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Comissão Especial do Zoneamento recebe representantes da Secretaria de Desenvolvimento Econômico

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Comissão Especial de Zoneamento Socioeconômico Ecológico recebeu, na tarde desta quarta-feira (16), o secretário-adjunto de Investimentos, Inovação e Sustentabilidade, Walter Valverde, e o superintendente de Agronegócios, Sérgio Leal, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec/MT). 

O superintendente de Agronegócios da pasta apresentou aos deputados dados sobre o desenvolvimento econômico e social do estado. Sérgio Leal destacou que as áreas de preservação já previstas na legislação alcançam 58% do estado, sobrando 42% do território para produção. E também ressaltou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso nos últimos anos. 

“A questão econômica capitaneia os avanços do estado e isso é fruto do esforço do sistema produtivo, que trabalhou na incorporação de tecnologias para aumentar a produção sem a necessidade de abrir novas áreas”, avalia Leal. “As áreas preservadas dentro das propriedades rurais somadas superam as áreas de reserva, como parques e terras indígenas. Mato  Grosso é o estado que mais produz e mais preserva, sendo líder na diminuição de desmatamento”, argumentou. 

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Para o superintendente, esses dados garantem que Mato Grosso produz de maneira sustentável. Ele avalia ainda que a minuta de novo zoneamento feita pela Secretaria de Planejamento e Gestão traz grandes restrições que atrapalham o desenvolvimento de regiões mais pobres do estado, como o Araguaia e o Guaporé. “Precisamos fazer com que as diferentes áreas do estado sejam mais homogêneas no desenvolvimento. Mato Grosso tem uma economia dinâmica e ágil, que o novo zoneamento apresentado não acompanhou”, completa Leal. 

O presidente da comissão especial, deputado estadual Dr. Eugênio (PSB), pediu que a secretaria trabalhe para fazer mudanças na minuta de novo Zoneamento Socioeconômico Ecológico do estado que está sendo apresentada à população desde fevereiro. “Queremos receber para votação na Assembleia um projeto diferente, que não impeça o desenvolvimento do estado para evitarmos fazer um substitutivo que possa ser contestado na justiça”, pediu o parlamentar.

“A Casa vai ter a grande responsabilidade de votar esse novo zoneamento e é importante que o estado não seja impedido de ser um grande produtor de alimentos”, defendeu o deputado Nininho (PSD). O deputado Valmir Moretto (Republicanos) disse que os produtores fazem a preservação dentro das propriedades e criticou a falta de apoio do poder público nesse esforço. 

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A próxima reunião da Comissão Especial de Zoneamento Socioeconômico Ecológico está prevista para o próximo dia 29 e deve ser realizada com técnicos da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em São Felix do Araguaia. 

Zoneamento Socioeconômico Ecológico – Conforme definição da Secretaria Estadual de Planejamento, o Zoneamento Socioeconômico Ecológico é um mecanismo de gestão ambiental que consiste na delimitação de zonas ambientais e atribuição de usos e atividades de acordo com as potencialidades e restrições de cada uma delas, tendo por objetivo repensar a ocupação do território mato-grossense, a apropriação de seus recursos naturais e o modelo de desenvolvimento para o futuro, considerando que a ocupação espacial deve propiciar um equilíbrio entre a dinâmica natural e a socioeconômica.

Fonte: ALMT

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Assembleia Social oferece 29 opções de oficinas para contribuir com a renda familiar

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Abertura de Oficina de Sabonete Artesanal na Ação na Escola Pascoal Ramos

Foto: Karen Malagoli

Oficina de Pintura em Tecido, na Ação da Conseg Distrito da Guia, com a presença do deputado Eduardo Botelho

Foto: Karen Malagoli

Com o avanço da vacinação da população mato-grossense, a Assembleia Social retomou, já no fim de maio deste ano, a oferta de oficinas que havia sido suspensa desde o ano anterior, em razão da condição presencial da atividade.

Respeitando os protocolos de biossegurança de prevenção à covid-19 e com turmas controladas, entre maio e julho deste ano, foram oferecidas quatro oficinas e outras três edições do projeto Ação Assembleia Social, também com oferta de capacitações.

As oficinas são ministradas pela Assembleia Social a comunidades carentes ou em municípios do interior, com a finalidade de oferecer um novo saber, de forma a contribuir com a renda familiar (a partir da venda dos produtos), dar mais independência financeira às mulheres e ocupar o tempo das pessoas de forma produtiva, acessando das técnicas de arteterapia.

Entre os dias 29 de maio e 12 de junho, foram oferecidas quatro edições da Oficina de Sabão Líquido Artesanal, pela professora parceira Elizabeth Ferreira, atendendo a 92 alunos, distribuídos nas instituições parceiras Obras Sociais Eurípides Barsanulfo, na periferia de Várzea Grande (em 29/05 e 12/06), no Centro Terapêutico Paraíso, na estrada do Manso (09/06) e na Paróquia São José Operário, no bairro Cristo Rei, também em Várzea Grande.

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Em 18 de junho, o braço social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso deu início a um novo projeto: a Ação Assembleia Social, que buscou adaptar os tradicionais mutirões aos cuidados de saúde atuais.

A iniciativa foi desenhada em dois formatos: o de acolhimento e o de oficinas. A primeira Ação, no dia 18, foi de acolhimento – ofereceu atendimento em saúde da família, atendimento com psicoterapeuta e orientações jurídicas a 30 pessoas da Comunidade de Pescadores Z5, em Barão de Melgaço, por agendamento prévio. Leia mais aqui.

Com foco na oferta de oficinas, foram realizadas três edições da Ação Assembleia Social: na Escola Estadual Pascoal Ramos, em Cuiabá, no dia 23/06; no Conselho Comunitário de Segurança Pública (Conseg) do Distrito de Nossa Senhora da Guia, em Cuiabá, no dia 29 último; e participando da iniciativa do Grupo VG+Ação, no bairro Água Vermelha, em Várzea Grande, no dia 06 deste mês.

Na Escola Pascoal Ramos, foram formadas seis turmas de professores ou membros da comunidade escolar, sendo três de manhã e três à tarde: uma turma de Sabão Líquido Artesanal, duas de Tranças e Penteados, uma de Sabonete Artesanal e duas de Coaching Sistêmico Humanizado, atendendo, ao todo, 59 pessoas.

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A edição no Distrito da Guia ocorreu em três dias, com seis oficinas diferentes – Tranças e Penteados, Boneca de Pano, Peso de Porta, Chaveiros Artesanais, Produção de Tiaras e Pintura em Tecido, distribuídas em dez turmas, conduzidas por três professoras parceiras da Assembleia Social. Como sempre, todas as oficinas foram gratuitas e com certificado. Participaram desta Ação, 80 pessoas.

E, encerrando a programação de oficinas do primeiro semestre de 2021, 17 pessoas do bairro Água Vermelha e região, em Várzea Grande, participaram da Oficina de Tranças e Penteados.

“O que estas pessoas precisam é de uma oportunidade de melhorar de vida, seja na venda de produtos artesanais ou na prestação de serviços, seja ocupando a mente com arte. E nós nos sentimos muito honrados pro contribuir com as famílias, por estarmos na comunidade, que é o nosso lugar”, sintetiza a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

Além das oficinas já listadas, a Assembleia Social oferta outras 21 oficinas ou palestras, como opção de parceria para comunidades em vulnerabilidade social.

Fonte: ALMT

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