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Hospital Regional de Rondonópolis passa a ofertar serviço de hemodiálise

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O Hospital Regional “Irmã Elza Giovanella”, de Rondonópolis, é a segunda unidade hospitalar do Estado a ofertar o serviço avançado de hemodiálise aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) de Mato Grosso. O Sistema Gênius, que passa a ser disponibilizado aos pacientes internados na unidade, existe em apenas 41 hospitais do Brasil e é considerado moderno e seguro. 

Com um investimento anual de aproximadamente R$ 216 mil, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) poderá ofertar mais qualidade de vida aos pacientes da Região Sul do Estado que necessitam do serviço de hemodiálise. 

“É um avanço significativo para o Estado e para a região. O incremento promove mais qualidade de vida aos usuários do SUS, pois descentraliza a oferta do tratamento – que, neste caso, será realizado em pacientes internados na unidade hospitalar. Reforço que a atual gestão não tem medido esforços para ofertar serviços de qualidade nos Hospitais Regionais”, declarou o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo. 

O novo serviço foi idealizado pela atual gestão da SES quando a secretária Adjunta de Gestão Hospitalar, Caroline Dobes, ainda estava à frente da direção geral do Hospital Regional de Rondonópolis. “Naquela ocasião, foi possível a contratualização de um sistema de hemodiálise inovador, que oferece um tratamento com mais eficácia e resulta em mais qualidade de vida para o paciente, sendo que o processo de aquisição se encerra agora, com sucesso”, relatou Caroline.

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De acordo com a atual diretora do Hospital Regional, Kênia de Lima Gomes, o procedimento de aquisição ocorreu por meio de adesão a uma Ata de Registro de Preços, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). 

A SES-MT contratualizou a aquisição do kit dialisador, com cessão de equipamentos em regime de comodato, para que esse sistema pudesse ser oferecido aos pacientes. O valor exato do contrato por 12 meses é de R$ 216.650,80 e o custo unitário de um kit dialisador é de R$ 401,02. 

Para receber os novos equipamentos, foi necessário adequar um espaço específico para a instalação dos itens. As máquinas são móveis, manuseadas e levadas à beira-leito para a diálise do paciente, sem que haja a necessite deslocá-lo.

Fonte: GOV MT

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Comitê do Fogo orienta produtores rurais para prevenção de incêndios

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O Comitê Estadual de Gestão do Fogo divulgou nota técnica orientativa para os produtores rurais de Mato Grosso. O documento está disponível no site da Sema  e propõe as estruturas mínimas que devem ser mantidas para evitar o alastramento do fogo.

O documento prevê que devem ser criados no mínimo seis sistemas: de vigilância, de acesso, de compartimentação por talhões, de mananciais, de apoio a combate a incêndio florestal e de proteção de áreas edificadas.

O sistema de vigilância consiste em instalação de equipamentos como câmeras ou infravermelhos ou ainda o emprego de funcionários da fazenda para monitorar princípios de incêndio, especialmente no horário mais quentes do dia, entre 11h e 16h. O segundo sistema consiste na construção de pistas para carros leves interior da área privada permitindo acesso a todo imóvel. Os acessos devem estar divididos em no mínimo quatro setores: Norte, Sul, Leste e Oeste.

Este sistema de acesso, é a base para compartimentação da propriedade em talhões, o terceiro sistema. De acordo com o documento, os aceiros que contornam os talhões devem ter três metros de largura também permitindo o tráfego de veículos.

O quarto item a ser observado é ter um sistema de mananciais em que cada ponto de captação de água esteja a uma distância máxima de cinco quilômetros. A nota técnica alerta que caso seja necessário buscar água em rios, a legislação para interferência na área de preservação permanente deve ser seguida, causando o mínimo de dano possível à vegetação.

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Para dar as primeiras respostas aos incêndios as propriedades devem manter brigadistas capacitados e com os equipamentos necessários para conter os primeiros focos de incêndio. Com formação das brigadas, o produtor estará estruturando o sistema de apoio a combate a incêndios florestais.

“Todo incêndio começa pequeno e se combatido logo no início, temos grandes chances de sucesso no controle. Nossa sugestão, é que fazendas com poucos funcionários se unam a propriedades de outras regiões para criação de brigadas locais”, explica o secretário executivo do Comitê Estadual de Gestão do Fogo, o coronel BM Paulo André Barroso. Ele alerta que devido às condições climáticas todo Estado está classificado com alto risco de incêndio.

Por último, os produtores devem proteger edificações como residências, currais, armazéns, dentro outros. A orientação é que essas áreas sejam isoladas por aceiros de 60 metros para proteger a integridade física de pessoas e animais.

Período proibitivo

De acordo com dados do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), até 31 de julho, Mato Grosso somava 9176 focos de calor. Devido a baixa média histórica de chuvas, o Estado definiu o período proibitivo de uso do fogo na zona rural no período de 01 de julho a 30 de setembro, podendo ser prorrogado. A decisão também levou em consideração os riscos que a poluição do ar traz à saúde humana, especialmente em um momento que o mundo enfrenta uma pandemia de uma síndrome respiratória, a Covid-19. 

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As queimadas em zona rural podem ser denunciadas no 0800 647 7363, já na zona urbana, em que as queimadas são proibidas durante todo ano, as queixas podem ser registradas nas prefeituras. O acionamento do Corpo de Bombeiros Militar é feito pelo 193.

Sobre o Comitê

O Comitê Estadual de Gestão do Fogo promove ações de prevenção, monitoramento e controle das queimadas e dos incêndios florestais, visando reduzir a incidência desses eventos em Mato Grosso. O grupo é presidido pela Sema e a secretaria executiva é de responsabilidade do Corpo de Bombeiro Militar (CBMMT), por meio do Batalhão Especial de Emergências Ambientais (BEA). Integram o grupo instituições públicas, empresas privadas, ONGs e entidades de classe.

Fonte: GOV MT

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