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Governo do Estado atua em ação de combate ao coronavírus em aldeias indígenas

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O Governo de Mato Grosso integra a operação conjunta de combate à Covid-19 na etnia Xavante, que teve início nesta terça-feira (28.07), na Aldeona – a cerca de 90 km do município de Campinápolis. A iniciativa, que ocorrerá em três etapas, é fruto de uma parceria entre a Secretaria Especial da Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, o Ministério da Defesa e a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT).

A primeira fase da ação de enfrentamento ao coronavírus em território Xavante será realizada até 03 de agosto e contempla oito aldeias localizadas nas mediações de Campinápolis e São Marcos, com uma estimativa de até 1,8 mil atendimentos. Nesta etapa, a ação ainda conta com o apoio das Prefeituras de Barra do Garças e Campinápolis.

“Estamos aqui, na comunidade do Aldeão, em parceria com o Governo Federal e disponibilizamos a Unidade Móvel de Imunização da SES para vacinas e testes. É o Governo do Estado trabalhando em conjunto no enfrentamento da Covid-19 nas comunidades indígenas de Mato Grosso. Registro também o meu agradecimento aos prefeitos de Barra do Garças, Roberto Farias, e Campinápolis, Geovan Faria”, disse o secretário Estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, que acompanhou presencialmente o atendimento na aldeia.

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Nas três fases da operação, de acordo com o planejamento estratégico, é estimado um total de 8,9 mil atendimentos exclusivos à população indígena durante as três fases da ação; a região conta com aproximadamente 22 mil índios.

Nos três primeiros dias do projeto são disponibilizados 15 médicos, 3 enfermeiros e 5 técnicos de enfermagem.

“O Governo Federal tem que incentivar a solidariedade [ao povo indígena], porque nós temos carência de locomoção nesta região. Fico emocionado, fico satisfeito por esses profissionais que chegaram neste local”, declarou o cacique da comunidade de Aldeona, Orlindo Uire Urebe.

Para realizar o exame Covid-19 na população indígena, o Governo de Mato Grosso remeteu 2 mil kits de testes rápidos da Covid-19 e 2 mil kits de medicamentos para o tratamento do coronavírus. Além disso, a Saúde Estadual destinou uma equipe técnica para atuar na operação.

Conforme enfatizou o secretário Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Robson Santos da Silva, o auxílio do Governo de Mato Grosso foi importante para o êxito da operação, visto que o Sistema Único de Saúde (SUS) funciona de forma tripartite.

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“Essa é uma ação interministerial, que envolve Ministério da Saúde, Ministério da Defesa e a parceria do Governo de Mato Grosso. Estamos aqui não apenas para trabalhar no combate à Covid-19, mas também para prestar um apoio especializado a essa população, uma vez que a Sesai é responsável pelo atendimento da atenção primária, cabendo aos municípios e ao estado a média e alta complexidades”, pontuou o secretário Especial.

Fases da operação

A ação de enfrentamento à Covid-19 nas aldeias de Mato Grosso ainda terá outras duas etapas. A segunda fase ocorrerá entre os dias 3 e 9 de agosto e contemplará os polos de Água Boa e Marãiwatséde. Já a terceira fase da operação acontecerá de 10 e 16 de agosto, no polo da Terra Indígena de Sangradouro, na região de Barra do Garças.

O cronograma da Sesai foi elaborado com base nos perfis epidemiológicos das regiões indígenas e prevê que a ação também contemple a Região do Xingu em Mato Grosso.

Fonte: GOV MT

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Delegado Claudinei sobrevoa áreas do Pantanal mato-grossense atingidas pelas queimadas

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS / Assessoria de Gabinete

 O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), nesta sexta-feira (14), realizou sobrevoo nas áreas do Pantanal mato-grossense, em Poconé (MT), que foram impactadas por incêndios florestais. Essa agenda foi acertada na última reunião extraordinária da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), presidida por ele e com a presença do comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBM-MT), coronel Alessandro Borges.

A região do Pantanal já teve mais de 100 mil hectares de área destruída pelas queimadas, sendo que deste total – cerca de 35 mil atingiu uma unidade de conservação. “Este cenário não só impacta as comunidades tradicionais indígenas, ribeirinhos, os animais e a vegetação existente – como interfere nas mudanças climáticas e no ar atmosférico. Estamos em uma situação de alerta”, posiciona Claudinei.

De acordo com Borges, para o combate e repressão às queimadas no Pantanal, o CBM definiu a atuação de 32 militares que ficam 24 horas por dez dias na região. “É um trabalho contínuo. Não é um trabalho que começa agora, em agosto e setembro. No início do ano, é um trabalho forte de prevenção e preparação. No período de chuva, geralmente de janeiro a maio, promovemos atividades preventivas com audiências públicas. No final do ano, é o momento de buscar a reparação dos danos e preparar para um planejamento estratégico para o ano seguinte”, esclareceu o comandante-geral.

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Sobrevoo 

Como presidente da Comissão de Segurança Pública, Delegado Claudinei acompanhou todo o trabalho realizado com a integração dos Corpos de Bombeiros de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Forças Armadas e Marinha do Brasil, Força Aérea Brasileira, Força Nacional de Segurança (FNSP), entre outras importantes instituições. A missão ocorreu na base de apoio para a repressão aos incêndios florestais, localizada no Sesc Pantanal, em Poconé.

“Estávamos juntamente com as equipes do Corpo de Bombeiros, do governo estadual e federal, deputado Elizeu Nascimento (DC), acompanhando a missão deste pessoal. Sobrevoamos o Pantanal e deparamos com focos de incêndios e queimadas. Realmente, é uma situação muito grave e preocupante”, preocupa Claudinei.

Ele explica que a ação é bastante rápida, em que os aviões carregam três mil litros e despejam nas áreas atingidas pelas queimadas. “Já são mais de 70% da área queimada que foram controladas, com este trabalho integrado. Essa operação é muito importante e está salvando o nosso Pantanal mato-grossense. Uma situação muito triste para a fauna, flora e o meio ambiente”, esclarece o parlamentar.

PLC

Neste ano, no dia 26 de maio, Delegado Claudinei apresentou na Assembleia Legislativa, o  Projeto de Lei Complementar  n.º 32/2020 que tem como objetivo acrescentar dispositivo na Lei Complementar n.º 233/2005 para autorizar o órgão ambiental a antecipar o período restritivo ao uso do fogo no estado de Mato Grosso, em situações de calamidade pública e emergências.

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“Infelizmente, não foi possível ter antecipado o período de proibição das queimadas devido o projeto ainda estar em fase de tramitação na Casa de Leis. O Decreto de n.º 638/2020 que se refere ao período proibitivo para as queimadas já entrou em vigor no dia 15 de julho e, infelizmente, vai se estender até o dia 15 de setembro. Neste cenário da pandemia da Covid-19, considero que é preciso prorrogar ainda mais este período, pois evitará a ampliação desta problemática na saúde pública devido ao aumento de doenças respiratórias”, salientou o parlamentar.

Inpe – Conforme levantamento apontado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o bioma Pantanal apresentou uma grande quantidade de focos de incêndio e queimadas, no primeiro semestre deste ano. Os dados assinalam 4,2 mil focos de incêndios e 846,7 mil hectares de área que foram impactadas com as queimadas.

Mato Grosso é considerado um estado brasileiro que conta com três biomas em seu território: Pantanal, Cerrado e Amazônia.

Fonte: ALMT

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