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Estrutura física e efetivo da Politec de Juína são deficitários

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) que preside a Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na última quinta-feira (26), realizou levantamentos na Gerência Regional da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Juína, pertencente à Coordenadoria de Tangará da Serra, para verificar as principais necessidades da unidade. O parlamentar foi recepcionado pelo gerente regional e perito criminal, Eduardo Santos da Silva, e o perito criminal Mário Waechter.

Uma das reivindicações apontadas pelos servidores é a necessidade urgente de ampliação do efetivo, sendo que a instituição, atualmente, possui cinco peritos criminais, dois médicos legistas ativos e outros dois licenciados, dois técnicos em necropsia e dois papiloscopistas.

“Essa Politec não difere das demais unidades que já visitamos. Realmente, é um problema geral em Mato Grosso. Temos um concurso, em que aprovados aguardam as nomeações para os cargos de papiloscopista e técnico de necropsia. Precisamos realmente resolver essa situação que está crítica!”, aponta Claudinei.

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Estrutura – Com prédio próprio, a unidade necessita ser ampliada e reformada. Os espaços são insuficientes para atender os profissionais. Segundo Eduardo Silva, há uma área possível para a construção de um novo imóvel.

“Aqui temos uma dificuldade em compartilhar o mesmo prédio. Na mesma porta que estão entrando pessoas para fazerem identidades, entra arma, entra droga, entra preso para fazer o (exame de) corpo de delito. É complicado. A gente tem espaço para construir”, explica o gerente regional.

Além de Juína, a instituição atende mais sete municípios do noroeste mato-grossense. De acordo com o Eduardo, uma das barreiras enfrentadas pelos profissionais é o deslocamento de uma cidade para outra. Há municípios distantes que levam até três dias para fazer o devido atendimento.

As principais ocorrências atendidas pela instituição são ligadas a crimes contra a vida, patrimônio e ambientais, trânsito de armas, drogas, identificação de veículos, vestígios de sangue, engenharia legal, entre outros.

Instituição – Os municípios atendidos pela gerência regional da unidade são Juína, Aripuanã, Colniza, Cotriguaçu, Juara, Juruena, Porto dos Gaúchos e Castanheira.

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Fonte: ALMT

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Perito Criminal realiza reuniões para promover prevenção a acidentes de trânsito

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Com o propósito de reduzir o número de acidentes e ocorrências graves de trânsito, o perito criminal da Gerência Regional de Criminalística de Guarantã do Norte, Rodrigo Bertoti Cassonato, iniciou as discussões para a implementação do Projeto Vida no Trânsito (PVT) no município e região. 

Foram realizadas as palestras de iniciação ao PVT em três municípios do Estado, nos dias 20 e 21 de janeiro: Peixoto de Azevedo (612 km de Cuiabá); Matupá (680 km de Cuiabá); e Guarantã do Norte (709 km de Cuiabá). O objetivo, segundo ele, é atrair as forças de segurança municipais e a sociedade em geral, para aderirem ao programa.

Participaram da reunião representantes do Poder Legislativo municipal, de hospitais, das secretarias de assistência social, de saúde, policiais militares e sociedade em geral.

“As reuniões têm caráter educacional, com o objetivo reduzir significativamente o número de lesionados graves e mortos no trânsito a nível mundial. No anos de 2018 e 2019, o município de Matupá registrou o dobro da média de mortes no trânsito de todo estado de Mato Grosso. Uma das metas globais de desempenho para a segurança no Trânsito, estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e Organização Pan-americana da Saúde (OPAS), visa à redução de 50% o número de lesões e mortes no trânsito até 2030. O Projeto Vida do programa vem em concordância com tudo isso, um programa certo para o município de Guarantã e região”, apontou. 

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Levantamento da Opas Brasil revelam que as leis sobre segurança viária melhoram o comportamento dos usuários e reduzem as colisões, as lesões e as mortes no trânsito, especialmente as leis relacionadas com os cinco principais fatores de risco e proteção, que são excesso de velocidade, condução sob o efeito de álcool, o uso de capacetes pelos motociclistas e o uso de cintos de segurança e os sistemas de retenção de crianças.

Segundo a Organização, nos últimos três anos, foram registrados progressos em 17 países (abrangendo 409 milhões de pessoas) que alteraram as suas leis relacionadas com um ou mais destes fatores e as alinharam com as melhores práticas. As mudanças mais positivas no comportamento dos usuários das vias ocorrem quando a legislação é associada a uma aplicação rigorosa e continuada da lei e pela sensibilização do público.

As primeiras reuniões relacionadas ao projeto iniciaram ainda no início do ano passado, no entanto, por conta da pandemia, precisou ser paralisado. Sendo retomado presencialmente em novembro de 2020, de acordo com as regras de biossegurança.

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“Além de apresentar e retirar dúvidas a respeito do trânsito, as reuniões tem por objetivo final a criação de ferramentas que visem a redução significativa dos números de lesionados graves e mortes, ocorridas em nosso trânsito, através de uma mudança cultural da sociedade. Como, o início de debates, estudos, projetos de leis, estudos de modelos e decretos para a implementação desse importante e oportuno do projeto. A iniciativa desse debate  deve-se ao fato de entendermos que estamos legislando em prol do bem maior que é a vida humana”, ressaltou Rodrigo. 

O projeto “Vida no Trânsito” é uma ação conjunta coordenada pelo  Ministério da Saúde, presente em vários estados do país, que  busca fomentar o diálogo permanente entre os órgãos municipais e estaduais de trânsito, propondo ações nas áreas de saúde, prevenção e redução dos acidentes.

Fonte: GOV MT

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