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Escolas estaduais militares têm nota 7,1 do Ideb nas séries finais do ensino fundamental

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As escolas estaduais militares estão entre os melhores índices do Ideb das escolas públicas do Estado. Duas delas, Escola Estadual da Polícia Militar cabo Israel, localizada na cidade de Juara (cidade a 709 quilômetros a médio-norte da Capital) e a EE da PM soldado Adriano Moraes Ramos, em Lucas do Rio Verde (a 354 quilômetros ao norte de Cuiabá) conseguiram a nota 7,1 do Ideb das séries finais do ensino fundamental. A EE Tiradentes de Cuiabá, obteve o índice do Ideb de 6,4, o maior das escolas estaduais da Capital. A média do estado é de 5,6 para as séries finais.

As demais escolas obtiveram índices entre 6,4 e 6,8, também considerados excelentes. Somente duas escolas estaduais militares não pontuaram – Rondonópolis e Sorriso que não fizeram a avaliação.

Para o diretor da Escola Militar de Juara, tenente coronel Mário Luiz Pinheiro de Souza, toda a comunidade escolar ficou contente o resultado. O índice foi apresentado aos pais durante uma reunião online e a satisfação foi geral. A escola obteve 6,4 no Ideb do ensino médio.

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O diretor lembra que foi um ano bom para a escola por ter um dos maiores Ideb do Estado, tanto no ensino fundamental como no ensino médio. Em seu entendimento o resultado é um trabalho de equipe.

“Temos a coordenação, os professores focados em sua missão, os pais acompanhando os filhos que, por sua vez fazendo a sua parte. Tudo isso ajudou nesse resultado excelente da nota do Ideb”, comemora.

Confresa

O major PM Jefferson Mascarenhas do Nascimento, diretor da EE da PM Tiradentes cabo José Martins de Moura, localizada em Confresa (a 1160 quilômetros a noroeste de Cuiabá) também analisou com um ótimo resultado o índice de 6,4 do Ideb das séries finais do ensino fundamental.

“Ficamos satisfeitos não só com a nota, mas o que ela representa: o esforço de todos, uma vez que 2019 foi um ano atípico, além das adversidades normais, mudamos de prédio, de bairro”, assinala. O diretor explica que a nota acima da média é um passo para as próximas conquistas.

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Parceria

Para o comandante geral da Polícia Militar, coronel Jonildo José de Assis, um dos segredos para a garantia dos bons resultados das escolas estaduais militares é a parceria da instituição com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

“Mais do que excelente desempenho, é a possibilidade de uma instituição como a Polícia Militar, que tem 185 anos de existência ajudar na formação de futuros cidadãos. Para nós é um motivo de orgulho”, salienta.

Coronel Assis frisa que tem grande respeito e carinho pela área educacional principalmente pela secretária de Educação Marioneide Kliemaschewsk que possui uma sensibilidade de entender as escolas militares. “A secretária traz uma sinergia entre as duas instituições e com isso, os resultados são positivos”, ressalta.

Fonte: GOV MT

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Intensificação das queimadas no Pantanal é debatida em audiência pública na ALMT

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Ambiente virtual reuniu representantes de instituições e população

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Assembleia Legislativa debateu as queimadas no Pantanal mato-grossense em audiência pública na tarde desta quinta-feira (17). Representantes de órgãos como Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Ministério Público e Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) participaram do encontro, presidido pelo deputado estadual Lúdio Cabral (PT).

As apresentações feitas no início da audiência pública demonstraram o aumento no número de focos de incêndio na região. De acordo com dados do Inpe, em 2020 já foi registrado o maior número de focos da história do mês de setembro, apesar de ainda faltarem duas semanas para o número ser fechado. O recorde anterior era do ano de 2007 com 5498 focos registrados, enquanto em setembro de 2020 já foram registrados mais de 5600 focos de incêndio. 

O representante do Instituto Centro de Vida (ICV), Vinícius Silgueiro, destacou que cerca de 22% do Pantanal já foi atingido pelo fogo e também que nove pontos de origem eram responsáveis por mais de 67% da área queimada até 17 de agosto. 

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Já as pesquisadoras Viviane Layme (UFMT), Solange Castrillon (Unemat) e Onelia Rossetto (UFMT) falaram do impacto dos incêndios na fauna e na flora pantaneiras e também indicaram que falta fiscalização e investimentos em órgãos ambientais para inibir incêndios criminosos. Além disso, Rossetto defendeu que é preciso estabelecer protocolos para o manejo da produção agrícola e de gado. 

O aumento do desmatamento no bioma foi citado pela promotora de Justiça Ana Luiza Peterlini como uma das razões para o agravamento da seca e dos incêndios na região. “O clima está ficando mais seco por ações humanas. No Ministério Público também temos assistido à drenagem das águas à revelia de órgãos de fiscalização e tem alterado todo o ciclo hidrológico do Pantanal”, alertou. 

Participação popular – Realizada de maneira remota, a discussão reuniu mais de 100 interessados na sala virtual disponibilizada para a audiência pública. Entre eles estão pantaneiros, empresários do ecoturismo, indígenas e quilombolas, que falaram das dificuldades que têm enfrentado na atual situação. 

“Perdemos roça, perdemos casa. Estamos pedindo apoio porque estamos sem segurança alimentar, perdemos toda a plantação já próximo da colheita”, relatou a presidente da Organização de Mulheres Indígenas de Mato Grosso, Alessandra Guató, de Barra do Bugres. 

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Uma das coordenadoras das comunidades tradicionais pantaneiras, Claudia Pinho, reclamou da ausência do Estado. “Já estávamos sendo muito atingidos pela Covid e depois vieram as queimadas. Nós não estávamos preparados e não tivemos a presença do poder público para minimizar a situação. Comunidades fizeram guarda para o fogo não entrar nas casas, não era nem para não entrar na propriedade”, contou. 

O deputado Lúdio Cabral garantiu que vai analisar e depois encaminhar todas as sugestões que foram dadas pelos participantes da audiência e também agradeceu a presença de deputados da Câmara Federal, que acompanharam o debate. O parlamentar também elogiou a coragem dos que estão combatendo o fogo. “Eles estão tão expostos ao risco de adoecer e morrer quanto os profissionais de saúde que estão na linha de frente contra a Covid”, pontuou Cabral.

Fonte: ALMT

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