POLÍTICA MT

Estado já aplicou R$ 805 milhões de reais em multas ambientais neste ano

Publicados

em


.

Desde janeiro deste ano, o Estado já aplicou R$ 805 milhões em multas por crimes contra a flora. O valor é resultado da fiscalização ambiental por meio do Sistema de Monitoramento da Cobertura Vegetal, que monitora áreas rurais diariamente com o objetivo de identificar mudanças na vegetação como desmatamento e queimadas.

As multas aplicadas incluem desmatamento e exploração florestal ilegais, além outras constatações feitas pelas equipes de campo como, por exemplo, ausência de licenças e autorizações, uso do fogo, degradação para conversão de solo, comércio e transporte irregular de madeira, dentre outros.

As autuações foram realizadas pelas equipes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) e Batalhão de Emergências Ambientais do Corpo de Bombeiro Militar (BEA).

A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, explica que o estado tem empenhado toda a estrutura governamental de diversos órgãos de forma integrada, e conta com o apoio do cidadão.

“Eu gostaria de destacar a importância do cidadão que mora na Amazônia como relevante para que a gente inverta esse cenário, e que essas lições não sejam só pro órgão ambiental, mas também para a sociedade”, afirmou a secretaria durante uma transmissão ao vivo na última quinta-feira (03.09).

Leia Também:  Governo convoca profissionais de saúde classificados em processo seletivo para atuar no enfretamento à Covid-19

Também neste ano, 9013 mensagens foram enviadas a proprietários rurais ou responsáveis técnicos alertando sobre as atividades de alteração na cobertura vegetal, seja por desmatamento ou exploração florestal na propriedade.

Atualmente, 320 servidores de diversos órgãos Estaduais e Federais têm acesso ao Sistema que é utilizado para fins de monitoramento ambiental, seja para averiguar o desmatamento ou exploração florestal ilegais, identificar focos de incêndio e comportamento do fogo, identificar áreas em regeneração e validar as análises do Cadastro Ambiental Rural.

O Sistema de Monitoramento da Cobertura Vegetal utiliza 120 satélites que diariamente captam imagens do Estado formando mosaicos em composição idêntica ao que é visto pelo olho humano. Os alertas emitidos pela plataforma são semanais e permitem detectar desmates a partir de um hectare e acompanhar a alteração da cobertura vegetal de forma rápida e precisa.

Os dados são cruzados com as demais bases de informações da secretaria para diferenciar desmates legais dos ilegais, investigação de movimentações fraudulentas de créditos e identificação de possíveis infratores.

Leia Também:  Saúde estadual quer conhecer perfil dos médicos e possibilidades de atuar no combate a hanseníase

O serviço foi adquirido por meio do Programa REM-MT (da sigla em inglês de REDD+ para Pioneiros), por meio do Fundo Brasileiro de Biodiversidade (Funbio). (Com informações da assessoria/Sema)

 

Fonte: GOV MT

Propaganda

POLÍTICA MT

Pantanal de MT: com 80% do bioma preservado, turistas buscam belezas da região

Publicados

em


.

O Pantanal mato-grossense mantém 80% do bioma preservado, de acordo com dados do Comitê Integrado Multiagências (Ciman-MT). O Governo do Estado trabalha na manutenção do bioma, tanto para garantir o equilíbrio da fauna e flora locais, que são os principais atrativos da região, como para promover a economia, através do ecoturismo.

A secretária de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, explica que 20% do Pantanal foi comprometido com os incêndios e que o trabalho é para que o restante seja mantido de forma íntegra.

“Concentramos esforços nisso e estudamos as estratégias que podem ser adotadas para trazer com maior rapidez a restauração do bioma. Nosso desafio é restabelecer o ambiente para a flora e para que os animais, principalmente, consigam transitar de forma ordenada no habitat. Tudo isso só trará consequências positivas, não apenas ao meio ambiente, mas também para a economia local, com a promoção do turismo nessa região”, pontua Mauren.

