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Comitê comemora 10 anos de atuação na bacia do Rio Sepotuba com depoimentos especiais

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Criado oficialmente no dia 15 de outubro de 2010, o Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Sepotuba completa nesta quinta-feira (15) uma década de história na conservação e gestão responsável dos recursos hídricos da bacia. Para comemorar a data, três ex-membros da diretoria do CBH foram convidados para contar suas experiências no contato com a comunidade em um vídeo especial. O material está disponível no canal no YouTube do Portal CBHs MT, e pode ser visto clicando aqui.

Abrangendo uma área total de aproximadamente 9.800 km², o CBH completa uma década de atuação na mediação de conflitos, criação de ações na educação ambiental e até mesmo realizações práticas como análises da qualidade das águas. Contando com a participação de membros da sociedade civil e do poder público, o Comitê reforça em 2020 a necessidade de seguir trabalhando em prol das águas do estado.

Para o primeiro Secretário do Comitê, Lauro Soccoloski, pensar a conservação do recurso por meio dos CBHs é também zelar pelo equilíbrio na quantidade e qualidade da água disponível. “O comitê presta apoio institucional para o desenvolvimento de ações de preservação dos recursos hídricos, visando aumentar a disponibilidade de água em quantidade e qualidade para toda a população”.

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Com encontros ordinários realizados quatro vezes ao ano, o Comitê também se organiza em Grupos de Trabalhos temporários onde são tratados assuntos pontuais. Entre as ações já realizadas está a implementação do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais – PSA Queima pé, que fomentando a recuperação das áreas de nascentes e mata ciliares degradadas do manancial de abastecimento público da cidade de Tangará da Serra

Depoimentos especiais

Diante da realidade atual, onde o distanciamento é uma ferramenta importante no combate ao novo coronavírus, o Comitê resolveu marcar a data por meio de um vídeo especial unindo a fala de três ex-membros da diretoria. Reforçando a importância do CBH, participaram o ex-presidente na gestão 2010 – 2014, Decio Siebert, a ex-presidente na gestão 2015 – 2016, Edenir Maria Serigatto e o ex-vice-presidente da gestão 2010 – 2012 e 2012 – 2014, Abílio Luiz Colognese.

A fala dos ex-membros foi registrada em um vídeo-depoimento publicado no canal do YouTube da plataforma Portal CBHs MT, e pode ser acessado clicando aqui. Já para acompanhar as ações do Comitê, acesse o site oficial, clicando aqui.

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Fonte: GOV MT

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Governo de Mato Grosso vai retomar obra do Hospital Central; proposta apresentada é 20% menor que previsão

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) divulgou a classificação das 11 empresas credenciadas na Concorrência nº 002/2020 para a retomada da construção do Hospital Central de Alta Complexidade, localizado em Cuiabá; a obra está inacabada há cerca de 35 anos. O resultado foi publicado em Diário Oficial que circulou na terça-feira (27.10).

O Consórcio LC Cuiabá, composto pelas empresas Lotufo Engenharia e Construções e Concremax Concreto, Engenharia e Saneamento, foi classificado em primeiro lugar e apresentou o valor global de R$ 92.920.748,17.

A proposta apresentada é quase 20% menor do que a previsão feita pela equipe técnica da SES, que estimou o valor de R$ 113.977.878,18 para a construção e ampliação.

Outras três empresas foram classificadas para o pleito. Em segundo lugar, ficou o Consórcio RAC/BRAFER, com o valor global de R$ 97.762.435,61; em terceiro, o Consórcio HJ Saúde, com o valor de R$ 99.472.907;32; e em quarto, a Jota Ele Construções Civis, com o valor de R$ 106.069.051,80. 

Sete empresas foram desclassificadas do pleito. Os motivos das desclassificações estão elencados nas respostas e nos julgamentos dos recursos administrativos da proposta de preço, disponíveis na Coordenadoria de Aquisições da Superintendência de Aquisições e Contratos. Também ficará disponível uma cópia no Portal de Aquisições.

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A construção do Hospital Central tem um cronograma de execução de 22 meses. Com o investimento, a unidade contará com aproximadamente 32.000 m² de área construída, sendo 9 mil da estrutura antiga e 23 mil de ampliação.

Quando a obra for totalmente finalizada, o Hospital Central terá nove salas cirúrgicas e ainda contará com 60 leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 36 leitos da Unidade de Cuidados Intensivos (UCI), 21 leitos de Pronto Atendimento, 44 leitos de retaguarda e 129 leitos de enfermaria; um total de 290 leitos voltados para o atendimento de toda a população mato-grossense.

Histórico

A construção do Hospital Central, lançada em 1984, foi pensada com o objetivo de proporcionar um atendimento de referência em alta complexidade nas especialidades de traumatologia, ortopedia e urgência e emergência de trauma. Contudo, devido ao corte de recursos do Governo Federal, a obra foi paralisada em 1987.

Em 1992, a construção do Hospital Central foi retomada pela gestão estadual, porém permaneceu inconclusa em razão de um desacordo entre o Governo Estadual e Federal. A obra voltou a ser retomada em 2004 pela gestão estadual, ocasião em que novamente foi paralisada.

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Contudo, no ano de 2014, a Justiça Federal acatou parcialmente a solicitação do Ministério Público Federal (MPF) para a inclusão de recursos que viabilizassem o término do Hospital Central.

Fonte: GOV MT

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