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João Batista quer informações sobre fechamento do parque Mãe Bonifácia

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Deputado João Batista questiona fechamento do parque Mãe Bonifácia, em Cuiabá

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros), atendendo um pedido dos residentes que moram em torno do parque Mãe Bonifácia, em Cuiabá, apresentou requerimento com pedido de informações, encaminhado à Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), sobre o fechamento do respectivo parque, tendo suas atividades suspensas desde o último dia 30 de outubro, após a morte de sete macacos da espécie sagui, em dados atualizados, o número teria subido para 13 mortes até o momento.

De acordo com o parlamentar, que fez questão de enfatizar que já se passaram 26 dias após o isolamento do parque, a população espera uma resposta sobre o desenrolar das investigações, uma vez que a tensão causada pelo novo coronavírus (Covid-19) ainda gera pânico em toda a população.

“O parque foi fechado no último dia 30, e já se foram mais de 25 dias, obtive informações de que até o momento já são 13 macacos mortos. Daí eu pergunto: Qual a previsão da reabertura do parque estadual Mãe Bonifácia? Existe previsão para conclusão do laudo da necropsia realizada nos 13 macacos que foram encontrados mortos no parque? Espero que a Secretaria de Meio Ambiente responda estas perguntas o quanto antes, uma vez que estes animais podem carregar algum tipo de doença transmissível aos seres humanos”, explicou o deputado.

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Conforme consta na informação da Sema, órgão responsável pela administração do parque, o local só seria reaberto após os laudos da necropsia realizados nos animais encontrados, garantindo a segurança da população que utiliza o espaço.

O parque foi inaugurado em dezembro de 2000 e está localizado na avenida Miguel Sutil, em uma área de 77 hectares. O parque possui cinco trilhas, cinco postos com equipamentos de ginástica, mirante, centro de educação ambiental e praça cívica, tornando-se um espaço essencial para a manutenção da vida saudável.

Fonte: ALMT

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Seduc atribui aulas para novos professores em Rondonópolis

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Professores do cadastro de reserva de Rondonópolis, nomeados pelo Governo do Estado em dezembro de 2020, foram lotados em escolas conforme aulas livres disponíveis. Foram nomeados, em todo o Estado, 342 professores da Educação Básica classificados no cadastro de reserva do concurso público regido pelo edital 01/2017. Em Rondonópolis são 23.

No dia 4 de janeiro, os profissionais da Educação se apresentaram nas respectivas Assessorias Pedagógicas aguardando a atribuição de aulas (turmas da disciplina de concurso para as quais vão lecionar em 2021).

“Os novos efetivos já foram lotados, encaminhados às escolas. Muitos já têm experiência e estão todos contentes, pois puderam fazer escolhas de aulas livres”, destaca a Assessora Pedagógica de Rondonópolis, Isabel Paulina.

A expectativa dos novos nomeados em relação aos trabalhos em sala de aula é grande. O professor de biologia Gustavo Henrique Lima da Silva, lotado na Escola Estadual Plena Pindorama, acredita que o maior desafio é trabalhar numa escola em tempo integral, uma vez que é um modelo que exige grande dedicação do professor.

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Novas tecnologias

Natural de Goiás, onde trabalhou dois ano e meio na rede pública, Gustavo acredita que terá muito trabalho pela frente, com dedicação à pesquisa e à produção científica. Ele afirma que não vai encontrar dificuldades no ensino não presencial, já que domina as novas tecnologias.

“Fiquei o ano passado inteiro em regime de aulas não presenciais. Criei um canal no You Tube para tentar me aproximar mais dos alunos e para servir como reposição de algumas aulas que eu gravei”, assinala.

O professor admite que o ensino híbrido, será algo totalmente novo, e com isso, mais um desafio.

Para a professora de história Larissa Klosowski de Paula, lotada na EE Silvestre Jardim, a expectativa é de um ano de muito aprendizado e muito trabalho, pois acredita na continuidade das medidas de distanciamento social. No entanto, afirma que não se surpreenderá com o sistema híbrido até o final do ano. “O desafio maior estará na adaptação a essa forma de trabalho e aos reflexos que advêm disso”, explica.

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Nascida no Paraná, Larissa trabalhou em 2020 com aulas online com estudantes universitários, mas por ser um público diferente, a professora de história ainda terá um trabalho de adaptação. Ela acredita que a construção do conhecimento em sala de aula, a mediação da aprendizagem parece ser mais produtiva. Com isso, é possível identificar com maior precisão as carências de orientação dos alunos e atuar com mais proximidade no sentido do entendimento do aluno em relação as suas lógicas de aprendizagem.

“Justamente por isso seremos desafiados a rearticular nossas metodologias. Mas dessa vez estamos mais preparados, primeiro por termos passado pela experiência do ano passado e depois por termos mais tempo para realização dos planejamentos e tomada de decisões em equipe”, salienta.

Fonte: GOV MT

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