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"Epidemias" foi tema principal do encerramento do festival internacional de popularização da ciência

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Nesta quinta-feira (10), durante a noite de encerramento da série de encontros virtuais para debater sobre pesquisas e universo científico, o tema principal abordado durante as duas apresentações foi Epidemia. O Pint of Science, realizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), é maior festival internacional de divulgação científica, um ambiente descontraído.

Os palestrantes que estavam na cervejaria Louvada, falaram virtualmente com a população mato-grossense pelo canal do Youtube e Facebook da Seciteci. Por conta da pandemia, neste ano o evento realizado nos dias 08, 09 e 10 de setembro, foi somente em formato virtual.

Na noite de encerramento do festival, a professora Eliane Ignotti da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) conduziu a primeira live com o tema: Epidemias em tempos de Mudanças Climáticas. Na ocasião ela reforçou o quanto este assunto atual ainda precisa ser mais esclarecido para a população.

“Vivemos um momento delicado, de pressão e de mau entendimento da ciência, então por meio deste evento, podemos trazer mais informações e realmente manter uma comunicação eficiente com todos”, disse.

Durante a segunda palestra da noite, o professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Moises Cecconello, esclareceu como a matemática e suas variações como estatísticas, gráficos, cálculos e projeções podem colaborar com o controle de epidemias.  Com o tema Matemática e Ciência no estudo e controle de epidemias ele reforçou que a maioria das pesquisas são voltadas à sociedade.

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“Este evento é muito importante por duas razões, primeiro para mostrarmos que não estamos ‘isolados’ nas universidades, na verdade estamos sempre disponíveis pra conversar. E segundo, por permitir aos pesquisadores mostrarem seus trabalhos, explicando como as pesquisas e estudos podem impactar positivamente a sociedade, como no meu caso, a matemática em função do controle e combate de epidemias”, falou.

A cantora Angela Custódio fez a abertura do evento e a banda de rock cuiabana The Xomanos o encerramento. Além disso, durante as lives foram sorteadas canecas personalizadas para quem fez o check-in no evento virtual. E ainda brindes foram entregues para quem respondeu mais rápido e corretamente as perguntas dos palestrantes. 

De acordo com a superintendente de Desenvolvimento Cientifico, Tecnológico e de Inovação da Seciteci, Lecticia Figueiredo, a meta de realizar uma ponte entre público e cientistas foi alcançada com sucesso. 

“No encerramento observamos o quanto que a interação social e uma conversa descontraída facilitam o entendimento entre as pessoas e os pesquisadores. Percebemos que a sociedade quer saber mais sobre ciência e os cientistas querem falar mais à sociedade, portanto com certeza o objetivo principal de popularizar a ciência foi atingido”, afirmou. 

Pint of Milk

Este ano, para atrair participação de crianças e adolescentes, o evento teve uma programação especial, o Pint of Milk, visando estimular curiosidades e futuros estudos na área científica. 

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Nesta quinta-feira (10) durante a oficina com o tema O céu de Mato Grosso: Uma janela para a Ciência e para o Cosmos, o professor da UFMT, Marcelo Marchiori apresentou muitas curiosidades sobre o céu mato-grossense e suas diversidades. 

Durante a live rolou dinâmicas de perguntas e respostas com entrega de brindes para quem foi mais rápido e certeiro nas respostas.

História do festival

O evento surgiu em 2012, no Reino Unido e chegou ao Brasil em 2015, no estado de São Paulo. Neste ano foi realizado simultaneamente em 10 países, integrando cientistas e a comunidade em geral, que se reúnem para expor estudos e discutir resultados de pesquisas de maneira informal em ambientes descontraídos, como bares, restaurantes e Pubs, proporcionando um canal direto de conversa entre os pesquisadores e a sociedade.

A proposta é divulgar conhecimento científico para o público em geral em mais de 100 cidades do mundo. Os principais países envolvidos são: Brasil, Alemanha, Austrália, Áustria, Canadá, Espanha, França, Irlanda, Itália e Reino Unido. No Brasil, pelo menos outras 73 cidades brasileiras vão realizar o evento.

Em Cuiabá foi realizado pela segunda vez, com a parceria entre a Seciteci, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Cervejaria Louvada e a agência de publicidade Cria Estúdio.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso registra 120.374 casos e 3.394 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde deste sábado (26.09), 120.374 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 3.394 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 646 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 120.374 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 15.678 estão em isolamento domiciliar e 100.576 estão recuperados.
 
Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, 246 internações em UTIs públicas e 250 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 58,57% para UTIs adulto e em 28% para enfermarias adulto.
 
Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (23.437), Várzea Grande (8.919), Rondonópolis (8.759), Lucas do Rio Verde (5.458), Sorriso (5.076), Sinop (5.061), Tangará da Serra (4.869), Primavera do Leste (3.945), Cáceres (2.795) e Campo Novo do Parecis (2.676).
 
A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.
 
O documento ainda aponta que um total de 96.444 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 751 amostras em análise laboratorial.
 
Cenário nacional

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Na última sexta-feira (25), o Governo Federal confirmou o total de 4.689.613 casos da Covid-19 no Brasil e 140.537 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 139.808 óbitos e 4.657.702 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.
 
Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de sábado (26).
 
Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.
 
O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:
 
– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

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Fonte: GOV MT

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