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Assembleia Social promove Bazar On-line com renda revertida para as Obras Sociais Manoel Philomeno de Miranda

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Foto: KAREN MALAGOLI / ALMT

O Bazar da Assembleia Social já é tradição em solidariedade, consumo consciente, baixo custo e alta qualidade. Mas a pandemia exigiu uma adaptação: evitar aglomeração. Por isso, depois de longa pausa, a AL Social está promovendo a primeira edição on-line, com retirada dos produtos em drive-thru e exposição de peças não vendidas em espaço aberto. O evento será realizado entre setembro e outubro e toda arrecadação financeira será diretamente repassada para as Obras Sociais Manoel Philomeno de Miranda.

O método será o seguinte: a Assembleia Social venderá, através de seu perfil na rede social Instagram (www.instagram.com/assembleiasocial), roupas, calçados, acessórios e brinquedos, em perfeito estado, entre os dias 21 de setembro de 02 de outubro, com o objetivo de uma vitrine virtual, uma demonstração da infinidade de produtos do bazar.

As peças estarão disponíveis para escolha e um funcionário ficará à disposição para responder dúvidas, repassar formas de pagamento e separar os produtos. No dia 07 de outubro, das 16h às 20h, os participantes poderão retirar sua compra no sistema drive-thru (não precisa descer do carro), no estacionamento do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros.

No mesmo dia e horário – 07 de outubro, das 16h às 20h, ficarão disponíveis para venda, em araras ao ar livre (piso térreo do estacionamento do Teatro Zulmira), as peças não vendidas previamente e as dezenas de outras não disponibilizadas para venda on-line. Os interessados poderão vê-las pessoalmente, mediante controle de entrada e seguindo normas de prevenção.

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Os produtos a serem vendidos foram doados por empresas e pessoas solidárias e a equipe da Assembleia Social está categorizando, higienizando e passando ferro. “Estamos com cada roupa linda, cada sapato! Tudo limpo e bem barato, tem peça de dois a 50 reais!”, exclamou a diretora da Assembleia Social e do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, Daniella Paula Oliveira. As peças impróprias para venda estão sendo doadas a outra instituição filantrópica.

“Com a suspensão de boa parte das ações das instituições de atendimento assistencial, como prevenção ao novo coronavírus, incontáveis pessoas, que já passavam necessidade antes da pandemia, tiveram sua situação agravada. Por isso, estamos pensando formas de promover ações seguras e seguir atendendo quem precisa”, explicou Dani Paula.

As Obras Sociais Manoel Philomeno de Miranda atendem no bairro Ribeirão do Lipa, em Cuiabá, e regularmente desenvolvem atividades complementares no contraturno escolar (no período da tarde, para alunos que estudam de manhã e vice-versa), em parceria com o Comitê Pró-Infância, para crianças e adolescentes, como karatê, aulas de flauta e violão e de educação física, de segunda a sexta-feira. Os participantes recebem também toda a estrutura necessária, como kimono, material escolar, instrumento musical e alimentação.

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Aos sábados, geralmente há evangelização espírita às crianças e adolescentes e aulas de artesanato para as mães, que saem de lá com alimentos perecíveis e não perecíveis, repassados pelo Centro de Distribuição, e sopa.

Em função da pandemia, as atividades presenciais (aulas durante a semana e programação de sábado) foram suspensas e, agora, há apenas a entrega dos alimentos na manhã de sábado, sem aglomeração.

Com o valor arrecadado com o bazar, a entidade filantrópica pretende melhorar a estrutura física da instituição. “Nós temos turmas divididas por idade e precisamos de mais salas. Faremos o que for possível, como erguer uma varanda ou comprar material de construção”, contou o vice-presidente das Obras Sociais, Rafael Martine.

Enquanto não começam as vendas on-line, a equipe da AL Social continua arrecadando doações. Quem quiser desapegar, basta ligar no (65) 9 9213-7380 ou 9 9239-8785, para combinar retirada.

SERVIÇO

Bazar On-line da AL Social

Instituição beneficiada: Obras Sociais Manoel Philomeno de Miranda

Vendas On-line: de 21/09 a 02/10, no instagram.com/assembleiasocial

Retirada ou compra presencial: 07/10, das 16h às 20h, no estacionamento do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros

Toda arrecadação será diretamente repassada para a instituição beneficiada

 

Fonte: ALMT

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TVAL produz documentário sobre a maior queimada da história do Pantanal

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Equipe da TVAL levará ao mundo a história do maior incêndio do Pantanal

Foto: Anderson Sartori / TVAL

A maior planície alagada do planeta está em chamas e as consequências disso ainda são desconhecidas, mas serão registradas. A TV Assembleia (TVAL) está produzindo um documentário para contar, sob diferentes narrativas e muitas imagens, os impactos dos incêndios que até agora consumiram 20% de toda a biodiversidade do Pantanal. O material será gravado em três etapas para reproduzir parte da tragédia registrada este ano.

O repórter Anderson Sartori sugeriu a realização do documentário após uma provocação da jornalista Lina Carvalho, que conhecendo a paixão do colega por documentários e pela natureza, sugeriu a realização de um projeto especial. Pronto, foi semeada a semente e Anderson levou a proposta para o superintendente da TVAL, Jaime Neto.

A equipe fez sua primeira inserção há duas semanas, quando uma diligência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), da Câmara dos Deputados e do Senado Federal visitou o Pantanal para ver de perto as queimadas e ouvir os relatos da população local. Anderson Sartori, o cinegrafista Maximino Cruz, o operador de drone Roberto Kilila e o motorista Ronaldo Marques de Almeida percorreram a Transpantaneira de Poconé (a 102 km da Capital) até Porto Jofre, na divisa dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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Com apoio de um drone, a imagens aéreas mostram a devastação do fogo até mesmo sobre as áreas úmidas. “Fiz muitas matérias no Pantanal e nunca vi assim. Você não vê água, não sei se um dia o Pantanal voltará a ser como antes”, descreve Maximino Cruz, que há 35 anos trabalha como cinegrafista.

Desafios – O jornalista Anderson Sartori diz que o objetivo do documentário é disponibilizar ao mundo as imagens e a história deste que já é considerado o maior incêndio do Pantanal. “É premissa da TV pública produzir conteúdos que possam desdobrar alguns assuntos com mais tempo e o documentário é um dos caminhos para levar informações mais aprofundadas para a comunidade”, afirma Anderson Sartori.

Além dos aspectos naturais e o dia a dia de quem está lidando com o combate ao fogo, o documentário também vai apresentar os impactos sociais e econômicos da queimada no Pantanal a partir da perspectiva de quem vive lá e também de pesquisadores e políticos. “Vimos pousadas destruídas, o ecoturismo será afetado diretamente”, exemplifica Anderson.

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Para isso, a intenção é registrar a queimada, o que já foi realizado, o início das chuvas e depois, quando o Pantanal estiver cheio, gravar como será a reconstrução deste ciclo, visto que naturalmente o bioma é composto do revezamento entre a seca e a cheia de sua planície. Como o material está sendo produzido em Full HD, que garante qualidade de ponta às imagens, a equipe também precisará de uma estrutura especial para editar o documentário e apoio para realizar mais duas viagens.

A intenção é finalizar o documentário ainda no primeiro semestre de 2021. “Estamos trabalhando nos intervalos das pautas diárias e entre uma ida e a outro ao Pantanal para fazer entrevistas, pesquisar e adiantar a seleção de imagens”, explica Sartori.

Fonte: ALMT

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