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Faltam viaturas para atender a Delegacia Regional de Tangará da Serra

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Os deputados estaduais Delegado Claudinei (PSL) e Dr. João de Matos (MDB), respectivamente presidente e membro suplente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), estiveram na Delegacia Regional da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC), na última quinta-feira (10), para conhecer o desenvolvimento dos trabalhos e principais necessidades da instituição. Os deputados foram recebidos pelo delegado regional titular, Alexandre Morais Franco.

Uma das principais dificuldades apontadas por Franco é a falta de viaturas para atender a região de fronteira. Hoje, há 10 veículos, sendo que seis estão paradas por falta de manutenção e por serem antigas. Outro aspecto é a carência de delegados de polícia para atender os municípios de Brasnorte e Nova Olímpia que pertencem à regional. 

Fronteira – Alexandre acrescenta que a maioria dos veículos usados são do convênio da Estratégia Nacional de Segurança Pública na Fronteira (Enafron) firmado, em 2012, juntamente com os governos de Mato Grosso e Federal.

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“O maior problema que temos aqui é a falta de viaturas. Como um todo, de Barra do Bugres até Brasnorte a maioria dos veículos são deste convênio, de forma que elas têm cerca de oito anos de uso e não tem manutenção do Estado. Já chegamos a fazer a manutenção com recursos próprios”, comenta.

Delegado Claudinei aproveitou e informou ao delegado regional que no final do de agosto, formalizou com o diretor geral da PJC, Mário Dermeval Aravechia, o processo de aquisição de seis veículos 4×4 do Plano de Aquisições de 2020 da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e algum viaturas serão destinadas à região de fronteira. 

Delegacias – Os parlamentares conhecerem as estruturas do Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc), das Delegacias Especializadas de Roubos e Furtos (Derf) e de Defesa da Mulher (DEDM).

Durante a visita à DEDM, os deputados ficaram impressionados ao ver que a instituição não conta com profissionais das áreas de psicologia e assistência social para atender mulheres vítimas de violência doméstica, crianças e adolescentes que sofreram algum tipo de crime contra elas.

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“Não tem nenhum destes profissionais. Nunca vi uma delegacia da mulher não ter. É preciso investigar os casos”, explica a delegada Liliane Soares Diogo, da DEDM.

Todas as demandas apresentadas aos parlamentares serão encaminhadas para o governo de Mato Grosso. Também participaram da reunião, os delegados Adil Pinheiro de Paula, que é titular das delegacias de Tangará da Serra e Nova Olímpia,e Edmar Faria Filho, coordenador do Cisc e titular da Delegacia de Roubos e Furtos (Derf) de Tangará da Serra.

A Delegacia Regional de Tangará da Serra faz parte do pólo regional da Região Integrada da Segurança Pública (Risp) de Mato Grosso, que atende os municípios de Barra do Bugres, Nova Olímpia, Campo Novo dos Parecis, Sapezal e Brasnorte.

Fonte: ALMT

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Vazio sanitário do algodão começa nesta quinta-feira (01.10) em Mato Grosso

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O vazio sanitário do algodoeiro começa nesta quarta-feira (01.10) em Mato Grosso, conforme Instrução Normativa Conjunta SEDEC/INDEA nº 001/2016. Durante 60 dias fica proibida a existência de plantas vivas de algodão com risco fitossanitário no Estado, com o objetivo de prevenir a proliferação de pragas, em especial o bicudo-do-algodoeiro, principal doença que afeta a cultura.

Mato Grosso está dividido em duas grandes regiões: região I, que vai do Sul até o Vale do Araguaia e tem o período de vazio de 1º de outubro até 30 de novembro; e região II, Norte e Oeste, que tem o período de vazio sanitário de 15 de outubro até 14 de dezembro.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, mais uma vez o Estado conta com a parceria dos produtores rurais. “Sabemos da importância da cultura do algodão para Mato Grosso e também da responsabilidade de todos os agricultores neste período. Tenho certeza que faremos um ótimo trabalho em conjunto para que a próxima safra seja de mais sucesso”, afirma.

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“É importante que os produtores realizem a destruição dos restos culturais do algodão e que mantenham suas lavouras livres de plantas de algodão com risco fitossanitário, estando sempre alerta às novas rebrotas, haja visto a característica perene das plantas de algodão, que são de difícil destruição”, alerta Ana Paula Vicenzi, coordenadora de Defesa Sanitária Vegetal do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea MT).

Durante o período de vazio sanitário a previsão é fiscalizar, pelo menos duas vezes, todas as propriedades produtoras de algodão do Estado. O descumprimento da medida fitossanitária pode acarretar aplicação de multa ao produtor rural, além do comprometimento da produção das propriedades na próxima safra.

Fonte: GOV MT

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