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Avallone destaca importância da retomada do programa BID Pantanal

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Programa BID Pantanal foi discutido em audiência pública na ALMT

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Os deputados Carlos Avallone (PSDB) e Wilson Santos (PSDB) entregaram no sábado (3) ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, cópia do programa BID Pantanal. A intenção é resgatar o programa elaborado no governo Dante de Oliveira, que foi aprovado pelo Banco Interamericano e pelo governo federal em 2001, mas não teve continuidade por falta de vontade política dos governos federal e estadual seguintes.

O programa previa US$ 400 milhões a fundo perdido para sua implantação, divididos entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Cada estado receberia hoje um aporte de aproximadamente R$ 1 bilhão, recursos que vinham do Banco Interamericano de Desenvolvimento, do governo japonês, do governo federal e pequena contrapartida dos dois estados. O ministro Ricardo Salles assegurou que a equipe técnica do ministério vai analisar o projeto. Os deputados de Mato Grosso também estão agendando uma audiência com o presidente Jair Bolsonaro e com a direção do BID no Brasil.

A ideia de retomar o projeto surgiu durante a audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso no dia 30 de setembro. O debate sobre as queimadas no Pantanal desaguou na proposta de retomar o BID Pantanal, encaminhada pelo deputado Wilson Santos e aprovada pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente, Carlos Avallone, e demais membros da comissão.

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Durante a reunião em Corumbá, autoridades dos dois estados e do governo federal firmaram o compromisso de trabalhar pela retomada do programa, que interessa a todos. Os parlamentos estaduais de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul vão propor alterações no projeto original do programa BID Pantanal para colocá-lo em prática. Após a aprovação do governo federal, uma equipe técnica formada pelos dois estados vai começar a trabalhar na recomposição. “Nós temos as condições políticas para fazer isso, trazendo pessoas especializadas no setor para debater e atualizar as propostas”, resumiu Avallone.

O governador Reinaldo Azambuja (MS), presente em Corumbá, também manifestou interesse na ação conjunta entre os dois estados em defesa do patrimônio ambiental comum que é o Pantanal. Serão retomadas as tratativas também junto à direção nacional do BID para resgatar o programa, que permitirá a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável do Pantanal.

Corumbá sediou também uma reunião de trabalho da Comissão Temporária Externa do Senado, que discute com a sociedade a criação do Estatuto do Pantanal, projeto em tramitação, presidida pelo senador mato-grossense Wellington Fagundes (PL-MT), que endossa a proposta de retomar o BID Pantanal.

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Para o deputado Carlos Avallone, a iniciativa de retomada do programa é muito importante, em razão do recente incêndio florestal que consumiu 22% da área pantaneira. “Temos que pensar numa política pública como um todo e esquecer a divisa entre os dois estados. Trata-se de um ecossistema único e que precisa de cuidados dos dois estados”, disse Avallone.

Ele entende que a audiência foi o primeiro passo para ações mais consequentes em defesa do Pantanal. “A não execução do BID Pantanal em 2003 foi um crime contra a natureza, e depois de 20 anos as consequências desse crime surgem com clareza através das queimadas e incêndios nos dois estados. Se tivéssemos tomado os cuidados que o programa previa, provavelmente não teríamos esse desastre nas proporções de hoje”, afirmou.

Avallone esclarece que retomar o projeto é um benefício para o Pantanal, contemplando todas as vertentes de preservação, educação ambiental, manejo adequado e sustentabilidade das atividades econômicas como a pecuária. Estavam previstas novas estradas-parque, pontes de concreto, campos de pouso e reforço da estrutura dos Bombeiros na região. A questão do saneamento também está contemplada, beneficiando Cuiabá, Várzea Grande, Barão de Melgaço, Poconé, Cáceres e Chapada dos Guimarães. Todos os municípios no entorno do Pantanal teriam investimentos em tratamento de esgoto para preservar os rios que desaguam na região.

Fonte: ALMT

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Município de Ribeirãozinho está com risco moderado de contaminação de Covid-19 em Mato Grosso

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Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) divulgou nesta quinta-feira (29.10) mais uma atualização do panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso. O Boletim Informativo n° 235 mostra (a partir da página 12) que o município de Ribeirãozinho configura na classificação com risco “moderado” para contaminação do novo coronavírus.

Os demais 140 municípios estão na classificação de risco “baixo”, indicado pela cor verde e não apresentam grandes riscos de contaminação. Nenhuma cidade de Mato Grosso foi classificada com risco “muito alto”, indicado pela cor vermelha que representa alerta máximo de contaminação.

O sistema de classificação que indica o nível de risco é definido por cores: muito alto (vermelho), alto (laranja), moderado (amarelo) e baixo (verde). De acordo com a definição dos riscos é necessária a adoção de medidas restritivas para o controle da propagação do coronavírus nas cidades. Os indicadores de classificação de risco são atualizados duas vezes por semana e os resultados são divulgados nos Boletins informativos da SES-MT.

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Veja a tabela de classificação de risco por município

 

Recomendações e cuidados

– Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;

– Usar máscara quando sair de casa;

– Evitar aglomerações;

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

 

Fonte: GOV MT

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