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Em coletiva Otaviano Pivetta afirma que Projeto de Márcia Pinheiro pode trazer de volta ao Estado a “Era Silval Barbosa”

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O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) insinuou que o projeto liderado pela esposa do Prefeito Emanuel Pinheiro, Dona Márcia Pinheiro (PV) pode trazer o retorno da “Era Silval Barbosa” ao governo do Estado.

Candidata ao Executivo, Márcia será a principal adversária do gestor, que é candidato à reeleição na chapa do governador Mauro Mendes (União).

Durante a Convenção Partidária dos Republicanos, nesta sexta-feira (5), Pivetta recordou que “sentiu muito medo” em 2010, quando disputou o Palácio Paiaguás com Mendes, mas acabou sendo derrotado por Silval Barbosa.

“Nós nos colocamos, eu e o Mauro, em 2010, para evitar o desastre. Nós fomos candidatos. Eu tinha muito medo do que estava por vir, que era Silval Barbosa. Eu tinha muito medo, Mauro também tinha medo. Nós não conseguimos, perdemos a eleição”, lembra o vice-governador.

Pivetta seguiu citanda a gestão do ex-governador Silval Barbosa (sem partido), que foi investigado por escândalos de corrupção durante sua passagem no Palácio Paiaguás e deu a entender que o mesmo cenário pode ocorrer novamente no Estado caso sua chapa perca as eleições.

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“É muito recente. É importante que a gente lembre. Isso pode vir a acontecer, espero que não. Nós tentamos, desde 2010, evitar que isso acontecesse. Não conseguimos. Agora em 2018 foi a nossa vez”, disse.

Em seu discurso, gestor ainda lembrou que a gestão Mauro Mendes (União) assumiu um Estado cheio de “esquemas” e que a atual administração recuperou Mato Grosso.

“Encontramos um Estado com tremendas dificuldades que todas sabem e eu aceitei fazer chapa junto com Mauro com o objetivo de colocar Mato Grosso de volta para as mãos da sociedade.

O Estado estava capturado por esquemas, concessões e privilégios fiscais. Nós, sob a liderança de Mauro conseguimos colocar os estados no trilho”, finalizou.

 

Otavio Ventureli(da redação com Assessoria)

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CFAEO promove segunda audiência sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou, na tarde desta quarta-feira (10), audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2023 (PLDO-573/2022). O debate foi conduzido pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária e contou com participação de representantes da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz/MT), sindicatos, Defensoria Pública, Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

A receita total líquida para o ano de 2023 prevista na PLDO é de cerca de R$ 28,6 bilhões. O secretário-adjunto da Receita Pública da Sefaz/MT, Vinícius José Simioni da Silva, explicou os indicadores e parâmetros levados em consideração para chegar ao número apresentado na peça orçamentária. Porém, a estimativa foi alvo de questionamentos de participantes que acreditam na possibilidade de excesso de arrecadação.

Segundo o secretário-adjunto do Orçamento Estadual, Ricardo Capistrano, números podem ser atualizados para apresentação do projeto de lei orçamentária, que deve chegar em setembro para apreciação da Assembleia. O representante da Sefaz ainda destacou que a PLDO-2023 cria dispositivo para medir impactos e retorno econômicos das políticas públicas feitas pelo Estado de Mato Grosso.

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Entre as prioridades contidas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023 estão manutenção de espaços educacionais, construção e reforma de estabelecimentos assistenciais de saúde, implementação de programas sociais e pavimentação e conservação de rodovias e gestão da regularização ambiental de imóveis rurais.

Representantes de sindicatos do funcionalismo público estadual cobraram a realização de concursos públicos para diferentes órgãos e secretarias e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos anos em que a correção não foi concedida. A falta de oferta de qualificação profissional e a efetividade da renúncia fiscal dada pelo governo também foram alvo de discussões.

Fonte: ALMT

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