconômico Ecológico do estado que está sendo apresentada à população desde fevereiro. “Queremos receber para votação na Assembleia um projeto diferente, que não impeça o desenvolvimento do estado para evitarmos fazer um substitutivo que possa ser contestado na justiça”, pediu o parlamentar.

“A Casa vai ter a grande responsabilidade de votar esse novo zoneamento e é importante que o estado não seja impedido de ser um grande produtor de alimentos”, defendeu o deputado Nininho (PSD). O deputado Valmir Moretto (Republicanos) disse que os produtores fazem a preservação dentro das propriedades e criticou a falta de apoio do poder público nesse esforço. 

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A próxima reunião da Comissão Especial de Zoneamento Socioeconômico Ecológico está prevista para o próximo dia 29 e deve ser realizada com técnicos da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em São Felix do Araguaia. 

Zoneamento Socioeconômico Ecológico – Conforme definição da Secretaria Estadual de Planejamento, o Zoneamento Socioeconômico Ecológico é um mecanismo de gestão ambiental que consiste na delimitação de zonas ambientais e atribuição de usos e atividades de acordo com as potencialidades e restrições de cada uma delas, tendo por objetivo repensar a ocupação do território mato-grossense, a apropriação de seus recursos naturais e o modelo de desenvolvimento para o futuro, considerando que a ocupação espacial deve propiciar um equilíbrio entre a dinâmica natural e a socioeconômica.

Fonte: ALMT

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