O secretário adjunto de Turismo, Jefferson Moreno, destaca que o Pantanal permanece recebendo turistas. De acordo com ele, as pousadas seguem as normas de biossegurança, por conta da pandemia, para continuarem abertas. 

“Os turistas podem vir para o Pantanal. Sabemos da gravidade das queimadas e das consequências para a fauna e a flora, mas, graças a um esforço do Governo do Estado e da sociedade, estamos conseguindo controlar. Mas é importante frisar que a imensa maioria do bioma está preservado, com animais da região em seu habitat e toda a flora”, diz ele.

Três municípios são os mais visitados por quem quer conhecer o Pantanal: Poconé, Cáceres e Barão de Melgaço. O empresário André Turoni é proprietário da Pousada Arara, em Poconé, e informa que o local está inteiramente preservado e que estão recebendo turistas.

Leia Também:  Empresa que contratar idosos poderá receber incentivos fiscais

“Estamos ansiosos para compartilhar as belezas do Pantanal. Felizmente conseguimos combater os estragos do fogo cedo. O céu está muito limpo e é hora de os mato-grossenses aproveitarem para ver a resiliência da natureza”, convida, reforçando que redesenharam toda a estrutura para atender aos rígidos protocolos de biossegurança.

Os amantes da pesca esportiva também podem aproveitar as belezas pantaneiras. No Santa Rosa Pantanal Hotel é possível praticar o esporte até 1º de novembro, pois fica na divisa com Mato Grosso do Sul, quando o período de proibição da pesca só inicia mais tarde (em Mato Grosso, a pesca passa a ser proibida em 1º de outubro).  A empresária Adriane Pina afirma que está recebendo os hóspedes normalmente.

“Claro que é triste ver que a paisagem mudou, mas também é esperançoso ver que ela busca se regenerar. A fumaça diminuiu, tenho recebido muitas famílias que saem encantadas com o ecoturismo e programando a volta. Está mais propício para observação de onças e pássaros. O mais bacana é que tenho recebido muitos turistas regionais, do interior de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás”, conta.

O empresário Clodomir Ceolatto, sócio proprietário do Recanto do Dourado, em Cáceres, comemora o bom movimento de turistas nos últimos dias aproveitando o final da temporada de pesca. “Temos ainda dificuldade com um pouco de queimadas, mas o Corpo de Bombeiros está no local trabalhando incansavelmente para controlar tudo. Muitas pessoas de fora estão em Mato Grosso conhecendo nossas belezas. Para o próximo ano, então, estamos com muita procura de reservas, além dos pacotes que foram remarcados devido à pandemia”, explica.

Leia Também:  Batalhão Ambiental da PM resgata tamanduá- bandeira ferido no Cinturão Verde

Em Barão de Melgaço, a fumaça das queimadas está reduzindo aos poucos e a natureza está reagindo, mesmo com grandes estragos. Na Pousada Mutum, a proprietária Alice Galvão diz que está recebendo os turistas com rígidos protocolos de biossegurança e que os quartos são afastados o que facilita o distanciamento social. Por lá, além dos turistas, a empresária recebe pessoas que estão auxiliando no resgate dos animais feridos pelo fogo.

“Diariamente auxiliamos nos resgates e procuramos colocar alimentos em locais corretos. Até mesmo os animais resgatados vêm para cá a pedido da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema). Precisamos ajudar na recomposição da fauna, com comida e demais cuidados. Mas estamos auxiliando e mostrando isso para os turistas”, explica.

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda, reforça que o Governo do Estado tem apoiado os empresários do setor turístico desde o início da pandemia e segue realizando ações. “Entre diversos projetos, lançamos linhas de crédito na Desenvolve MT  por meio do Prodestur, e estamos organizando rodadas de negócios on-line para aproximar agências e destinos turísticos e atrair turistas para esta beleza que é o nosso Pantanal mato-grossense”, finaliza.

Fonte: GOV MT

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA