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Mato Grosso deve instituir política de diagnóstico e tratamento para depressão

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Foto: ROSE DOMINGUES

Cerca de 6% da população brasileira sofre de depressão, taxa acima da média mundial, que é de 4,4%. São mais de 12 milhões de pessoas sofrendo com a doença, conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS). Para reverter esse quadro, o projeto de lei nº 685/2019 institui a política de diagnóstico e tratamento na rede de saúde pública de Mato Grosso.

O deputado estadual e médico Dr. Gimenez (PV), autor da proposta, explica que o Estado precisa estar melhor organizado para receber e tratar esses pacientes, como acontece com as outras doenças. Isso significa que a saúde mental precisa deixar de ser estigmatizada para receber a devida atenção e prioridade.

“Todos sabemos que a depressão é considerada o “mal do século”, mas ainda hoje as pessoas que desenvolvem a doença enfrentam muitas barreiras e preconceitos. Há quem ainda diga que é frescura, fraqueza, falta de Deus, o que não é verdade, por isso a saúde pública precisa se organizar para oferecer ajuda especializada aos pacientes e suas famílias”.  

No projeto de lei, que foi aprovado na sessão de quarta-feira (02) e segue para sanção do governo estadual, entende-se por síndrome da depressão os diferentes distúrbios afetivos que geram uma tristeza profunda, perda de interesse generalizado, falta de ânimo, de apetite, ausência de prazer e oscilações de humor que levam para um vazio existencial e em pensamentos suicidas.

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Estão descritos ainda entre os seus diversos distúrbios: episódios depressivos, depressão bipolar, distimia (mau humor, alteração de humor), depressão atípica, depressão sazonal, depressão pós-parto e depressão psicótica. Caberá à nova política detectar a doença precocemente, visando prevenir complicações, entre elas, o suicídio.

A nova regra também cria um protocolo de identificação, cadastramento e acompanhamento de pacientes na rede pública diagnosticados com depressão. Além disso, o estado deve promover campanhas de conscientização sobre o tema junto aos diferentes públicos afetados, de forma mostrar a gravidade da doença. É sugerido convênio com a iniciativa privada para a implantação imediata da lei.

“O estado não pode se furtar da responsabilidade em relação à saúde pública e tem o dever de esclarecer a população que esta doença desencadeia muito sofrimento, incapacita e quando não tratada pode levar a pessoa a não querer mais viver. Também traz inúmeros prejuízos à economia e ao próprio estado por estar entre os principais motivos de afastamentos e licenças médicas”.

Adoecimento no trabalho – Um relatório de auditoria acerca dos controles na concessão de licenças médicas aos servidores do Governo de Mato Grosso produzido pela Controladoria Geral do Estado (CGE) mostrou que 46% dos afastamentos médicos naquele período estavam relacionados a transtornos, ansiedade e depressão. Embora o relatório seja do ano de 2017, com dados de 2016, um dos efeitos da pandemia pode ser o agravamento do quadro de adoecimento entre os servidores.

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Prejuízos na economia – Os transtornos mentais, como ansiedade e depressão, representam o 3º motivo de afastamento do trabalho, seguido por dor nas costas e LER/DORT. Segundo a OMS, baixos níveis de reconhecimento e falta de acesso a tratamentos geram perdas globais de até 1 trilhão de dólares por ano. No Brasil, mais de US$ 63,3 bilhões (R$ 348 bilhões), segundo levantamento da London School of Economics (LSE

Fonte: ALMT

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Equipe da Seciteci-MT se reúne com representantes da Secti-RJ; em pauta recursos e novas parcerias

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Representantes da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci)  estiveram na sede da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (SECTI-RJ), para discutir o Plano de Ações Articuladas (PAR). A iniciativa é uma estratégia do Ministério da Educação, de assistência técnica e financeira, no qual oferece aos entes federados instrumentos de diagnósticos e planejamento de políticas educacionais.

Segundo o superintendente de Projetos e Captação de Recursos (SPCR) da Seciteci, Jun Sakamoto, a visita permitiu o alinhamento de ações voltadas ao desenvolvimento e investimentos, em iniciativas voltadas à tecnologia, inovação e ensino profissionalizante para Mato Grosso.

“As ações da nossa secretaria estão focadas em conquistar apoios e parcerias para realizarmos o maior número de ações e investimentos sem necessariamente onerar os cofres públicos. Vamos continuar nos empenhando para obter êxito nas nossas iniciativas”,  afirmou.

O  superintendente de Educação Profissional e Superior, Aryeh Hessel Craveiro, ressalta a importância destes encontros para a promoção do intercâmbio de informações e ideias.

“Visitamos as instalações da Fundação de Apoio à Escola Técnica, a FAETEC Marechal Hermes onde conhecemos processos e ações locais no qual poderemos implantar em nosso Estado. Além disso, a nossa equipe levou à Secti informações e procedimentos técnicos do PAR”, ressaltou.

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Para Thiago Marques, coordenador de Captação de Recursos e Parcerias (SPCR), as  experiências e informações obtidas foram fundamentais para a equipe da Seciteci poder futuramente adotar novas iniciativas.

“As experiências aplicadas no Centro Vocacional Tecnológico, o CVT, a modernidade dos laboratórios da Escola Técnica, patrocinados pela empresa Cummins Schneider Electric, nos trouxe novas perspectivas e visões de possibilidades para serem implantadas em Mato Grosso. Além disso, a Secti nos conectou a alguns fornecedores e parceiros, como as empresas Cisco e Dell, para futuras parcerias na implantação de cursos técnicos”, falou.

Os representantes da Seciteci foram recebidos pela secretária da Secti-RJ, Maria Isabel de Castro de Souza; por Vivian Vicentini Kuss, subsecretária de Programas e Captação de Recursos para Ciência, Tecnologia e Inovação; Andréia Machado, que é subsecretária de Ensino Superior, Pesquisa e Inovação e por Filippo Zaccaro Scelza, que é subsecretário de Cooperação com o Setor Tecnológico e Inovativo.

Fonte: GOV MT

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