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ARTIGO – Vacinas extras, doses de esperança

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Por Paulo Henrique

Recebi com esperança o anúncio de que o Governo Federal doará doses extras da vacina contra a covid-19 para a população da nossa querida Cuiabá, em contrapartida a realização de cinco jogos da Copa América. A capital será uma das quatro sedes da competição continental, que terá início neste domingo (13/06), na Arena Pantanal, com o jogo entre Colômbia e Equador.

Estou extremamente grato pela sensibilidade do prefeito municipal Emanuel Pinheiro. As doses extras das vacinas, em “troca” da realização da competição traz esperança e segurança para a população. O pedido de 670 mil doses extras feito diretamente ao presidente da República, Jair Bolsonaro, em Brasília, no dia 8 de junho, foi uma iniciativa louvável que merece o nosso reconhecimento, pois estamos a um passo de imunizar toda a população.

Cuiabá merece, a população merece, e visto isso o ministro da saúde, Marcelo Queiroga confirmou as doações. O ministro já está avaliando no Programa Nacional de Imunização a quantidade que será remetida para a nossa amada capital, que tanto nos orgulha.

O povo cuiabano pode comemorar mais essa “vitória cuiabana”, fruto da união do nosso prefeito Emanuel Pinheiro e o deputado federal Emanuelzinho.

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Os filhos desta terra, os cuiabanos e aqueles que aqui vivem, merecem ser beneficiados com a imunização contra a Covid-19.

A vacina contra a Covid-19 trouxe para nós cuiabanos e a humanidade a esperança de vencer a pandemia. Com isso, receber as doses extras da vacina e ver o nosso povo imunizado têm gerado muitas expectativas e renova em nós a esperança de dias melhores. Foi uma benção essa iniciativa visionária do prefeito.

A vacina será um alívio e parte da solução. Uma solução que, por enquanto, passa por manter distanciamento social, lavagem frequente das mãos com água e sabão, uso de álcool em gel e uso de máscaras.

Essa pandemia trouxe uma repercussão terrível na vida das pessoas. As consequências podem ser observadas em todas as esferas, sanitárias, econômicas, sociais e financeiras, de forma avassaladora. Os interesses econômicos e políticos não deixaram de existir, há uma pressão, entretanto, devemos estar vigilantes e manter a esperança viva em nossos corações, e andar lado a lado daqueles que se lançam na linha de frente por amor a vida.

Já dizia o filósofo grego Aristóteles: “A esperança é o sonho do homem acordado”. Vamos confiar que estamos próximos de ver toda a população imunizada. Ter esperança nos mantém vivos.

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Vamos manter a esperança e confiar no trabalho, seguramente imparcial e competente, das entidades reguladoras e da administração pública da nossa capital.

Solidariedade e empatia às famílias enlutadas pela perda de seus familiares vítimas da Covid-19, e gostaria também de homenagear e reconhecer a importância do trabalho de todos os profissionais da saúde e também servidores públicos de saúde da linha de frente.

A sociedade está estarrecida diante de inúmeras mortes. Essas vidas não podem ser vistas apenas como números em uma estatística que não para de crescer. A falta de solidariedade, de empatia, de se importar com a dor e a vida do outro também é uma doença que enfrentamos. Precisamos amar mais e se importar mais com a dor do próximo.

Por trás dos números estão pessoas, são vidas, são histórias que foram interrompidas.
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Paulo Henrique Figueiredo é cuiabano, servidor público, presidente do Sindicato dos Agentes de Regulação e Fiscalização (Sindarf- MT) e está no cargo de vereador por Cuiabá

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Governo de MT já pactuou 99,9% das doses recebidas; veja quanto cada município aplicou

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O Governo de Mato Grosso recebeu, até a manhã desta terça-feira (27.07), 2.438.340 doses das vacinas contra Covid-19 do Ministério da Saúde e já pactuou a distribuição de 2.436.534 doses aos 141 municípios do Estado, ou seja, 99,9% do total recebido.

O Estado reteve as doses de vacina que são destinadas para segunda aplicação e devem ser distribuídas próximas da vacinação.

A disponibilização das doses é resultado da soma da primeira e segunda doses (2.375.036), acrescida das doses destinadas às populações indígenas aldeadas (54.120) e dos arredondamentos técnicos (7.378) necessários para o ajuste volumétrico dos frascos disponibilizados pelo Ministério da Saúde.  

Das 2.367.933 doses retiradas pelos municípios, as prefeituras aplicaram 1.902.925 (80%), sendo 1.476.118 como primeira dose ou dose única e 426.807 como segunda dose. O percentual da semana passada era de 94%. 
 
Os 10 municípios que mais aplicaram vacinas, considerando o percentual de doses aplicadas em relação às doses recebidas, foram: Campos de Júlio (99%), Alto Boa Vista (98%), Colíder (97%), Novo Mundo (96%), Diamantino (94%), Ribeirãozinho (94%), Conquista D’Oeste (93%), Jaciara (93%) e Arenápolis (93%). 

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Confira o ranking completo de aplicação das vacinas no Boletim Informativo nº 506 ou no Painel de Distribuição de Vacinas Covid-19.

Considerando as vacinas destinadas à população indígena, alguns municípios podem contabilizar as doses aplicadas em aldeias pertencentes a territórios vizinhos e ultrapassar o limite de 100% da aplicação.

A Vigilância Estadual alertou que a utilização de unidades de segunda dose como primeira dose pode comprometer o esquema vacinal da população do município, considerando o fornecimento e as orientações feitas pelo Ministério da Saúde.

Sobre a distribuição

Na força-tarefa da vacinação, cabe ao Governo do Estado fazer a logística de distribuição, que é definida pela Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB-MT), composta por membros do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) e da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT).

A escolta dos materiais até os 14 polos de distribuição é feita pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), além das Polícias Federal e Rodoviária Federal e do Ministério da Defesa. O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) também disponibiliza sua frota aérea para dar celeridade à distribuição.

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É importante ressaltar que o Governo Federal define o total de doses que cada estado recebe. Essa definição ocorre de acordo com a quantidade de pessoas que pertencem aos grupos prioritários e não pela quantidade absoluta da população.

Fonte: GOV MT

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