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Case de Rondonópolis realiza palestra sobre o setembro amarelo

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O Centro de Atendimento Socioeducativo Masculino (Case) do município de Rondonópolis (211 km ao sul de Cuiabá) realizou uma palestra, na manhã desta quinta-feira (10.09), o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. O tema abordado foi “Setembro Amarelo – Combate e Prevenção ao Suicídio”.

O evento contou com a parceria entre os setores de Enfermagem e Psicologia do Case de Rondonópolis. As palestras foram ministradas pelas psicólogas Glasiely Alves e Maira Fabiana, e pela técnica em enfermagem Maria Selmira, servidoras da unidade.

Segundo o gerente de Atendimento Socioeducativo, Robson Machado, discutir o tema é de suma importância, principalmente em instituições de privação de liberdade, fator que potencializa o isolamento social. 

“A questão emocional contribui para o aumento no índice de suicídio, seja na forma consumada ou tentada. Falar sobre o assunto conscientiza o adolescente a buscar ajuda psicológica para enfrentar fatores emocionais potencializadores do suicídio”.

Na ocasião, foi servido também café da manhã aos adolescentes, com bolos e salgados feitos por eles mesmos, por meio do projeto “Compartilhando Experiências”. A iniciativa promove atividades práticas e teóricas com o objetivo de compartilhas experiências, além de estimular o trabalho em equipe. O projeto inclui capacitações para confecção de pães, pizzas, bolos e salgados, entre outras.

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(Supervisão da jornalista Nara Assis)

Fonte: GOV MT

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Mulheres rurais realizam a primeira feira da agricultura familiar em Colniza

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Agricultoras Familiares da Comunidade Capa Mansa, localizada no município de Colniza (1.065 km a Nordeste de Cuiabá), realizaram a primeira feira da agricultura familiar no município. A presidente da Associação de Mulheres Rurais Liberdade, Maria Nazaré Oliveira Almeida, destaca que a intenção é levar para a comunidade a produção do campo, uma vez por mês e buscar espaços alternativos para a comercialização toda semana. A feira foi realizada no barracão da Igreja Católica, na Comunidade São João.

De acordo com a presidente, a Associação está se organizando em busca de alternativas econômicas para as mulheres rurais. A primeira feira trouxe diversos produtos para comercialização tais como frutas, verduras, farinha de mandioca, farinha de babaçu, bolos, doces, queijos, requeijão, rapadura, melado, caldo-de-cana, coco processado, artesanato e outros. Teve também um bazar para venda de diversas roupas com preços acessíveis de R$ 2,00 a R$ 10,00.

Conforme ficou estipulado pelas agricultoras, a feira da agricultura familiar será realizada aos sábados, no final do mês. Maria Nazaré destaca que as produtoras estão acostumadas a comercializar os seus produtos levando até a casa dos consumidores. Com a implantação da feira, o consumidor terá a sua disposição vários produtos num só lugar. Estão também se organizando para realizar a venda em locais alternativos que possa atender a todos os interessados.

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Outra alternativa encontrada pelas mulheres rurais é a implantação de uma agroindústria para produção de farinha de mandioca. A presidente fala que a Prefeitura Municipal repassou para a associação uma farinheira que estava desativada. Ela enxerga mais uma oportunidade de negócio para as mulheres e produtores rurais da região. “Essa farinheira precisa ser recuperada e de muito trabalho de todos para voltar a funcionar. Acredito que no próximo ano estaremos produzindo farinha de mandioca”, ressalta.

A feira será realizada uma vez por mês

A produtora e membro da Associação, Joselina Alves de Lima, possui na sua área de 13,5 alqueires o cultivo de mandioca, café, banana, verduras, frutas, criação de bovinos, pequenos animais e outros. Ela ficou empolgada e vai comercializar diferentes produtos na próxima feira.  “Eu trouxe cebola, couve, almeirão, bolo de cenoura, artesanato e jogo de tapete. Para este mês, já estou programando levar sorvete, verduras e outros”, comenta.

A produtora Angelita Patrícia da Silva, membro da associação é considerada a poeta do grupo de mulheres por escrever poemas sobre a natureza, a vida no campo e a agricultura familiar. Ela participou da feira e comercializou abacaxi, rapadura com amendoim, açafrão da terra, geladinho de frutas e outros. O evento contou com a participação de 10 mulheres rurais.

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 A extensionista Social da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Conceição Santana Ribeiro, explica que nesse período da pandemia as produtoras redobraram os cuidados de higiene na comercialização dos produtos, a fim de evitar a contaminação pelo novo coronavírus (Covid-19). A feira da agricultura familiar foi realizada com todos os cuidados e recomendações desde a higiene pessoal passando pela manipulação dos alimentos, limpeza dos ambientes e transportes.

Fonte: GOV MT

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